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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Natal felizinho :)

E o período mais legal do ano está quase no fim, o que me deixa um pouco triste, porque né, passo doze meses esperando por isso tudo novamente. Sério, se eu encontrasse o mundo de Nightmare before Christmas, com as portas do natal e do halloween, eu entraria direto pela porta do natal e ficaria lá, pra sempre. Sim, provavelmente eu enjoaria do natal ou morreria diabética com tanto chocolate e candy cane (falei que encontrei candy canes aqui em Fortaleza?), mas quem liga?

Mostrei a decoração da árvore nova uns dias atrás e hoje trago mais coisas do tipo, a mesa do café da manhã da véspera do natal que este ano ficou por conta da minha Carolzinha, que também fez os biscoitos e decorou. 

Já falei muito de natal em todos os blogs que já escrevi, já falei de natais passados, de tradições de família, de cosias inusitadas etc e tal. Estava dando uma olhada nas postagens antigas desse período, as fotos linfas, modéstia a parte, mas o conteúdo azedo. Como é que vocês aguentam, hein? Muito amor envolvido.

O que eu posso dizer é que, eu dei uma bela melhorada nos últimos seis anos. Obviamente, continuo uma cínica, mas acho que o azedume arrefeceu, sei lá. Ou são os episódios de The Office (tem na Prime!) que estou reassistindo nos últimos tempos que têm melhorado meu humor. 






Pra quem quiser conferir natal 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 (2018 eu não fiz postagens de final de ano porque eu estava chateada, mas devo dizer pra vocês que entrou pra história aqui de casa como um dos natais mais legais que já tivemos).

Inté.

domingo, 8 de dezembro de 2019

A saga da árvore de natal



Amo as festas de final de ano, especialmente o natal e, como não deveria ser diferente, adoro decoração natalina! Adoro as luzes, guirlandas, globos de neve, candy canes tudo isso me deixa muito feliz. Se eu encontrasse a porta do natal lá do filme do Tim Burton, eu entrava por ela e nunca mais sairia.

Mas então, todo mundo que decora casa pro natal sabe que a árvore é o centro da decoração, e quando a árvore começa a ficar borocochô, está na hora de trocar. E a minha estava na hora de trocar desde, no mínimo, 2016. Ela atravessou dois estados, já tinha quase uma década de uso sendo escalada por gatos, natal após natal. Só que eu ainda não tinha conseguido comprar uma nova, porque as realmente apaixonantes são muito caras e difíceis de encontrar. Na verdade, eu queria um pinheiro de verdade, que deixasse a casa toda perfumada, uma coisa bem Yule, Saturnália, mas né? 

Daí que em 2019 eu decidi que seria o ano de encontrar a árvore nova. Pesquisei, percorri várias lojas de decoração, da Etna até aquelas lojas que vendem quinquilharias pra casa, toda cidade tem uma. Aqui em Fortaleza as casas Freitas, no Rio a Prolar e foi numa dessas que encontrei a árvore dos sonhos, mais de 2 metros de altura, bem cheia, que ficaria linda com qualquer decoração, imagina só com a decoração meio nevada que minha filha e eu planejamos por meses!

Compramos a árvore no final de novembro, eu até cheguei a decorar a outra árvore, com a mesma decoração rosê do ano passado, mas era uma coisa provisória. Montamos dia 2 de dezembro, mas só terminamos o processo de montagem dia 6, que é o dia que a maioria monta a árvore, pra ficar exatamente 30 dias decorada. Eu preferiria ter montado por volta do dia 20 de novembro, mas fica pra 2020.


Olha ela!




Imagens de natais passados.







