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sábado, 10 de fevereiro de 2018

Cinco bolas de sorvete por 1 real



Descobri esta semana que tem uma filial do Sorvete do Juarez quase de frente pro Iguatemi, o shopping mais pop da cidade. Iguatemi que não é o mais rico (este é o RioMar das Dunas), não é o mais besta (também fica pro RioMar das Dunas), tampouco o mais bonito (Deo Paseo), só que é o mais pop sim. Apesar de toda uma tentativa de manter os suburbanos nos seus devidos bairros, com a enxurrada de shoppings meia boca espalhados pelos confins da cidade.

E o Sorvete do Juarez? Bem, esse aí é uma entidade. Ou, ao menos, virou uma espécie de entidade de uns seis anos pra cá, desde que o Instagram deixou de ser apenas pra iPhone e socializou a coisa dos registros e selfies em rede social de fotografia (e agora vídeo, chat, etc coisa e tal). Mas e o Juarez? Pois é, Seu Juarez era um senhor maravilhoso que criou uma família toda com a fórmula de sorvete que criou pra sobreviver. Era tão bom, que fincou raízes e fez sucesso ao longo das décadas, adoçando a boca de algumas gerações de cearenses das aldeotas. Infelizmente, Seu Juarez faleceu dia desses, mas seu sorvete entrou pra história de Fortaleza, virou tradição e com filiais espalhadas por uma certa região da cidade, digamos, mais abastada: Av. Barão de Studart, Avenida Engenheiro Santana Jr., Av. Santos Dumont, Av. Washington Soares, todos endereços nobres da cidade. 

O que eu quero dizer com isso?

Vamos lá, primeiramente #ForaTemer, em seguida que o sorvete é sim excelente, mas eu que sou suburbana criada entre a Vila União e o Montese, nunca ouvira falar do Sorvete do Juarez até uns poucos anos atrás, por motivos óbvios, porque suburbana e pobre que era, sorvete pra mim era só quando recebia o salário, o velho Kibon (antigamente, Sorvane) napolitano e no resto do mês, quando dava, era com o carro de sorvete (cinco bolas de sorvete por 1 real... tragam a vasilha e que depois virou: já temos a vasilha). E daí que, de repente, esse povo que, como eu, tudo criado tomando banho de chuva na bica do vizinho, comendo jambo das calçadas, jura de pé junto que tomava sorvete no Seu Juarez desde sempre e, ainda me tem a pachorra de afirmar que é o sorvete do coração de Fortaleza. Oi? E desde quando a elitista Barão de Studart é coração da cidade? Que eu saiba, o coração de qualquer cidade é o Centro e o Centro meu povo, não é a Aldeota, a Varjota e o Papicu. Centro é Praça do Ferreira, é a Praça José de Alencar, é a Praça dos Leões, é a Castro e Silva, o Passeio Público, é a Liberato Barroso. 

Eu, como pobre sinistra e atrevida, super acho que temos todo o direito à cidade, a tomá-la de assalto e andar bem afrontosos por ela toda. Um dos meus prazeres ocultos é andar de chinelos havaianas pelos lugares metidos a besta da ensolarada Fortaleza, seja na hamburgueria da troca de tapa ou em qualquer outro lugar hipster e metidinho, simplesmente porque eu nunca deixarei de ser quem eu sou, uma suburbana pé de chinelo e descabelada. Mas é só isso mesmo. Não vou inventar história da carochinha e dizer que me criei tomando sorvete de tapioca do Seu Juarez, quando a verdade é a que descrevi, das cinco bolas de sorvete por 1 real e, que meu ápice era a Sorveteria Tropical no bairro de Fátima (hoje... 50 Sabores), quando minha mãe ia pra novena na Igreja que batiza o bairro ou vice-versa, isso porque o bairro de Fátima é vizinho da Vila União, meu logradouro de origem.

