Mostrando postagens com marcador Hollywood. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hollywood. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de abril de 2016

Domingo em movimento - There's no place like home ❤





Meu lar é onde está minha alegria e paz de espírito, então, infelizmente, nesse momento não tenho um lar, um porto seguro. Estou feito Dorothy, correndo às léguas da vizinha bruxa que odeia o Totó, e que em Oz é verde. Quem sabe meu lar é o Kansas mesmo *_*.

O certo é que sempre me sinto melhor dentro de casa, com quem amo, com meus gatos, meu cachorro, meus livros, NetFlix rs.

Bisous.


quarta-feira, 30 de março de 2016

Resenha - The Witch, a New England folktale



Alerta de spoiler: leia por sua conta e risco.

Ainda estou meio tonta com tudo o que presenciei no filme The Witch, ou A Bruxa, em português, e Stephen King não poderia estar mais correto quando afirmou em sua conta no Twitter que se tratava de um filme perturbador. E é. E que precisa de uma certa sensibilidade, ou melhor, leitura mesmo para conseguir entender. Há de ter se lido muito Poe, Lovecraft, o próprio King, e, os contos de fadas das versões de Perrault, as mais assustadores, em que trolls e bruxas devoram criancinhas. Literalmente. E não só ter lido, mas ter entendido todo o terror na essência de todas essas histórias.

Uma dica: se a pessoa odiou O Anticristo do Von Trier, odiará The Witch, porque não são filmes para quem acredita que terror é sempre banho de sangue adolescente, etcetera coisa e tal. Os dois filmes são profundamente diferentes no meu ponto de vista, mas com algumas similitudes que me parecem homenagens, não sei ao certo.. Li em algum lugar uma comparação entre eles, que teriam um certo cunho feminista e tal, e na verdade Anticristo foi acusado de misógino. Até eu pensei assim durante um tempo, até macerar as ideias a respeito e constatar que nem tanto o céu, nem tanto a terra, mas de fato é um filme metafórico sobre a demonização da mulher pelas instituições. Mas as bruxas dos dois filmes são diferentes, bem diferentes, The Witch não tem nada disso, e quem viu algo assim, viu chifre em cabeça de cavalo, e eu não estou falando de unicórnios, apesar de que unicórnios têm tudo a ver com contos de fadas e estamos falando aqui de contos de fadas, só que diferentes das versões Disney, mas sim aqueles contos que afastavam as crianças das florestas, e acredito que por isso o subtítulo, a New England Folktale ou Um conto da Nova Inglaterra. 

O filme é muito corajoso, o diretor Roger Eggers foi muito ousado na maneira como trabalhou com certos aspectos tenebrosos dos contos de fadas. Muito ousado mesmo. Não tenho recordação de ter visto nada assim antes, trabalhado de forma tão literal e ao mesmo tempo, utilizando de certa sutileza, na coisa da fotografia e uma linguagem de cinema artístico.

Uma família é expulsa por excesso de fanatismo, ou heresia, e isso dá o tom do filme. Thomasin,  a garota, aparece logo no início pedindo perdão a Deus por todos os seus pecados, ali, à luz da puberdade e com os olhos bem abertos quanto a tudo que acontece na família. Uma vez expulsos, a família vai à procura de um novo lar, um paraíso perto de um bosque (olha o Anticristo aí). E já estamos na cena em que o bebê, irmão caçula de Thomasin, some, durante uma brincadeira de peek-a-boo, levada por alguém de capa vermelha (Chapeuzinho Vermelho). Corta para uma cena onírica, um pesadelo, em que o bebê é acariciado por mãos femininas, que depois o castram (sim)  e daí mulheres banham-se em seu sangue, porque bruxas comem criancinhas. Gente. A partir daí a família desconfia da nossa Thomasin, especialmente a mãe, meio megera.

Caleb, o irmão do meio, aparece abalado com o choro da mãe, Thomasin quase que impávida e os dois irmãos menores gêmeos, duas pestinhas detestáveis que só aprontam e odeiam a irmã. Entre o sofrimento da mãe e outros peculiaridades, como o comportamento bizarro do patriarca e do próprio Caleb, ambos demonstram interesse em Thomasin, tem a cena da floresta. Numa noite, os pais conversam sobre "a venda" de Thomasin, que já é quase mulher, e que portanto já pode ser negociada por mantimentos, o tal do dote para o acordo (ou pacto). Caleb decide caçar para evitar que a irmã seja vendida, a irmã o acompanha, eles se perdem na Floresta (João e Maria) e Caleb encontra com uma mulher sedutora, com atrativos maiores que Thomasin, que o domina e meio que se insinua o que seria uma relação sexual. Lembrando que Caleb tem 12 anos. Outro choque. E Caleb some, dado como morto. E de novo a culpa recai em Thomasin.

Mas Caleb reaparece nu, no meio duma noite, e fica enfermo, prostrado. Num outro dia surta, e começa a repetir frases que parecem desconexas, que lembram um encantamento (de bruxa), todos entram e começa uma bizarrice de mini exorcismo, com uma ladainha, uma reza cristã. Os gêmeos insinuam que não conseguem rezar, acusam Thomasin de ser a bruxa, Caleb começa a repetir a reza, num tom de zombaria, seguido de uma risada e de um orgasmo (sim). E morre. E os gêmeos desmaiam. E é claro que tudo é culpa de Thomasin, que é trancada no arremedo de celeiro com os animais e os gêmeos encapetados (ah, eles estavam fingindo o tempo todo, mas afirmam que ouvem os animais, inclusive o bode preto, Black Philip). E é nesse mesmo celeiro que aparece uma criatura que bebe o leite de uma das cabras (uma bruxa), e as crianças e Thomasin ficam aterrorizadas (e eu também). Enquanto isso, a mãe tem uma visão/sonho com seus dois filhos mortos, Caleb com o bebê no colo, diz para a mãe que ela deve ler o livro (que seria o livro de pacto), e pega seu bebê no colo para amamentar, mas na verdade está amamentando um corvo, e chora. O pacto não é aceito, na verdade, porque o interesse paira sobre outra pessoa. De manhã, o patriarca acorda, a mulher com o seio sangrando, ele sai e se depara com o celeiro destruído, os gêmeos sumiram e só resta Thomasin, que seria agredida pelo pai (antes disso tudo eles travam uma discussão esclarecedora). Mas nossa Thomasin é defendida por Black Philip, que mata a figura paterna. A mãe sai, começa a agredir a filha, mais por recalque do que por medo, ou algo que o valha, e Thomasin mata a figura materna. E nessa parte eu só lembrei do Psicanálise dos Contos de fadas de Bettelheim.