Imagens: pessoais.

sábado, 15 de abril de 2017

6 on 6 (março 2017)


  Voltei, como prometido em abril, que já era previsto. Eu sei que a postagem do 6 on 6 está errada, essa de março deveria ter sido postada dia 6 do mês passado, Mas é isso aí. Março foi até bom, bem acima da média, mês de aniversários, de fazer bolo e decorar, coisa que eu amo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

6 on 6, Primeirão do blog


Vocês que me acompanham viram que nos últimos dois anos vinha postando um projetinho fotográfico, 3 Things, né? Pois então. Era semanal e eu tentava, aos trancos e barrancos conseguir postar com a frequência certa, o que nem sempre acontecia.  Descolar três coisas legais que te aconteceram e daí registrar e postar no blog, em anos tão uó como foram 2015 e 2016 não foi nada fácil. Mas, como disse, até que consegui.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Outros Natais

Na outra postagem confessei meu desânimo nos últimos três anos em relação às festas de fim de ano. A gente cozinha, decora a casa, faz planos, mas não é mais como era. Acho que estamos um pouco deprê, depressão pós-Rio.

Pra confirmar, fui conferir as fotos de natal de outros anos e olha, na boa, bateu foi mais deprezinha e saudades. E eu sou uma pessoa memorialista, eu me alimento de recordações, da minha memória afetiva. E o Rio me presenteou com uma vida toda de memórias incríveis.Talvez eu esteja sendo injusta e não dando a essa minha fase de volta á terra natal uma chance, mas é mais forte do que eu, muito porque o Rio é a terra que escolhi pra ser minha, e eu só percebi quando já havia partido.

Mas tem nada não.Sorriso a gente recupera e sonhos são feitos pra se realizar.



Essa é uma lembrança feliz de Fortaleza, 2006.


Natal 2016


Como já disse, eu adoro o natal por tudo o que ele significa, inclusive as acepções místicas-míticas-sagradas. Adendo treteiro: apesar de que Jesus nasceu mesmo entre março e abril, e o 25 de dezembro foi escolhido pra converter praticantes de religiões que celebravam o deus nascido no Solstício de Inverno, Yule. Mas ok.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

3 Things #26

Cousas natalinas felicíssimas.

Frutas natalinas. Em lugares mais frios, tipo Hemisfério Norte, pêssegos não são novidade alguma, mas aqui no Brasil e, em especial em Fortaleza, ah são novidade sim. E que novidade maravilhosa. Eu costumo comprar pêssegos, nectarinas, ameixas, cerejas no resto do ano, com preços exorbitantes e não com muita frequência, mas eu compro. Já no natal eu me esbaldo.



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

3 Things #25


Semana passou bem devagar, demais pro meu gosto. Deve ter sido a semana mais longa de 2016, que foi um anho que passou muito rápido (ainda bem, porque foi uma merda). mas, apesar de ter passado se arrastando, teve preparativos pra decoração de natal aqui em casa, um festival bacana aqui no benfica e o reencontro com um docinho de infância *_*.


Docinho a cara da minha infância, meu pai sempre comprava pra mim, vendia na mercearia do meu padrinho Maurício. Bate aqui uma nostalgia que meio que dói, meio que alenta.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

3 Things #23


Coisas muuuito legais aconteceram essa última semana, pra variar um pouco o ano que foi bem ruinzinho, o que não vem ao caso agora, porque estou feliz.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

3 Things #22


Halloween! Eu amo Dia das Bruxas, não ligo pra quem acha que é coisa de gente aculturada, até já escrevi sobre. E é claro que as três coisas legais da semana giram em torno do Halloween, não é? Pois é. Esse ano foi bem legal, ano passado nem tanto. E foi a primeira vez que fiz trick or treat rs. os vizinhos acharam linda a decoração e pediram doces rs. Me senti Jamie Lee Curtis *_*.

Um pedacinho da mesa de quitutes decorada. teve até poção mágica, que não dei pra tirar foto, por motivos de que bebemos tudo. 



segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A Rua João Gentil em Fortaleza


Dos poucos lugares arborizados, agradáveis e que mantém a sua história, através da arquitetura bonitinha e pitoresca de suas construções, em sua maioria, casinhas antigas em tons pastel, emolduradas por floreiras e pelas copas das árvores. Eu seria feliz morando nessa parte da cidade.