Eu nunca irei entender que mania que esse meu povo tem de ser brega, porque negar as origens é brega que dói. Ser pobre não é brega não. A gente tem ao nosso lado Paulo Freire, Malcom X, Lampião, um monte de gente corajosa e bacana. Vocês não acham, não? Só lamento que seu Juarez não era da Vila União.

Inté.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Olivettis nem têm backspace



Quando eu tinha uns 12 anos, fiz um curso de datilografia na igreja do bairro, óbvio, de subúrbio. Aprendi a datilografar numa Olivetti azul, que era meu amor. Sim, eu era uma criança meio estranha, que tinha casos de amor por máquinas de escrever. E por lápis, lipiseira, canetas, cadernos, papéis, hoje o Word, Blogger, tenho essa afecção própria de quem gosta de escrever. E eu gosto de escrever.

Demorou um pouco pra que eu tivesse uma só pra mim, era caro e eu neo-pobre. Inclusive, tenho uma história péssima sobre, um infeliz, parente da minha mãe, que trabalhava com material de escritório, sei lá o quê, que passou anos me prometendo uma máquina de escrever, e é claro que nunca me deu. Nunca entendi pra que diabos ele mentia. Morreu recentemente o cretino, talvez soterrado pelas máquinas de escrever que ele nunca me deu.

Bateu a vontade de escrever sobre, porque fui hoje ao Centro pra tentar comprar fita pra minha máquina (o nome da máquina é Bambinha; a estorinha por trás do nome é ótima, depois eu conto) e não encontrei nas lojas onde sempre comprava, nas proximidades da Praça dos Correios. Daí, fui procurar online, e encontrei no Ponto Frio. Oi? Pois é, tem lá. E vocês sabem, né, uma coisa leva a outra, e acabei procurando por máquinas de escrever no Mercado Livre, porque ainda sonho com uma Olivetti pra chamar de minha (a Bambinha é uma Remington).

Além do ML, ainda dei uma olhada no Enjoei, encontrei gente vendendo Olivetti e Remington revisadas por mil reais, e eu achei meio absurdo.

Com o advento dos computadores, as máquinas de escrever quase desapareceram e passarem a ser objeto decorativo. Até lembrei que tem (tinha) um sebo no Rio, na rua do Real Gabinete de leitura, que decorava a vitrina com várias máquinas de escrever. Salvo engano, todas Royal.  É verdade que as máquinas de escrever têm um look retro e há antiquários que as querem vender como jóias de um tempo que jamais voltará. No entanto, os preços que alguns vendedores pedem pelas máquinas de escrever são um disparate, como mil reis por Olivettis e Remingtons. Quando me perguntam quanto vale uma máquina de escrever antiga, digo que vale menos do que pagaram por ela. Não compreendo essa obsessão de fazer das coisas mecânicas uma preciosidade. Em termos práticos: Nenhuma máquina de escrever manual posterior a 1960 vale mais de 300 reais e isto se encontrar em muito bom estado de funcionamento, revisada, lubrificada e com fitinha nova. Mil reis é um absurdo. Quem quer que esteja a pedir mais do que 300, está apenas tentando pegar um besta que queira se passar de cool. As máquinas são mecânicas e como tal, sujeitas a desgaste. Novas, poderiam escrever facilmente milhões de palavras. Usadas? Nunca se saberá quanto tempo sobrevirão, e as peças e reparos são difíceis de arranjar. Por exemplo, em Fortaleza não faço ideia donde levar minha Bambinha pra revisar, apesar de que ainda está bem, funcionando e tudo.

Doença crônica do Brasil é gostar de enganar e tirar proveito. Eu que não caio, por mais que deseje com força Uma Olivetti, ou ainda, Uma Baby Hermes. Mas a Remington ainda me deixa feliz,  com todo o seu barulho, click clack que não perdoa. Não há undo ou backspace. Nos computadores é muito fácil escrever o draft e em simultâneo começar a editar, a corrigir. Numa máquina de escrever, todo o erro é eterno, permanente, pelo que quando se escreve um primeiro draft, sabe-se que será definitivo e obriga o autor a escrever novamente tudo (e aí sim a editar) quando passa para o computador. O primeiro draft na máquina de escrever não deixa voltar atrás e a perdermo-nos com o detalhe. Obriga a andar para a frente, a colocar no papel em grandes traços toda uma ideia. O detalhe virá depois. Para quem escreve muito, e para quem escreve com ideia de fazer revisão do que escreve no computador, a máquina de escrever é um instrumento precioso. Mas também o são a caneta e o bom papel. 