E aí vem o final, a cena do Black Philip andando como um homem, é tudo insinuado, mas sabe-se que é o bode (metáfora do Baphomet), e daí o pacto derradeiro, quando Thomasin se torna A Bruxa.

O filme é isso, um enredo que reproduz o terror das histórias contadas para crianças nas antigas 13 colônias americanas, herança das histórias europeias. O que o torna diferente e perturbador é, como já citado, a ousadia de mostrar como esses contos são terríveis de verdade, sem perlimpimpim da Disney: pedofilia, magia negra, rituais com sacrifício de crianças, a maldade que corrompe os mais puros, tudo ali, escondido na floresta. Sensacional. 

Boo.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Miss Peregrine's Home For Peculiar Children ❤




Eu já tinha ficado muito muito (mas tipo assim, muuuito) feliz com a notícia da filmagem de um livro que eu adoro, Miss Peregrine, ainda mais porque a direção ficou com Tim Burton, ainda mais porque Miss Peregrine é Eva Green.

Ransom Riggs, autor do livro, é roteirista e coleciona fotos antigas, inclusive tem um livro publicado com elas, mas em uma de suas viagens a procura de fotografias, encontra uma coleção muito peculiar. Ao procurar sua editora para produzir um segundo livro de fotografias, o editor o pergunta o porquê não escrever uma história baseada nessas fotos. Riggs aceita o desafio e daí nasce Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children. 

Acompanhando Jacob na descoberta desse mundo fantástico, essa obra infantil pode nos transportar a um novo mundo. E, depois da leitura, quem sabe nos leva a crer em um mundo mais fantástico. A cara do Tim burton, né? *_* A integração das fotos com a história em si é espetacular, é um livro fantástico ilustrado com imagens mais fantásticas ainda, o que nos faz pensar que tudo aquilo pode ser real, querendo ir pra lá. Ao menos eu rs.  

O enredo: Jacob era muito ligado ao seu avô e quando pequeno, as histórias extraordinárias contadas por ele foram a base para que decidisse ter uma vida extraordinária e cheia de aventuras. Mas todos os pequenos crescem e, ao crescer, Jacob descobriu que as fantásticas histórias relatadas por seu avô nada mais eram do que uma maneira dele fugir da nada feliz infância que teve como um órfão judeu fugitivo na segunda guerra. Quando crescemos, até mesmo as fotografias (provas apresentadas pelo seu avô) podem parecer falsas. Mas, quando seu avô morre de maneira misteriosa, Jacob precisa retornar ao cenário da infância do seu avô. E o que ele descobre lá pode ser muito, muito peculiar. Será que histórias fantásticas podem ser fantásticas?

Aguardando o filme. Fiquem com as imagens prévias.







Inté.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Resenha: Room (O Quarto de Jack)



Uma das únicas resenhas que pretendo fazer dos filmes indicados a alguma coisa no Oscar 2016 é justamente o meu filme favorito, o único que realmente merecia ganhar todos os prêmios artísticos, filme esse que mais parecia uma película de Arte européia, como há muito não assistia: Room.

O filme parece contar a história do pequeno Jack (Jacob Tremblay), um espirituoso menino de 5 anos que é cuidado por sua amada e devota Ma ou Joy (Brie Larson). Como toda boa mãe, Ma se dedica em manter Jack feliz e seguro, cuidando dele com bondade e amor, e fazendo coisas típicas, como brincar e contar histórias. Só que essa pequena família é tudo, menos normal, porque Ma é uma vítima de pedofilia, fora sequestrada há alguns anos e é mantida em cárcere nesse quarto, onde é abusada constantemente, inclusive ficando grávida do pequeno Jack, seu único alento. É por isso que na minha perspectiva, Room é sobre Ma e não sobre Jack. Na verdade, Jack é nosso herói, cuja capa são os cabelos, que mais tarde são cortados, sem que ele perca os super poderes.

O filme é adaptado a partir do livro, e foi a própria autora, Emma Donoghue, quem adaptou a história para o cinema e isso é algo raro em Hollywood. Ela se inspirou em crimes reais e não deve ter sido fácil resumir uma obra tão delicada, em um filme com menos de duas horas de duração. 

Room é dividido em dois capítulos. A primeira parte é dominada pela dor de Ma no cativeiro e por seus esforços em manter seu filho feliz. Brie Larson reina demonstrando a experiência e segurança de uma grande atriz, ao nível de Cate Blanchett. Mas a segunda parte do longa, é carregada pelo jovem Jacob Tremblay. Não existe protagonista e coadjuvante, pelo menos não entre Brie Larson e Jacob Trembley, porque eles formaram uma bela parceria, que se complementa. A conexão entre seus personagens é tão forte, a ponto de roubar o coração do espectador. Acredito que esta é a primeira vez, desde Dakota Fanning, que um ator mirim consegue dominar seu papel e deixar o público cativado, como em I am Sam. 

 Larson surpeende com tamanha entrega e naturalidade. Apareceu de cara lavada em grande parte do filme, devastada pela presença de Old Nick, interpretado por Sean Bridgers, e pelos sete anos que passou olhando o mundo através de uma pequena janela. Após o retorno da personagem para a sociedade, Larson retratou perfeitamente o sentimento de estar livre, mas não se sentir livre. Além do relacionamento entre mãe e filho, o filme também fez questão de mostrar tudo o que Ma deixou para trás desde seu sequestro: toda a sua vida e sonhos.