Um passeio pela rua, que ainda conta com uma praça, dividida, creio que harmonicamente, pela juventude acadêmica do bairro Benfica, centro intelectual da cidade e ainda, pela antigos moradores, em busca de prosa ao fim da tarde. É quase como se voltássemos no tempo, para uma época mais calma e de cadeiras nas calçadas. Mas o food truck de hambúrguer nos traz de volta à 2016, sem problemas, ao menos pra mim.

Fiz as fotos com iPhone (pouco saio com a Canon por falta de coragem mesmo) bem escondida, morrendo de medo dos moradores ralharem comigo, por invadir sua privacidade, não tão privada; algumas janelas abertas, mostrando móveis antigos, fotos de família. Na ponto dos pés conseguia até conferir se alguma das casinhas tinha o pavoroso piso de cerâmica cafona, que tanto me atormenta, mas não, casinhas felizes, variando entre o ladrilho e o taco de madeira.






Bisous.

Customizando móveis



Já customizei alguns móveis, uma penteadeira, uma mesinha, e uma cômoda estilo Casas Bahia, até um guarda-roupa já customizei. Então sou quase uma expert nessa coisa de transformar um móvel sem graça e meio brega numa coisa fofa.

E como aprendi? Primeiro em revistas como Casa Claudia, Casa e Jardim, observando matérias em que as casas tinham mais ou menos o estilo que gosto e imaginando como aquilo era feito; depois com blogs como o Casa de Colorir, que tem até um post exatamente sobre isso aqui, inclusive a owner hoje tem um programa da GNT, Mais cor por favor e olha que ela começou com um quadro no Decora com a Bel Lobo (ah, e JoutJout trabalhou com a Thalita também).

Basicamente, você tem que saber o que quer: se mudar a cor, se agregar uma fofura com tecido, papel decorativo (até mesmo papel de parede). O certo é que dá pra fazer um monte de coisa bacana e gastando quase nada, se você mesmo fizer, como eu fiz.

O móvel que aparece nesse post já não existe mais, infelizmente, por conta da irresponsabilizabilidade da transportadora que contratamos pra fazer nossa mudança, a cômoda chegou destruída (fiz até um post sobre, mas a tal empresa ameaçou me processar, daí larguei de mão). Era uma cômoda-baú que comprei no Rio, numa casa estilo Casas Bahia, em mdf, com espelho, muito muito barata e bem feia. Comprei uns tecidos, uns puxadores e recortei, colei, parafusei e pronto, móvel novo. 

Daí é só usar a criatividade, decorar com um espelho (que eu roubei da minha ex-sogra), luzinhas, perfumes e fica tudo lindo.





Bisous.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Uma parede quadro negro



Muito utilizada em cozinha ou copa, a parede quadro negro nada mais é do que uma parede que é pintada com tintas pra quadro de escola, verde escuro ou preto, e pra quem gosta (como eu), deixa a casa linda!

Lembro que quando pensei nessa parede pra casa do Rio, acharam que ficaria escuro, ou que não combinaria etcetera tal, e foi com muito prazer que vi todos quebrarem a cara, porque ficou maravilhoso, parecendo capa de revista de decoração (Adendo: descobri que pintaram a parede dum rosa bem cafona :( ).

Na época não me arrisquei a fazer, ficou por conta de um profissional (muito bom. saudade Sr Elson), que nivelou a parede com massa corrida e fez algumas aplicações da tinta própria (sim, tem uma tinta própria pra esse propósito, é só procurar em casas de tintas e afins) e ficou excepcional. Hoje eu me arriscaria (até porque não tenho mais condições de contratar um pintor).