As máquinas de escrever valem mais pelo valor de um sonho.

Inté.

Imagem: Do tempo que Dona Lilibete escrevia mais do que hoje em dia.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Pedalar em 2017 ❤


Natal está chegando, Ano Novo também, e junto com estas datas queridinhas, os desejos e planos para o novo ano que está chegando. E como 2016 pra mim foi difícil, coisa que, aliás, vem se repetindo desde 2013, o que eu posso esperar pra 2017? Uma hecatombe? Sei lá.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

3 Things #23


Coisas muuuito legais aconteceram essa última semana, pra variar um pouco o ano que foi bem ruinzinho, o que não vem ao caso agora, porque estou feliz.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Lojas Granado ❤


Eu amo amo (AMO) as Lojas Granado, desde o produtos até a loja em si, que, quem conhece sabe o quão lindo é uma loja da Granado: piso de ladrilho hidráulico, os frascos de boticário, os móveis vintage e o aroma maravilhoso dos produtos.

Aqui em Fortaleza sei que tem loja no Iguatemi, que é meu destino. Sempre que passo no shopping, vou à Granado, porque pra mim é como visitar um pouco do Rio. Às vezes até fecho os olhos e me imagino de volta, no caminho de casa, ouvindo Rádio Oi FM, o Back to Black ❤.

Loja Granado do Fashion Mall Rio ❤.



Loja Granado Shopping Iguatemi Fortaleza ❤


Esses frascos coloridos são da Linha Phebo da Granado e são simplesmente maravilhosos!



Bisous.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Papel de parede ❤



E como prometi, começarei uma série de postagens sobre decoração e coisas pra deixar seu cafofo arrumadinho. Lembrando que serão dicas pra quem tem orçamento humilde, mas criatividade e um certo gosto que una o vintage ao moderno (minha erê Carol me define assim *_*). E o primeiro post não poderia ser diferente, tinha que ser sobre papel de parede, que é um dos meus orgulhosinhos da vida. Não, no meu (quase ex) atual habitat não tem papel de parede e nem teria como, não por falta do papel (trouxe alguns rolos do Rio), mas porque o apartamento todo tem uma aplicação de textura daquelas ásperas, ótimas pra machucar a mão e juntar poeira, teia de aranha, ódio eterno, etc. Mas, na minha última morada no Rio, a casinha tão querida, era decorada com papel de parede, dentre outras cousas. E este post serve pra dar dicas.

Então, se você tem em sua morada paredes lisinhas, aprumadas e sempre sonhou com papel de parede, mas é pobre, este post é pra você. É, porque em geral associa-se o papel de parede à classe abastada, que procura um serviço especializado, contrata e voilà, casa com papel de parede. A proposta aqui é outra, é comprar o papel e você mesmo aplicar. E vou logo avisando, não é fácil, mas vale a pena. Ah, e ainda, esta postagem, originalmente era do meu antigo Reverbera, à época publiquei com um título enorme: "Tudo o que você queria saber sobre papel de parede mas não havia ninguém suficientemente doido para te dizer de graça." Um título meio "woddyalleano" ou título de dissertação.