Ao mesmo tempo que Ma (ou Joy) consegue retomar sua vida, o avô não aceita o neto que foi fruto de anos de abuso, e simplesmente decide que não quer contato com ele. Marcados por uma tragédia incompreensível, é Jack quem ganha forças e consegue unir o que sobrou de sua família. Justamente quem teria a maior dificuldade em conhecer a liberdade, foi quem tirou o maior proveito dela. Os papéis se revertem, e é Jack quem passa a cuidar de sua querida Ma, ele a orienta e faz de tudo para ajudá-la a manter a sanidade. 

A parte final, o retorno e despedida ao quarto (de Jack) é umas das partes mais doloridas do filme, e é a minha favorita.

Assistam.

Inté.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Desafio - As Três Séries mais Incríveis


Minha filha Vivi e eu estávamos conversando sobre séries (aqui em casa sempre estamos conversando sobre arte e isso é muito bom) e daí surgiu uma espécie de desafio entre nós, se conseguiríamos definir as três séries mais incríveis que já assistimos, em diferentes níveis: técnico, artístico (série que parece um filme de tão boa que é) e a transformadora, revolucionária, inovadora. 

E olha, nem foi difícil para mim elencar um de cada. nem doloroso rs. 

Antes de deixar aqui minhas escolhas, quero deixar bem claro para vocês que não esperem encontrar Friends, até porque Friends para mim é só legalzinho. Eu gosto de Friends, mas com ressalvas. Gosto da terceira temporada, goste de Phoebe e acabou por aí. Não vejo nada nada de sensacional, e para ser bem sincera, considero superestimada, especialmente quando se tem Seinfeld como contemporânea.

E vamos lá.

Melhor série em termos técnicos, melhor realizada, com orçamento bem aproveitado, figurino, pesquisa: 

Roma



Sim, eu amo Game of Thrones, e a série, que já está na sexta temporada (falta um mês!), tem todas essas qualidades, mas não, eu não a coloco nesse patamar, de melhor série em termos técnicos, esse lugar é de Roma, por toda a sua grandiosidade de realização, lembrando que estamos falando do começo dos anos 2000. A pesquisa, o cuidado com o enredo, a construção do Julia Cesar, do Marco Antonio e da representação do próprio Império Romano.

Melhor série em termos de mensagem transformadora, revolucionária e inovadora:

Orange Is The New Black



Cara, que série! A primeira vez que algo assim é feito, sobre mulheres à margem da sociedade, louras, negras, feias, gordas, magras, expatriadas, abandonadas, estupradas, drogadas, lésbicas, trans. Que incrível, minha gente! Obrigada, NetFlix, porque nunca que uma emissora de Tv convencional faria algo assim, tão transgressor.

Série que de tão boa deveria ser um filme:

True Detective, primeira temporada



Inacreditável acho que define bem a primeira temporada de True Detective. O enredo de Pizollato e a direção magistral do Fukunaga, assistimos a criação de uma série com premissas que iniciam-se de maneira niilista, passando para o pessimismo, até que presenciamos Rust acreditar que o bem há de vencer, e que bom que ele vence, e estamos aí numa discussão metafísica. A perspectiva de que o ser humano precisa de muita coisa ruim, para se opor ao bem.

Sabendo que tenho que assistir Black Mirror, Sense 8, Fargo e The Hundred.

Inté.

terça-feira, 1 de março de 2016

And Oscars Goes to...



E este ano não falarei do red carpet ou apenas do red carpet como em outros anos, mas sim da premiação em si, que foi diferente em algumas perspectivas.

Pra começar a apresentação de Cris Rock incomodou muita gente, especialmente os racistas americanos e até alguns negros, especialmente os que fizeram côro no #OscarsSoWhite. Confesso que por vezes achei o discurso do Chris meio artificial, porque dava pra sentir o mea culpa da Academia por ali, academia essa que chamou vários artistas negros para apresentar os prêmios, e que contou com a própria presidente da Academia, que por sinal é mulher e negra. Tirando os exageros, eu gostei da apresentação, porque o resumo de tudo era: igualdade de oportunidades, que é o que nos falta.

A cerimônia contou com alguns momentos marcantes, como a apresentação da Lady Gaga, mais emocionada do que emocionante, ao menos no meu ponto de vista. Óbvio que todas aquelas pessoas vítimas de abuso, ali no palco, foi muuito muito marcante. mas me desculpem, a apresentação da Gaga não me tocou, talvez porque eu ainda esteja engasgada com a palhaçada do Grammy e aquele cover tosco que ela fez do Bowie, que achei péssimo e pretensioso. Mas amei que a Brie Larson foi lá e abraçou cada uma daquelas pessoas.

E a Brie Larson que interpretou Joy, em O Quarto de Jack, garota sequestrada e abusada durante anos, que tem um filho no cativeiro, que é justamente o Jack, lindamente interpretado pelo querido Jacob Tremblay, que roubou todas as atenções, simplesmente sendo um garotinho fofo, fã de Star Wars. Ah, e ela levou o Oscar de melhor atriz, uma das poucas previsões que acertei, inclusive.

Na verdade eu errei foi tudo rs, e isso foi muito bom. Bom, porque é maravilhoso se surpreender com as coisas e eu me surpreendi com todos os Oscars que Mad Max levou. Mad Max que eu assisti ano passado e que amei: Furiosa! Mad Max diferente da versão antiga, e se me permitem, muito melhor, pelo discurso feminista, negação ao capitalismo e crítica aberta ao fundamentalismo. Brilhante! Mas senti faklta da indicação de melhor atriz para Charlize. E me surpreendi que Spotlight ganhou melhor roteiro e melhor filme e olha, mereceu sim, pela coragem do enredo, em tratar da pedofilia na igreja católica.