Bisous.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Penteadeira colorida



O título deste post poderia perfeitamente ser a estória pregressa da minha penteadeira. Ou estórias, porque já me contaram dois versões diferentes. A primeira versão contava que a penteadeira fora de uma tia avó da ex-dona. A senhorinha era surtada, odiava móveis antigos e resolveu jogar fora a penteadeira que foi resgatada pela dona (antes de mim). Adendo: nem posso criticar, porque fiz algo assim, também joguei fora um guarda-roupas antigo, de madeira, do tempo do sítio do meu pai em Pacatuba (Ceará). A vizinha espertinha catou o guarda-roupas. Hoje eu me odeio, mas tudo bem. A segunda versão, a penteadeira foi dada de presente pra uma senhorinha, muuuitos anos atrás, e já era uma antiguidade. Acontece que essa senhorinha também enjoou da bichinha e a deu (ou vendeu), isso tudo faz muitomuito tempo. Resumo, a penteadeira foi desprezada de todos os jeitos e, é muito velha, coisa de 100 anos. 

 Quando cheguei ao Rio e visitei a casa da antiga dona, me levaram ao quarto pra mostrar a penteadeira, porque todos sabiam que eu gostava de móveis antigos. Quase surto, porque né, lá estava a penteadeira com aquele espelho gigante e eu havia há pouquíssimo tempo deixado meu arremedo amado de penteadeira (uma cômoda) pra trás. Como às vezes a falta de noção baixa em mim, perguntei se ela não haveria de vender algum dia (porque a bichinha estava meio maltratada) e óbvio que ela respondeu que nunca venderia. Isso foi em 2008.

 Bien, um belo sábado de 2012, já morando na minha casinha linda com papel de parede, eis que bate na minha portinha a dona da penteadeira, e o que ela queria? Vender a penteadeira! Isso mesmo, aquela penteadeira velha de guerra, e por apenas 300 moças da república. Gritinhos e pulinhos felizes depois, ela estava aqui em casa, com Miu (meu único gato na época) bisbilhotando e tudo. E só faltava arrumá-la, o que levou um bom tempo. 

 A primeira coisa que fiz (fora colecionar cosméticos, maquiagens e perfumes) foi fazer um tampo de vidro pra penteadeira. Eu mesma medi e fui à vidraçaria encomendar. Custou R$ 20,00. Além de dar um aspecto mais legal ao móvel, serve pra proteger o tampo de madeira do desgaste do contato com produtos e outras superfícies que arranham. A segunda coisa foi escolher uma cor. Pensei em amarelo primeiramente. Sei lá, curto amarelo. Mas fui à loja de tintas, pedi a cartela de cores e vi um azul lindo, azul mar da Eucatex. E rapidinho mudei de amarelo para azul. 

Não fiz tudo sozinha, lixar ficou com outra pessoinha, que hoje é meu amigo, e a pintura dividimos. E ficou lindo! Levou uns dois dias para secar e encher de luz o quarto. Sério, o quarto se transformou completamente, ficou iluminado, alegre, vivo. Hoje ela enche de alegria o quarto das meninas e, diferente da antiga dona, não pretendo jogá-la fora nunca.





Bisous.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Papel de parede ❤



E como prometi, começarei uma série de postagens sobre decoração e coisas pra deixar seu cafofo arrumadinho. Lembrando que serão dicas pra quem tem orçamento humilde, mas criatividade e um certo gosto que una o vintage ao moderno (minha erê Carol me define assim *_*). E o primeiro post não poderia ser diferente, tinha que ser sobre papel de parede, que é um dos meus orgulhosinhos da vida. Não, no meu (quase ex) atual habitat não tem papel de parede e nem teria como, não por falta do papel (trouxe alguns rolos do Rio), mas porque o apartamento todo tem uma aplicação de textura daquelas ásperas, ótimas pra machucar a mão e juntar poeira, teia de aranha, ódio eterno, etc. Mas, na minha última morada no Rio, a casinha tão querida, era decorada com papel de parede, dentre outras cousas. E este post serve pra dar dicas.

Então, se você tem em sua morada paredes lisinhas, aprumadas e sempre sonhou com papel de parede, mas é pobre, este post é pra você. É, porque em geral associa-se o papel de parede à classe abastada, que procura um serviço especializado, contrata e voilà, casa com papel de parede. A proposta aqui é outra, é comprar o papel e você mesmo aplicar. E vou logo avisando, não é fácil, mas vale a pena. Ah, e ainda, esta postagem, originalmente era do meu antigo Reverbera, à época publiquei com um título enorme: "Tudo o que você queria saber sobre papel de parede mas não havia ninguém suficientemente doido para te dizer de graça." Um título meio "woddyalleano" ou título de dissertação.