E vamos lá, papel de parede é uma coisa cara, em casas especializadas pode chegar a R$300,00 o m² sem contar a mão de obra. Até mais. É, eu sei, é osso. Como era um desejo assim, daqueles que dói e tira o sono (eu sou besta), nunca desisti e um belo dia encontrei na Leroy Merlin (do Rio) papel de parede, uma seção só deles e, não era tão caro assim! Quer dizer, não era caro comparando com os papeis de parede grifados que custam o preço do mármore mais nobre. Mas há de se ressaltar que, o papel de parede que se encontra na Leroy Merlin, variando de R$ 60,00 a R$120,00 o rolo com 10 m, é bem diferente do papel de parede caro. Isso quer dizer que o papel da Leroy Merlin não presta? Não, de jeito nenhum. É um tipo de papel específico para parede, a gramatura é mais espessa, sem grosseria, na verdade, apesar da resistência, é delicado, acho que por conta da beleza. Mas eu não tenho certeza. Quanto às variedades mais caras, elas são emborrachadas, laváveis, algumas são auto-colantes, tipo, já vêm prontos para aplicar na parede e isso pode ser uma benção, porque vocês não tem noção de como é trabalhoso colocar papel de parede. E aí está outro ponto: se você, querido leitor, nunca encapou seus caderninhos de escola (vixi), nunca sequer usou aquele papel contact e fora isso tudo, ainda sofre de problemas nervosos, não aconselho a se meter com papel de parede. Na verdade, se você for muito calmo, ainda corre o risco de enlouquecer durante a empreitada, então avalie bem a situação. 

 Passo a passo nada pedagógico (use a abstração); você vai precisar de: - papel de parede suficiente para o projeto (meça a parede); - trena, régua, lápis, tesoura, estilete; - cola (pode ser a cola para papel de parede ou grude, que consiste em polvilho - goma - dissolvido em água e levado ao fogo até engrossar e virar, duh, um grude. É para usar frio, tá?). eu uso cola branca cascorez, rende que é uma beleza. - pincel ou rolinho para passar a cola na parede; -um paninho macio; -alfinete. 

1.  Antes de tudo, meça o papel e recorte direitinho os moldes que irão para a parede. Se o papel tiver desenhos, como arabescos, cenas, ainda tem que medir, afim de que um desenho encontre com o outro, para que fique bonitinho e correto. Pois é. 

2. Não dá para fazer sozinho, você vai precisar de ajuda. Recorte tudo com cuidado, lembre-se que paredes quase nunca são 100% perfeitas e, sempre tem uma tomada, um ar-condicionada a ser contornado. É, é dose. Dica, melhor que o molde do papel que vai ser colado fique um pouco maior, porque pode acertar cortando com estilete já na parede. Quando todos os moldes estiverem medidos e recortados, aí começa a parte legal e desesperadora que é colar. 

3. Aos poucos, passe a cola na parede (com rolinho é mais fácil) e vá fixando o papel e passando um paninho macio no papel já colado (facilita a não formação de bolhas de ar). E assim vai até o final. Essa parte é fácil, ruim mesmo é recortar tudo, calcular (dá ódio). 

4. Quando tudo acabar, você vai notar que, apesar de ter passado o paninho, está tudo cheio de bolhas, ou seja um cocô. Daí entra o alfinete, você vai em cada bolha e vai furar delicadamente e, passar mais uma vez o paninho. Você vai olhar e vai parecer que ainda está tudo uma porcaria, mas, no outro dia, como num passe de mágica, as bolhas terão sumido!

 Aconselho a ler este post algumas vezes, ouvir Enya, Coldplay, comer um cookie. pense que, apesar da trabalheira, ao final sua casa ficará lindalindalinda, que nem casa de filme.

Imagens para inspirar (minha casinha no Rio, eita saudade ❤).






Bisous.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

100 Unhappy Days #15


Deixei de atualizar o Unhappy Days faz uns oito meses, porque esqueci, fiquei sem tempo e também, estava tentando não lidar com "negatividade" ou pensamentos infelizes, angústias, mágoas. Mas sabe, a vida é isso também. A vida não é só momentos felizes, filtros bonitinhos no Instagram e filmes da Disney. A vida é suor e lágrimas e é bom respeitar tudo isso, porque nos amadurece.