Por conta disso tudo é que tivemos um Oscar diferente, e que ficará em nossa memória, não como um dos memoráveis, mas por ser diferente em si.

Inté.

Imagem: Jason Tremblay e sua meia de Darth Vader *_*.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Indicados ao Oscar 2016



Gente, era pra ter postado isso um mês atrás, mas como expliquei no outro post, estou mórta. Mas eu sei que vocês, seus lindos, já me perdoaram e devem ter rido um monte do meu outro post cheio das queixas e azedumes, de praxe, né, porque sou euzinha ;).

E eu até pensei em deixar pra lá e, pela primeira vez nessa minha década de postagens, ignorar o Oscar, porque é uma edição cheia de probleminhas. Nenhum (NENHUM) indicado negro e não é que deva ter cota, como li alguns babacas comentando por aí, nessa internet de ninguém. Não, seus trouxas, é que não se tem indicado, porque a Academia é leviana e injusta. Temos Samuel L Jackason absolutamente brilhante em Os 8 Odiados e Michael B. Jordan espetacular em Creed, e as indicações não vieram. E vejam bem, apenas dois papeis, dois possíveis candidatos, que é muito pouco e ainda forma deixados de lado. São poucos papeis para negros, poucos negros dirigindo, produzindo, atuando, escrevendo, etcetera. É, por falta de talento? Claro que não, é falta de oportunidade. Esperando que Cris Rock dê o recado.

E vamos direto aos indicados, que todo mundo uma altura dessas já sabe de cor, mas e daí?

Melhor Filme 

 Mad Max - Estrada da Fúria 
 O Regresso (eu acho que leva)
 O Quarto de Jack (eu queria que levasse)
 Spotlight - Segredos Revelados 
 A Grande Aposta 
 Ponte dos Espiões 
 Brooklyn 
Perdido em Marte 

Melhor Diretor 

 Alejandro G. Iñárritu - O Regresso (tem chances, apesar de que ganhou ano passado por Birdman)
 Tom McCarthy - Spotlight - Segredos Revelados 
Adam McKay - A Grande Aposta 
 George Miller - Mad Max: Estrada da Fúria
 Lenny Abrahamson - O Quarto de Jack (minha torcida)

 Melhor Atriz 

Cate Blanchett - Carol 
Brie Larson - O Quarto de Jack (eu acho que leva; tem que ser!)
Saoirse Ronan - Brooklyn 
Charlotte Rampling - 45 Anos 
Jennifer Lawrence - Joy - o Nome do Sucesso 

Melhor Ator 

Bryan Cranston - Trumbo 
Leonardo DiCaprio - O Regresso (torço muito, porque el merece desde O Aviador, fora que faltou a indicação por Django Livre, aquele vilão feito por ele estava impecável)
Michael Fassbender - Steve Jobs 
Eddie Redmayne - A Garota Dinamarquesa
Matt Damon - Perdido em Marte 

Melhor Ator Coadjuvante (está fuck essa categoria)

 Christian Bale - A Grande Aposta 
Tom Hardy - O Regresso 
Mark Ruffalo - Spotlight - Segredos Revelados (minha aposta)
Mark Rylance - Ponte dos Espiões 
Sylvester Stallone - Creed - Nascido para Lutar (se ganhar, acharei fofo)

Melhor Atriz Coadjuvante (cadegoria difícil)

Jennifer Jason Leigh - Os 8 Odiados (está incrível)
Rooney Mara - Carol 
Rachel McAdams - Spotlight - Segredos Revelados 
Alicia Vikander - A Garota Dinamarquesa (o filme é ela)
Kate Winslet - Steve Jobs (sempre tem chance)

 Melhor Roteiro Original 

 Matt Charman - Ponte dos Espiões 
Alex Garland - Ex Machina 
Peter Docter, Meg LeFauve, Josh Cooley - Divertida Mente (merece muito, animação incrível, roteiro sensível, não é um filme feito para crianças, é feito para tocar seres humanos)
Josh Singer, Tom McCarthy - Spotlight - Segredos Revelados 
Jonathan Herman, Andrea Berloff - Straigh Outta Comptom 

 Melhor Roteiro Adaptado 

 Charles Randolph, Adam McKay - A Grande Aposta 
Nick Hornby - Brooklyn 
Phyllis Nagy - Carol 
Drew Goddard - Perdido em Marte 
Emma Donoghue - O Quarto de Jack (de longe o melhor)

Melhor Animação 

 Anomalisa 
Divertida Mente (não dá, gente)
Shaun, o Carneiro 
O Menino e o Mundo 
As Memórias de Marnie 

Melhor Documentário em Longa-Metragem (Amy x Nina)
 Amy (gente)
Cartel Land 
O Peso do Silêncio 
What Happened, Miss Simone? (gente, gente!)
Winter on Fire: Ukraine's Fight fo Freedom 

Melhor Canção Original (espero que a Lady Gaga se controle, ela está muito metida)

 "Earned It" - The Weeknd - Cinquenta Tons de Cinza 
"Manta Ray" - J. Ralph & Anthony - Racing Extinction 
"Simple Song #3" - Sumi Jo - Youth 
"Writing's On The Wall" - Sam Smith - 007 Contra Spectre 
"Til It Happens To You" - Lady Gaga e Diane Warren - The Hunting Ground 

Melhor Fotografia

Carol 
Mad Max: Estrada da Fúria 
O Regresso (minha aposta)
Sicario: Terra de Ninguém
 Os 8 Odiados 

Melhor Figurino 

O Regresso 
Carol 
Cinderela 
A Garota Dinamarquesa (minha aposta)
Mad Max: Estrada da Fúria 

Melhor Mixagem de Som 

Ponte dos Espiões 
Mad Max: Estrada da Fúria 
 Perdido em Marte 
O Regresso 
 Star Wars - O Despertar da Força (acho)