E vamos lá, papel de parede é uma coisa cara, em casas especializadas pode chegar a R$300,00 o m² sem contar a mão de obra. Até mais. É, eu sei, é osso. Como era um desejo assim, daqueles que dói e tira o sono (eu sou besta), nunca desisti e um belo dia encontrei na Leroy Merlin (do Rio) papel de parede, uma seção só deles e, não era tão caro assim! Quer dizer, não era caro comparando com os papeis de parede grifados que custam o preço do mármore mais nobre. Mas há de se ressaltar que, o papel de parede que se encontra na Leroy Merlin, variando de R$ 60,00 a R$120,00 o rolo com 10 m, é bem diferente do papel de parede caro. Isso quer dizer que o papel da Leroy Merlin não presta? Não, de jeito nenhum. É um tipo de papel específico para parede, a gramatura é mais espessa, sem grosseria, na verdade, apesar da resistência, é delicado, acho que por conta da beleza. Mas eu não tenho certeza. Quanto às variedades mais caras, elas são emborrachadas, laváveis, algumas são auto-colantes, tipo, já vêm prontos para aplicar na parede e isso pode ser uma benção, porque vocês não tem noção de como é trabalhoso colocar papel de parede. E aí está outro ponto: se você, querido leitor, nunca encapou seus caderninhos de escola (vixi), nunca sequer usou aquele papel contact e fora isso tudo, ainda sofre de problemas nervosos, não aconselho a se meter com papel de parede. Na verdade, se você for muito calmo, ainda corre o risco de enlouquecer durante a empreitada, então avalie bem a situação. 

 Passo a passo nada pedagógico (use a abstração); você vai precisar de: - papel de parede suficiente para o projeto (meça a parede); - trena, régua, lápis, tesoura, estilete; - cola (pode ser a cola para papel de parede ou grude, que consiste em polvilho - goma - dissolvido em água e levado ao fogo até engrossar e virar, duh, um grude. É para usar frio, tá?). eu uso cola branca cascorez, rende que é uma beleza. - pincel ou rolinho para passar a cola na parede; -um paninho macio; -alfinete. 

1.  Antes de tudo, meça o papel e recorte direitinho os moldes que irão para a parede. Se o papel tiver desenhos, como arabescos, cenas, ainda tem que medir, afim de que um desenho encontre com o outro, para que fique bonitinho e correto. Pois é. 

2. Não dá para fazer sozinho, você vai precisar de ajuda. Recorte tudo com cuidado, lembre-se que paredes quase nunca são 100% perfeitas e, sempre tem uma tomada, um ar-condicionada a ser contornado. É, é dose. Dica, melhor que o molde do papel que vai ser colado fique um pouco maior, porque pode acertar cortando com estilete já na parede. Quando todos os moldes estiverem medidos e recortados, aí começa a parte legal e desesperadora que é colar. 

3. Aos poucos, passe a cola na parede (com rolinho é mais fácil) e vá fixando o papel e passando um paninho macio no papel já colado (facilita a não formação de bolhas de ar). E assim vai até o final. Essa parte é fácil, ruim mesmo é recortar tudo, calcular (dá ódio). 

4. Quando tudo acabar, você vai notar que, apesar de ter passado o paninho, está tudo cheio de bolhas, ou seja um cocô. Daí entra o alfinete, você vai em cada bolha e vai furar delicadamente e, passar mais uma vez o paninho. Você vai olhar e vai parecer que ainda está tudo uma porcaria, mas, no outro dia, como num passe de mágica, as bolhas terão sumido!

 Aconselho a ler este post algumas vezes, ouvir Enya, Coldplay, comer um cookie. pense que, apesar da trabalheira, ao final sua casa ficará lindalindalinda, que nem casa de filme.