89. Gatinhos. Vários gatinhos em minha vida. Até uns três anos atrás só tinha o Miu, mas sempre tive mais de três gatos e era um verdadeiro milagre ter um gatinho e um cachorro em casa, porque o ex odiava animais (fingiu muito bem gostar, pra me tapiar). Só que agora tenho vários gatos oriundos da ninhada da Justine e do Miu (castrados agora) e de bichinhos que salvei da rua. E é muita despesa, muito trabalho e muita gente enchendo o saco: pra que você tem/quer tanto bicho? E é questão de querer o ato de salvar vidas? Como se fosse um vício em sapatos; você tem que se livrar deles - não meu bem, tenho que me livrar de você na minha vida.

90. Quebrada. Por causa de vários fatores agregados, estou quebrada, muito quebrada.

91. Concurso. Fiz ( mais) um concurso para professor, e na concorrências alguns desagrados, inclusive fazendo prava comigo no mesmo dia, no mesmo local, a droga da prova prática de didática em que caiu o tema mais escroto da face da terra. Provavelmente o desagrado nem lembra de você, mas fica aquele climão ruim, que nada ajuda a você não brigar com a banca por discordar da postura avaliativa. Sim, eu fiz isso. Por incrível que apreça, eu passei.

92. Desilusão. Acontece que vivo me desiludindo com o ser humano, que me choca o tempo todo. Não tenho filtro contra isso, não tenho escudo contra vacilão. talvez, e somente talvez, dessa vez eu tenha aprendido a respeitar os meus instintos quando me dizem pra não confiar.

93. Fortaleza. Uma chacina sem precedentes na história da cidade. Onze pessoas assassinadas por vingança. Fortaleza que já é considerada a 3ª cidade mais perigosa do país, a 4ª mais perigosa para mulheres. A mesma Fortaleza em que as pessoas costumavam conversar no fim de tarde em suas calçadas, a mesma Fortaleza que anos atrás, era possível dormir com as janelas abertas, para entrar os ventos de setembro em casa. Onde está essa Fortaleza?

94. Minas. Um dos piores acidentes provocados pelo homem aconteceu faz poucos dias em Mariana, Minas Gerais, por culpa da Vale do Rio Doce. Um rio inteiro morreu, várias pessoas morreram e a inércia está no ar.

95. Paris. O terror que mata continua como uma sombra maligna sobre o Velho Mundo. Muito ódio e ignorância em nome de Deus e do petróleo.


Inté.

Imagens: Big Bang Theory, O Mentiroso, Scream Queens, Pulp Fiction, Fortaleza antiga.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Book a Day Week 13








23. Postcards - Todos ganhos de presente.

24. Cake - Do Livro da Nigella, meu bolo de aniversário.

25. New - Presentinho.

26. Books and tea - Prateleira.

27. Why I read and write - Só tem doido.

28. Déjeuner and 29. Poetry - Auto explicativa.

Bisous.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Photo a Day Week 11


Uma semana quase calma. Quase nenhum problema. Quase nenhuma agitação. Quase perfeita, o ue já é bom. Sim, estou naquele nível de conformismo em que o quase já me satisfaz. Ao menos por enquanto.








Monday 9: Make - Esboço de ilustração. Estou cercada por vários esboços assim neste momento. é legal. Gosto muito do meu segundo trabalho (o primeiro é ser professora. para quem ainda não sabe). Quando desenho eu esqueço do mundo, das maldades, das intrigas. Tudo se transforma em cores.

Tuesday 10: Floral - *_*

Wednesday 11: Happy Place - Minha penteadeira azul é um dos meus lugares favoritos do mundo todo.

Thursday 12: Details - Era um esboços, que virou estudo, que ganhou cores e que ganhou minha parede.

Friday 13: Colour - Fofurices que minha aluna Isabela trouxe direto da Liberdade *_*!

Saturday 14: Favourite - Minhas flores favoritas.

