sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Sonâmbulos de Stephen King




Faltando um pouco mais de um mês para o Halloween, já comecei as minhas leituras dessa época do ano, até já mostrei no IG, e devo mostrar por aqui também, e estou reassistindo alguns filmes que combinam com essa época, tipo o filme tema dessa postagem, Sonâmbulos.

Sonâmbulos é originalmente um conto do Sephen King que nunca foi publicado, mas foi roteirizado pelo próprio King e produzido pelo amigo de sempre Mick Garris, o filme virou um clássico dos filmes trash que todo mundo que simpatiza com o gênero terror gosta, tipo euzinha.

Olha e vamos lá, Sonâmbulos é bem trash. Sonâmbulos é muito trash. E muito divertido, apesar de passar bem longe de ser uma grande coisa, e é um festival de tosquice com aquela dose razoável de gore e ainda consegue ser chocante e subversivo com a coisa do incesto coisa e tal. 

O filme começa explicando mais ou menos a origem das criaturas do título (Sleep Walkers) que são uma espécie de vampiro com traços felinos que se alimentam da energia vital de jovens virgens desde o Egito. Aparece a Bastet. Ok, só que por alguma razão que só Stephen KIng pode explicar, os inimigos naturais dos sonâmbulos são  gatos. E as criaturas são gatos. Quer dizer. Mas voltando, depois de uma cena em que dois policiais (sendo que um é o Mark Hamil, vulgo Luke Skywalker) investigam uma cena de crime onde encontram gatos mortos e o cadáver mumificado de uma erê com aparelho ortodôntico - que a identificaria como girlie - aparecem nossos queridos sonâmbulos, Mary e Charles (Brian Krause, do péssimo De Volta à Lagoa Azul), mãe e filho recém-chegados à cidade. Nessa cena os dois dançam ao som de Sleep Walk, daí se beijam e vão para o quarto. E o Stephen King não tem um pingo de juío, mas tudo bem.

Bem, essas duas criaturinhas fuefas precisam de uma nova virgem para se alimentar e a eleita é Tanya, vivida por  Mädchen Amick (sim, a Shelly de Twin Peaks!). Tanya trabalha no cinema local, tem uma cena bonitinha em que ela dança Do You Love Me? enquanto varre o chão do cinema e é surpreendida pelo nosso sonâmbulo Charles, e daí começa a magia. Ou não. Esse é o miolo do filme. Depis disso é ladeira abaixo: mortes, sangue, gore, trash, gatos. Risos, muitos risos. A pior cena é a da espiga de milho, gente. Sem comentários.

No final das contas eu super acho que o filme vale muito pela coisa das participações especiais, como as já citadas e ainda, Clive Barker, Joe Dante, Tobe Hooper e o próprio Stephen King como o zelador do cemitério. 

 Enfim, é bacaninha, é ruim, mas é divertido. 

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