Imagens para inspirar (minha casinha no Rio, eita saudade ❤).






Bisous.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Os bens de consumo e a geração coca-cola



Não, eu ainda não me mudei pra Londres, como poderia se presumir pela foto (que roubei da Betty Magazine), mas a vontade de morar numa casa em tons pastel, cheia de plantinhas existe, é sincera e verdadeira, eu só não tenho dinheiro pra comprar a tal casinha. Ainda.

Uma coisa meio deprimente sobre a minha geração é que quase ninguém comprou casa ainda ou porque não consegue (pobrinhos, como eu) ou porque estão muito bem instalados na casa dos pais ou ainda, preferem gastar o dinheiro com viagem, o que eu também faria (se eu não fosse pobrinha do jeito que sou). Óbvio que existem os que compraram casa e viajam, mas acreditem, eles não são a maioria. E a minha geração era justamente a geração que prometia estar com todos os bens que caracterizam um adulto aos 30 anos (propriedades, carros, jatinho particular, uma onça adestrada), e cá estamos, chegando aos 40, lascadinhos. 

Adendo: se você comprou casa parcelada com os pais ajudando a pagar, não vale, viu? Ou se você construiu um puxadinho na casa dos pais, também não vale. O lance dessa minha geração perdida era comprar a casa sozinho, sem papai e sem mamãe ;). Se você não conseguiu, dá cá um abraço, migo, você não está sozinho na coisa da geração que não correspondeu. 

Aguardem posts sobre casinhas e decoração lindinha, sem ironia e (auto) crítica. Sério. É só pra gente inspiração.

Bisous.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

3 Things #9

Essa cabininha telefônica inglesa na verdade era uma lata de biscoitos, que hoje eu guardo cabos de câmeras, etc. Amo latinhas, sempre compro alguma coisa assim pela beleza da lata, mais do que pelo produto em si. Foi cara e faz tempo que tenho. Entrou aqui nas postagens, porque lidei bastante com ela essa semana. Ah, os livros atrás também me deixam muito feliz.


Às vezes o dia foi um cocô, mas chegar em casa e ter uma janela assim, toda feliz, salva o humor :).


Brigadeiros lindos, feitos com chocolate 50% cacau e granulados coloridos no meio da semana, só porque é bom e tal.

Bisous.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

3 Things #3


Nem acredito que o ano já acabou e já estamos no quinto dia de janeiro! Como passa rápido, deve ser porque estou velho múmia jurássica rs.




Uma coisa super boba, mas que me deixa muitomuito feliz é fazer biscoito na época de natal e eu fiz biscoitos na época de natal. Durante o ano tentarei apender a decorá-los, já assiti um videos, peguei receitas, truques, macetes e colocarei em prática ao longo do ano. Conforme for me aprimorando (e eu vou conseguir!) mostro pr'ocês no meu Instagram. Já me seguem?



A virada de ano foi bem bacaninha, animadinho, feliz, calmo, do jeito que eu gosto. Ainda decorei a casa, tirei fotos com bokeh (fiz um post co muitas fotos com bokeh aqui ó) foi bem legal, pra ficar na memória.


Não pulei sete ondas nas primeiras horas de 2016, mas já fui ver o mar, meditar, aproveitar a energia renovadora das ondas e sua beleza.

Bisous.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016, seu lindo ❤


E 2016 já chegou e chegou lindolindolindo. Aqui em Fortaleza também chegou que chegou, trazendo chuva e dia nublado que eu amo. Fora que começou numa sexta-feria antes dum feriadão; que lindo, 2016, arrasou!

E eu fiz umas listinha de metas objetivas, que não só devem, como têm que ser realizadas, porque é séria a coisa. Mas também fiz uma lista mais levinha, de desejos, coisas que quero muito fazer durante todo 2016, ano regido pelo Sol. Mostro pr'ocês amanhã.

Por hora fiquem com as imagens da minha despedida de 2015.










Oi, seus lindos!


2016 será incrível ❤.

Bisous.
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