Sunday: 15 - Small - *_*²

Bisous.

terça-feira, 24 de março de 2015

Book a Day Week 11








09. Author: A - Inéditos e Dispersos de Ana Cristina César, uma das minhas poetas favoritas. E uma das poetas cuja lira mexe comigo. E me entristece. Uma vez fiz um colóquio sobre Ana Cristina numa oficina durante a semana de letras e me foi muito difícil segurar a emoção para conseguir falar sobre sua poesia. Para que tenham a noção.

10. Black and white - Edição bacaninha sobre a obra de Tolkien, a terra média. 

11. Quote of the day - Da edição brasileira de Oyster Boy do Tim Burton. 

12. HQ - Edição dos Perpétuos fofinhos é o tipo de coisa que me deixa com ímpetos assassinos unicórnio satânico da fofura. Pois é, eu não sou normal.

13. Bookish accessories - nhoin nhoin nhoin

14. Antique - Seu Geraldo.

15. Library - Dona Cultura.

Bisous.

terça-feira, 3 de março de 2015

Photo a Day Week 8



Outra semana difícil, intensa. Muita coisa acontecendo, nem todas boas. Eu sei que devo aborrecer vocês com as minhas lamúrias, mas desculpa, continuarei me lamuriando, porque né, isso aqui é um blog pessoal.











Monday 16: from where I stand - L'escale, um dos prédios mais lindos do Centro de Fortaleza, em frente a Caixa Econômica, outro prédio lindolindolindo. tem de tudo lá, chão de ladrilho como na imagem, chão de madeira, escadaria escândalo de madeira, lustres, cristaleiras imensas e um buffet delícia, inclusive com opções dietinha. Sempre que posso e estou sem pressa, almoço por lá.

Tuesday 17: routine - Parte da minha rotina é blogar, gente.

Wednesday 18: bedside - Tirando o filhotinho, do lado da minha cama sempre tem um livro, minha luminária fofinha e um espelho pra verificar minha foucinha quando acordo. Sempre está tétrica, mas tudo bem.

Thursday 19: fresh - Não deu.

Friday 20: this is so me! - Tanto faz Saraiva ou outra livraria, todas são muito eu, porque eu amo livrarias.

Saturday 21: matching - Amo! Se algum de vocês quiser trocar cartinhas, postais é só me avisar. Ah, e se algum leitor que more no Reino Unido, Austrália (oi, seus lindos) quiser me fazer o favor de receber encomendinhas da Lula, da Betty e da Frankie ficarei imensamente grata! è só escrever pra mim elizacoloriste@gmail.com

Sunday 22: macro - Cupacakes mais delícia que já comi, com recheio de brigadeiro e masa molhadinha. Sim, foi feito aqui em casa por minha filhota Kelly. E sim, a gente pretende fazer desse talento um negócio.

Bisous.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Motivos que me fazem amar a Madonna



Depois do Grammy polêmico em que Maddie mostrou os fundilhos e que alguns dos meus alunos fofos tretaram comigo, porque Madonna seria flop (em linguagem internética algo como um fracasso), e mesmo a mulher sendo a eterna rainha do Pop, mais do que provado, porque contra fatos não há argumentos, mesmo assim, ainda passaram por mim durante a semana pós Grammy rindo e chamando Maddie de flop. Tudo bem , são crianças de 13/14 anos e eu não vou trocar meu juízo, né? Pois é.

E, pode tombar, pode se esborrachar, não importa. Continua sendo Madonna.

Mas eu vou deixar aqui os motivos que me fazem amar Madonna, motivos aleatórios

1. ela é doida e controladora (leonina);

2. ela fez filmes péssimos que divertiram minha infância, tipo Quem é esta garota e Procura-se Susan desesperadamente;

3. ela ganhou o framboesa de ouro inúmeras vezes;

4. ela usava laço de tule e polainas no auge da década de 80;

5. o primeiro marido de Madonna foi a delícia do Sean Penn, que dava uns tapas nela (e isso é horrível); à época Maddie falou que até gostava, mas quando parou de gostar pediu divórcio;

6. ela foi excomungada, mesmo;

7. ela é brega, tosca;

8. mas virou moda na época de Vogue;