 Melhor Edição de Som 
 Sicario: Terra de Ninguém 
Mad Max: Estrada da Fúria 
 Perdido em Marte 
O Regresso 
 Star Wars - O Despertar da Força 

 Melhores Efeitos Visuais 

 Star Wars: O Despertar da Força (também acho)
 Mad Max: Estrada da Fúria 
Perdido em Marte 
Ex Machina 
O Regresso 

Melhor Design de Produção 

 Ponte dos Espiões 
A Garota Dinamarquesa (minha apostinha)
Mad Max: Estrada da Fúria 
Perdido em Marte 
O Regresso 

Melhor Edição 

 A Grande Aposta 
 Mad Max: Estrada da Fúria 
 O Regresso 
Spotlight - Segredos Revelados 
Star Wars: O Despertar da Força (acho de novo. só acho)

Melhor Trilha Sonora 

 Carter Burwell - Carol 
Ennio Morricone - Os 8 Odiados (gente)
Jóhann Jóhannsson - Sicario: Terra de Ninguém 
Thomas Newman - Ponte dos Espiões
 John Williams - Star Wars: O Despertar da Força

Daqui a pouco a gente sabe ;).

Inté.

Imagem: O Quarto de Jack, meu favorito.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Indicados Golden Globes



E eu não assisti praticamente nada dos indicados aos Globos este ano. Quase não assisti nenhuma série nova, na verdade reassisti séries antigas e fiz infinitas maratonas de Star Wars rs. Então nem vou dar pitacos, porque né? Mentira, vou sim hahaha! Tudo bem, eu não assisti, mas li a crítica sobre e conhecendo os Globos nesse anos que acompanho, dá para ter uma ideia do que pode acontecer.


Indicados na categoria Tv


Melhor Série Dramática 

Empire (todas as chances)
Game of Thrones (tem chances, apesar de que a maioria dos fãs detestou, a crítica gostou)
Mr. Robot
Narcos (apesar das pessoinhas com síndrome de vira-lata reclamando do sotaque do Wagner Moura, a série é incrível e tem chances reais de ganhar)
Outlander 

Melhor Ator em Série Dramática 

Jon Hamm – Mad Men (muitas chances)
Rami Malek – Mr. Robot 
Wagner Moura – Narcos (tem chances como já citado e especialmente por ele)
Bob Odenkirk – Better Call Saul 
Liev Schreiber – Ray Donovan 

Melhor Atriz em Série Dramática 

Caitriona Balfe – Outlander 
Viola Davis – How to Get Away With Murder (todas as chances do mundo)
Eva Green – Penny Dreadful (estou torcendo muito!)
Taraji P. Henson – Empire (tem chance)
Robin Wright – House of Cards (provável)

Melhor Série de Comédia 

Casual Mozart in the Jungle 
Orange Is the New Black (a gente sempre torce)
Silicon Valley 
Transparent (chances gigantes)
Veep (chances absurdas)

Melhor Ator em Série de Comédia 

Aziz Anzari – Master of None 
Gael García Bernal – Mozart in the Jungle (chances)
Rob Lowe – The Grinder 
Patrick Stewart – Blunt Talk 
Jeffrey Tambor – Transparent (todas as chances)

Melhor Atriz em Série de Comédia 

Rachel Bloom – Crazy Ex-Girlfriend 
Jamie Lee Curtis – Scream Queens (tem chances)
Julia Louis-Dreyfuss – Veep (todas)
Gina Rodriguez – Jane the Virgin 
Lily Tomlin – Grace and Frankie 

Melhor Minissérie ou Filme para TV 

American Crime 
American Horror Story: Hotel (sempre torcendo)
Fargo (provável)
Flesh & Bone 
Wolf Hall

 Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV 

Idris Elba – Luther 
Oscar Isaac – Show Me a Hero 
David Oyelowo – Nightingale
 Mark Rylance – Wolf Hall 
Patrick Wilson – Fargo (provável)

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV 

Kirsten Dunst – Fargo (chances)
Lady Gaga – American Horror Story: Hotel (torcendo)
Sarah Hay – Flesh & Bone 
Felicity Huffman – American Crime 
Queen Latifah – Bessie (chances)

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV 

Alan Cumming – The Good Wife (chances)
 Damian Lewis – Wolf Hall 
Ben Mendelsohn – Bloodline 
Tobias Menzies – Outlander 
Christian Slater – Mr. Robot 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV 

Uzo Aduba – Orange is the New Black (torcendo)
Johane Frogat – Downton Abbey 
Regina King – American Crime 
Judith Light – Transparent (todas as chances)
Maura Tierney – The Affair

Indicados na categoria Cinema


Melhor Filme Dramático 
Carol (muitas chances)
Mad Max: Estrada da Fúria (chances)
O Regresso (chances)
O Quarto de Jack 
Spotlight – Segredos Revelados 

Melhor Diretor 
Todd Haynes, por Carol (chances)
 Alejandro G. Iñárritu, por O Regresso (chances, apesar da língua comprida)
Tom McCarthy, por Spotlight – Segredos Revelados 
George Miller, por Mad Max: Estrada da Fúria (chances)
Ridley Scott, por Perdido em Marte 

Melhor Ator Dramático 
Bryan Cranston, por Trumbo 
Leonardo DiCaprio, por O Regresso (chances)
Michael Fassbender, por Steve Jobs (chances)
Eddie Redmayne, por A Garota Dinamarquesa (chances)
Will Smith, por Concussion

 Melhor Atriz Dramática
 Cate Blanchett, por Carol (sempre tem chances)
Brie Larson, por O Quarto de Jack 
Rooney Mara, por Carol (chances)
Saoirse Ronan, por Brooklyn 
Alicia Vikander, por A Garota Dinamarquesa 

Melhor Filme Musical ou de Comédia 
A Grande Aposta 
Joy: O Nome do Sucesso (chances)
Perdido em Marte 
A Espiã que Sabia de Menos 
Descompensada 

