terça-feira, 14 de março de 2017

Big Little Lies



Oiê! Sentiram minha falta? Sumida, né? Pois é, como disse no post das previsões para o Oscar 2017, meu note morreu (talvez volte em breve do mundo dos mortos), estou aqui aproveitando um note amigo, alheio, para ver se deixo o bloguito mais ou menos atualizado. Ao menos um pouco.

Então, vamos direto ao tema da postagem, nova série HBO, Big Little Lies, baseado no livro homônimo, que até bem pouco tempo atrás nunca  havia lido, mas que agora já aprecio tanto. Sim, estou viciada em BLL (Pequenas grandes Mentiras em português). É tanto vício, que após assistir o primeiro episódio, passei a madrugada lendo um arquivo pdf do livro, pra mode saber o que aconteceria com minhas queridas, Madeline, Jane e Celeste. Sim, eu já sei de tudo. Eu. Disse. Tudo! 

BLL é isso, a trama acompanha a vida de três mulheres, Madeline (a excelente Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman) e Jane (Shailene Woodley), cujos filhos ingressam no primeiro ano de um colégio em Monterey, na Califórnia. O lugar é idílico e aparentemente tranquilo, cheio de paisagens estonteantes. A vida do trio corre prosaica, num levar e buscar de crianças, às voltas com afazeres domésticas. Só que não. Competição, frustrações, conflitos conjugais — as tais grandes e pequenas mentiras do nome da minissérie — estão por trás da trama de suspense que abraça o enredo. 

 A dramaturgia captura de cara. Num plano, seguimos a rotina das personagens. Na cena que abre a série (são sete episódios), Madeline está levando a filha para o primeiro dia de aula quando torce o pé e conhece Jane, que a socorre. No caminho para a escola, elas travam o que promete ser uma amizade. Lá, encontram Celeste, mãe de dois meninos gêmeos, e uma simpatia se estabelece entre as três. Na sequência, cruzam com Renata (Laura Dern). Entendemos que ela é uma executiva bem-sucedida num ambiente dominado por donas de casa. Existe uma animosidade entre o grupo das mães que trabalham e o das que são do lar.

 À medida em que o capítulo avança, vamos sendo apresentados às crises íntimas dessas mulheres. Madeline sofre com a filha adolescente. Jane se sente sozinha (aparentemente. é muito pior do que isso, o que descobrimos no terceiro episódio). Celeste é casada com um homem mais jovem (e abusivo, o que descobrimos no segundo episódio). Nada é tão perfeito quanto parece nas cenas iniciais. Todas as personagens são construções sólidas, figuras alusivas a pessoas reais, com dramas cheios de credibilidade. Essa narrativa corre paralela a outra, numa delegacia de polícia. Ali, acontecem interrogatórios de que testemunhamos apenas trechos. 

Assim, o público fica sabendo que alguém morreu, mas não conhece a identidade da vítima. Todos os depoentes se referem às protagonistas. Somos informados, portanto, de que elas estão ligadas ao crime.

E eu já sei de tudo, como eu já disse rs. Só que mesmo sabendo de tudo, após devorar o livro, ainda acompanho cada episódio da série, que está indo para o quinto já. Fico comparando o enredo do livro com as adaptações (leves) que estão sendo feitas para a versão televisiva HBO. Ao final de tudo, só tenho uma coisa a dizer: quero ser amiga de Madeline *_*!

UPDATE: Minha gente, que final i.n.c.r.í.v.e.l! Ao mesmo tempo que muito similar ao livro, muito melhor! Uma palavra pra definir: sororidade ❤.

Bisous.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Sejam educados, seus lindos!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...