9. tudo o que a mulher faz é comentado, mesmo que todo mundo odeie;

10. ela se divorciou do babaca do Guy Ritchie;

11. ele curte uma mágoa de caboclo;

12. é viciada em trabalho;

13. na lista de músicas que me tiram da deprê-bode-preto estão pelo menos umas 6 músicas da Maddie;

14. ela teve uma fase maluca-mística-esotérica magnífica chamada Ray of Light *_*;

15. apesar de ser quem é, e de ter toda a imprensa do mundo vigiando sua vida há pelo menos duas décadas, nunca se envolveu em polêmicas agredindo ninguém ou enlouquecendo nas baladas, nunca foi presa (quase, mas por motivos artísticos, digamos assim), quer dizer, apesar de doida, ela é sã e caretinha, sabe como? acho fofo;

16. sempre foi completamente anti-homofobia;

17. a mulher faz musculação há 36 anos, meu povo. é quase o que eu tenho de vida;

18. como eu, ela não viu graça em 50 tons de cinza, pelo contrário;

Morram, Maddie é Rainha.

Bisous.



domingo, 22 de fevereiro de 2015

Achismos Pré-Oscar - Grande Hotel Budapeste



Não deve ser mistério para ninguém que me acompanha desde a postagem sobre os Globos de ouro ou os indicados ao Oscar que o meu coração é d'O Grande Hotel Budapeste, porque, como toda hipster maldita, eu queria morar dentro de um filme do Wes Anderson. Então caros leitores, não esperem uma postagem metida a séria e crítica sobre o filme, porque eu simplesmente não vou conseguir. E nem quero.

Obviamente Grande Hotel Budapeste não ganhará nada no Oscar 2015 (ou quase nada), até porque já ganhou de Birdman nos Globos de Ouro, o que foi surpreendente. Para mim, estou feliz pelo simples fato do filme ter sido feito. Que bom que ele existe e que me possibilitou devaneios com mendel's açucarados em caixinhas lindas, entre aventuras nonsense nos corredores coloridos de um hotel numa terra imaginária.

Tanto faz se a história que mistura fantasia e realidade buscando homenagear o cinema antigo não é novo. E daí, né? è fascinante do mesmo jeito. E, sinceramente, a linguagem de Wes Anderson é única e isso é inegável.

A história foi inspirada nas obras do escritor Stefan Zweig (escritos austríaco que se matou aqui no Brasil) e mistura humor, romance, nonsense e estética ou seja, um filme de Wes Anderson. Além disso tudo, podemos entender Grande Hotel Budapeste como uma história de poesia que resiste em momentos em que a realidade toda parece dominada pela crueldade. 





Bisous.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Eu ♥ Kombis



Como falei no outro post, tenho uma história afetiva com kombis. Sim, eu sou louca, eu sei. Mas faz meio que parte da minha história de vida. Passei minha infância toda indo para a escola na Kombi do Sr. Antonio, transporte escolar da Medalha Milagrosa, a escola onde estudei no Montese.

Depois um dos meus amigos mais queridos comprou como primeiro carro uma kombi caindo aos pedaços, mas que fez nossa alegria durante muito tempo. Barulhenta, esculhambada, o parachoque vivia caindo, mas a pintura vintage era tão fofa. Tinha cheiro de infância, de praia, de ta de de compras de material escolar ao som de Nirvana. E dava pra dormir *_*. Depois meu amigo vendeu a Kombi e comprou um outro carro, menos esculhambado. Na verdade, bem menos esculhambado (cadê você :( ?).

E daí que eu meio que estou nutrindo o desejo de comprar uma Kombi, em algum momento da minha vida. Sim, eu sei que elas não são mais fabricadas, que se conseguir, terei que comprar uma antiga (lindo!) e que Kombis só devem ser uadas como utilitários. Mas sabe sonho? Sonho não tem que ser lógico ou exato. Sonho tem que ser o que é, sonho. E só.






Bisous.

Imagem: E a primeira imagem do post é do filme querido Little Miss Sunshine.
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