Melhor Ator em Filme Musical ou de Comédia 
Christian Bale, por A Grande Aposta 
Steve Carell, por A Grande Aposta (muitas chances)
Matt Damon, por Perdido em Marte 
Al Pacino, por Não Olhe para Trás 
Mark Ruffalo, por Sentimentos que Curam 

Melhor Atriz em Filme Musical ou de Comédia 
Jennifer Lawrence, por Joy: O Nome do Sucesso (chances)
Melissa McCarthy, por A Espiã que Sabia de Menos 
Amy Schumer, por Descompensada 
Maggie Smith, por A Senhora da Van (amo)
Lily Tomlin, por Grandma 

Melhor Roteiro 
 O Quarto de Jack 
Spotlight – Segredos Revelados
 A Grande Aposta 
Steve Jobs 
Os 8 Odiados (amo)

Melhor Ator Coadjuvante 
Paul Dano, por Love & Mercy 
Idris Elba, por Beasts of No Nation (tem chances)
Mark Rylance, por Ponte dos Espiões
 Michael Shannon, por 99 Homes
 Sylvester Stallone, por Creed: Nascido para Lutar (Rocky Rocky Rokcy rsrs)

Melhor Atriz Coadjuvante 
Jane Fonda, por Youth
 Jennifer Jason Leigh, por Os 8 Odiados 
Helen Mirren, por Trumbo 
Alicia Vikander, por Ex Machina 
Kate Winslet, por Steve Jobs (chances)

Longa de Animação 
Anomalisa 
O Bom Dinossauro 
DivertidaMente (todas as chances)
Snoopy & Charlie Brown – Peanuts, o Filme 
Shaun: O Carneiro 

Melhor Filme Estrangeiro 
The Brand New Testament (França/Bélgica/Luxemburgo)
 O Clube (Chile)
 O Esgrimista (Finlândia/Alemanha/Estônia) 
Cinco Graças (França)
 O Filho de Saul (Hungria) 

Melhor Trilha-Sonora Original 
Carol 
A Garota Dinamarquesa 
Os 8 Odiados
 Steve Jobs
 O Regresso 

Melhor Canção Original 
"Love Me Like You Do", de Cinquenta Tons de Cinza 
"One Kind of Love", de Love and Mercy 
"See You Again", de Velozes e Furiosos 7
"Simple Song No. 3", de Youth 
"Writing's on the Wall", de 007 contra Spectre

Depois voltamos ao Globos com red carpet, as usual e opiniões sobre os ganhadores ;).

Bisous.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Star Wars - A Teoria sobre Kylo Ren



Atenção: Spoiler, continue por sua conta e risco!

Sim, eu sei que o bloguito está meio monotemático, que não é sobre o tema natalino e sim sobre Star Wars, mas né, me deixa que estou feliz. Não sei se leram, mas saiu no Buzzfeed uma teoria sobre um dos personagens mais impactantes da nova trilogia, Kylo Ren.

Como falei por aqui, Kylo Ren é um dos novos vilões de Star Wars, filho de Han Solo e Leia Organa, treinado para ser um Jedi por ninguém menos que titio Luke Skywalker, até ser seduzido pelo lado sombrio da força, por influência do grande vilão da nova saga, Snoke. Kylo Ren é um enigma, um personagem que divide opiniões; uns mais agoniadinhos não entenderam a coisa da construção do personagem, já outros entenderam, querem mais e estão adorando (eu). É um vilão em formação, cheio de angústias, dúvidas, sofre, mareja os olhos d'água, mas sem hesitar em matar uma cidade toda ou um subordinado, que lhe deu uma notícia ruim, just like grandfather.

E no episódio VII todos assistimos esse mesmo Kylo Ren executar o pai, não antes de um diálogo muito estranho, em que ele pedia ajuda para fazer algo que o estava consumindo: que era matar o Han Solo, como ele fez. Han Solo que foi executado com uma expressão de "eu te perdoo" ou "eu te entendo". Muito estranho.

 E a teoria? Segunda a teoria, Kylo Ren na verdade estaria fingindo ser um traidor, para se tornar um Sith de verdade e então poder se unir a um Jedi de verdade (Rey) para destruir Snoke. Tudo de caso pensando, tudo planejado, inclusive as mortes na Academia Jedi teriam sido um embuste ou parte do plano, etcetera coisa e tal. O que eu achei? Apesar de não ter muito a ver com um típico roteiro de Star Wars, faz sentido e seria bem criativa essa reviravolta, e como a história do que acontecerá nos próximos filmes da saga ainda está se desenvolvendo, muita coisa pode acontecer. Se lembrarmos que na Trilogia Clássica, Darth Vader morria no primeiro filme, não era o pai de Luke, muito menos de Leia, eles nem eram irmãos, e que por algum tempo Luke era a Leia, a gente pensa que sim, TUDO pode acontecer. Outra época, obviamente, em 1977 STAR Wars prometia ser um fracasso retumbante e não uma saga que criaria toda uma mitologia e atravessaria gerações, mudando a história de se fazer filme em Hollywood. Então, tudo pode acontecer com o enredo dessa nova trilogia? Eu acho que não.

Mas vamos lá:

 1. Kylo Ren é um vilão (em formação que seja) muito estranho, atípico. Em vez de sentir o domínio e tentação do lado sombrio, ele sente isso do lado da luz. Inédito no universo SW;
2. Aquele diálogo com o pai Han Solo na ponte, antes de executá-lo, foi muito peculiar;
3. Ele não parece sentir raiva da Rey, nem quando o sabre do Anakin a escolhe, nem quando ela ganha aquele primeiro duelo. Ele parece confuso, dividido. Fora algumas vezes que parece um cachorrinho suplicante (nada Sith rs);
4. E o diálogo com a máscara do Darth Vader: I will finish what you started. (matar os Siths ou os Jedis?)

 O que me parece é que essa coisa de equilíbrio entre o lado sombrio e a luz é o mote dessa nova trilogia, levando em conta os preceitos da saga, parece meio estranho, porque vai contra a mitologia toda, pois o equilíbrio na Força é corrompido e destruído pelo lado sombrio, e para combater isso é que existe a Ordem Jedi. Então não faria sentido algum a teoria de união entre um Sith e um Jedi.

 1. Se a gente analisar o principal cartaz de divulgação do episódio VII O Despertar da Força, Kylo Ren e Rey estão em simetria, o sabre de Kylo perfeitamente alinhado com o bastão da Rey;
2. No duelo entre Kylo e Rey, antes que ela usasse a força, quando os sabres se cruzaram, o rosto de Kylo iluminado pelo sabre azul que outrora foi de Anakin Skywalker (o escolhido), e o rosto de Rey iluminado pela luz vermelha do sabre (Sith?) de Kylo Ren.

 Não sei vocês, mas a minha ansiedade só aumenta rs.

 Inté.

Nasce um Sith *_*



Trecho de episódio de Gilrs, série HBO da nossa Lena Dunham, acho que da segunda temporada.


Bisous.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Star Wars lista de coisas favoritas



Foi uma brincadeira que me marcaram no Facebook, achei tão legal que trouxe pra cá, fora que é muito legal procurar imagens relacionadas*_*.

(Textos e listas livres de spoilers do ep VII, apesar de conter dos outros episódios)

Escrevi um post sobre o Despertar da Força, contendo alguns spoilers e teorias a partir do que conheço da Mitologia de SW e do que assisti no filme novo.

Sou duma geração que cresceu com a saga Star Wars, meu amor por vilões nasceu com Darth Vader, e é muito amor rs, e passei esse amor para meus filhos, a segunda geração de fãs da saga em nossa família. Meu filho Yan, depois de minha amiga Jacinta, é possivelmente a pessoa que mais conhece Star Wars que conheço, inclusive o UE, que a Disney desconsiderou como canon, o que magoou o coração de muitos padawans por aí rs.

Como fã antiga posso afirmar que AMEI o Despertar da Força, amei! Tem falhas, mas quem liga rs. Pra mim o maior furo é o nome rídiculo do Líder Supremo... Snoke (?). Na boa, que nome ridículo. O mair destaque pra mim é o Adam Driver como Kylo Ren. 

Ordem de filmes favoritos: 



1.O Império Conta-Ataca (por motivos de que... Darth Vader: Não. Eu sou seu pai!); 
2.O Despertar da Força (sim, eu já amo muito tudo isso: Rey, Finn, BB8 *_* rs); 
3.Uma Nova Esperança (clássico, Sir Alec Guinness como Obi-Wan); 
4. A Vingança dos Sith (e nasce Darth Vader); 
5.O Retorno de Jedi (eu acho chato); 
6. A Ameaça Fantasma (gosto só por causa do Qui-Gon Jinn); 
7.O Ataque dos Clones (chaaato). 




Por ordem de melhores cenas/ sequências: 

1. As naves indo contro o pôr do Sol, em O Despertar da Força, uma clara homenagem ao brilhante Apocalypse Now, que inclusive é a minha nova capa; 
2. Obi-Wan usando o controle mental Jedi em Uma Nova Esperança; 
3. A morte de Obi-Wan em Uma Nova Esperança; 
4. Yoda tirando a nave do pântano em O Império Contra-Ataca; 
5. A icônica cena em que Luke descobre que é filho de Darth Vader em O Império Contra-Ataca; 
6. A morte do Imperador Palpatine em O Retorno de Jedi; 
7. Quando a Millennium Falcom aparece em O Despertar da Força. 




{todas querem o sabe}

Por ordem de melhores lutas/ combates: 

1. Anakin Skywlaker x Obi-Wan em A Vingança dos Siths; 
2. Darth Vader x Obi-Wan em Uma Nova Esperança; 
 3. Darth Maul x Obi-Wan e Qui-gon Jinn em A Ameaça Fantasma; 
4. Obi-Wan x General Grievous em A Vingança dos Sith; 
5. Yoda x Palpatine em A Vingança dos Sith (apesar de ser muito gráfica, Yoda é Yoda); 
7. Kylo Ren x Rey em O Despertar da Força. 


Personagens favoritos independente da atuação:

 1. Darth Vader/ Anakin (Trilogia Clássica e Prelúdio); 
2. Rey (Despertar da Força); 
3. Obi-Wan (Trilogia Clássica e Prelúdio); 
4. Yoda (Trilogia Clássica e Prelúdio); 
5. Luke Skywalker (Trilogia Clássica); 
6. Kylo Ren (O Despertr da Força) 
7. Grievous ( Prelúdio).

E agora quem quiser participar basta publicar em sua rede social e/ou blog ;).

Inté. 

Gif do dia - BB8


E semana passada estreou Star Wars: Despertar da Força e ainda estou no impacto do filme, minha gente! O melhor desde O Império Contra-Ataca, pelo menos para mim.

E o BB8 que eu quero levar pra casa, como é que faz *_*?

Esta semana já tivemos post sobre o filme com achismos e spoilers, porque não tem como comentar o filme sem falar sobre uma coisa ou outra, não tenho o talento da Ana Maria Bahiana, desculpa. Entrou no ar antes do natal, para vocês lerem comendo rabanada e meus leitores que moram fora, lerem tomando eggnog ;).

Inté.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Star Wars: O Despertar da Força (com spoilers e teorias)


E vou avisar de novo, para que não reclamem, vai ter spoiler sim, porque né, difícil comentar o filme a partir das minhas impressões, sem contar nada do enredo. Eu amo a saga Star Wars, cresci assistindo e na verdade, nasci com a saga, porque nasci em 1977, ano da estreia de Uma Nova Esperança, primeiro filme da trilogia clássica, que depois virou a segunda trilogia (ou Trilogia Original, Sequela, sei lá rs), então é muito difícil pra mim escrever de forma não passional.


O Despertar da Força, episódio VII da terceira trilogia de Star Wars, foi muito mais do que eu esperava, superou todas as minhas expectativas e eu nem tinha tantas, só estava ansiosa mesmo. Lembro de quando estreou a segunda trilogia, que na verdade virou a primeira (Prequela, Prelúdio), com os episódios I, II e III, que as pessoas odeiam e que eu até gosto (porque gosto de saber do começo das coisas) que fiquei muito muito ansiosa. Lembro de que fui assistir a estreia da Vingança dos Siths (2005) com meus amigos de faculdade, e lá se vão 10 anos. Chorei com todo o processo de transformação do Anakin em Darth Vader, desde a morte do Mance Windu, dos padawans até a luta com Obi-Wan. Sim, eu chorei com filme de ficção científica, me deixa. Até porque, Star Wars nos comove e atravessa gerações e não é por causa dos efeitos especiais, mas sim da luta do bem contra o mal, e ainda, porque é profundamente humano na maneira como aborda tudo isso. Ah, o cinema ❤.


O filme em si: espetacular. Desde os efeitos especiais inacreditáveis, até todo o respeito no trato dos detalhes e homenagens à antiga trilogia (o filme está cheio de easter egs, ou ovos de páscoa, expressão em inglês que quer dizer, mais ou menos, surpresas inesperadas) e toda a mitologia surgida a partir de O Despertar da Força. Rey é nosso novo Luke Skywalker, sendo filha dele ou não (não sabemos ainda); Finn, o Stormtrooper desertor, nosso novo Han Solo; Kylo Ren o novo Darth Vader. Não entendam como substitutos, não. Cada personagem novo tem sua própria história e personalidade, mas que podemos localizar no lugar das personagens da trilogia original, dentro de uma nova história que no final das contas é a mesma: a busca pelo equilíbrio da Força.

Rey, qual é a sua história? A gente sabe que ela foi deixada em Jakku, por algum motivo extremo, porque abandonar uma menininha à própria sorte, num planeta de ladrões e traficantes não é algo normal; alguém que tem alguma ligação com os Skywalker, porque afinal, Rey ouve o chamado do sabre de luz de Anakin, que passou para Luke, que o perdera na luta épica que travou com seu pai, Darth Vader - O Império Contra-Ataca; e a força é poderosa em Rey, como é poderosa na família Skywalker; Rey não só resiste ao poder mental de Kylo Ren, como entra em sua mente e vê seu medo, hipnotiza o Stormtrooper, exatamente como o Obi-Wan de Alec Guinness faz em Tatooine (o mesmo sotaque britânico *_*) e desenvolve muito rápido habilidade de usar a Força. Minha ídala!


Kylo Ren, filho de Han Solo e Leia Organa, levado para ser treinado na Academia Jedi de Luke, seu tio, até alguma coisa acontecer, e ele se virar contra os Jedi e matar todos da academia, como seu avô Anakin fez no Templo Jedi em Coruscant. Han Solo comenta com Leia, num certo trecho do filme, que sempre teve muito de Darth Vader em Kylo Ren (que na verdade se chama Ben, certamente uma homenagem a Obi-Wan). No episódio VII nos deparamos com um vilão em formação, assim como Rey e Finn são heróis em formação. Kylo Ren é agressivo, há muita raiva e ressentimento nele, como se sentisse traído e enganado por sua família e pela luz, como se essa representasse algo de que ele tem medo e quer fugir. Ou seja, ele acredita que está no lado correto, profundamente influenciado pelo verdadeiro vilão, o Líder Supremo Snoke, que aliás é a minha única ressalva em relação ao filme, não a personagem, mas o nome ridículo.


Snoke, quem é você na noite? Ou no Lado Negro? Gente, quase certo que Snoke seja um Darth Plagueis, só o maior vilão da Mitologia de Star Wars, um dos maiores, e sem dúvida mais poderosos Sith do universo da saga. Embora ele nunca tenha marcado presença fisicamente em qualquer dos filmes da franquia, seu alcance se estendeu muito além de sua morte. Plagueis era o mestre de Darth Sidious, também conhecido como Imperador Palpatine, e foi reverenciado em uma cena entre Sidious e Anakin Skywalker no Episódio III: A Vingança dos Sith. Esse antigo Lorde Sith aparentemente tornou-se tão poderoso em seus estudos sobre o Lado Sombrio, que encontrou uma maneira não apenas de se tornar portador da maior força do universo, mas também de dominar a morte. No conto que Palpatine narra para Anakin, seu mestre, Plagueis, estudou extensivamente os midichlorians, usando seus recém adquiridos conhecimentos a fim de impedir a morte daqueles que lhe eram próximos. Uma alternativa sedutora o suficiente para balançar Anakin naquele momento de sua vida. Mas afinal, como Darth Plagueis poderia estar no Episódio VII? Bem, como sabemos, O Despertar da Força possui um outro grande vilão acima de Kylo Ren, e do qual temos poucas informações até agora: Snoke. Interpretado pelo ator Andy Serkis por meio de captura de movimentos, Snoke têm uma aparência bastante similar à de Plagueis, inclusive o tamanho assustador. Embora pelo que se saiba, o antigo Lorde Sith tenha sido morto por Darth Sidious, estamos falando de alguém que tinha controle sobre a vida e a morte, e do qual não sabemos a extensão do conhecimento a respeito disso. Se Qui-Gon Jinn descobriu como se tornar um só com a Força e passou isso a Yoda e Obi-Wan, porque Plagueis não poderia ter burlado a própria morte e acumulado poder esperando o momento perfeito para retornar ao universo? Isto faria uma excelente ligação com as outras trilogias, ao mesmo que traria o seu próprio vilão, que não foi visto em filmes anteriores. Lembrando que, embora o livro Darth Plagueis tenha sido desconsiderado, o personagem ainda é cânone, graças à historia contada por Palpatine a Anakin.

E a ansiedade para o Episódio VIII?

Inté.


Gif do dia - Kim ❤


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...