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terça-feira, 28 de julho de 2015

Imagem do dia - Chanel 2015


Uma coisa que me incomodou no desfile da Chanel era que de todos os ângulos aparecia a Kristen Stewart, que eu simplesmente n.ã.o.s.u.p.o.r.t.o.

O povo quer porque quer convencer todo mundo que essa moça, a Kristen Stewart, é boa atriz, é exótica, enigmática, underground, e não meu povo, essa aí é a Charlotte Gainsbourg, a Kristen Stewart é apenas uma vesga chata com atuação chinfrim. Dezenas de atrizes de seriados são infinitamente melhores do que ela.

Ah, o desfile da Chanel. Foi Chanel, como sempre. Todas as referencias de Mademoiselle (Chanel) e mais as referencias do Kaiser (Lagerfeld) estavam lá, presentes. E mais a Kristen Stewart para todos os lados. Essa foi das poucas imagens que ela não aparecia; glória nossa senhora da bainha.

Bisous.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Chanel Spring 2015 Couture


A imagem do topo dessa minha postagem é uma das cousas mais Chanel, desde a própria Chanel. O engraçado é algo assim acontecer numa coleção que foi quase que em sua totalidade nada Chanel. 

O que pensar das barrigas de fora? Tudo bem, Mademoiselle presava pelo conforto e pelo despojar. A mulher pensada por Chanel, a mulher que Chanel era, sem dúvida era uma mulher à frente de seu tempo. Contudo né, barriguinha de fora não tem nada de à frente de seu tempo. Despojado? É, pode ser.

Devo estar muito azeda. Fiquemos com as imagens lindas. Sem barriga de fora, s'il vous plaît.






Bisous.

Imagens: Style.com

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Hoje é dia de Chanel ♥



Uma vez alguém me disse que é bobagem a necessidade que as pessoas têm de ídolos, de heróis e de quem nos inspire. Recebi os dizeres à seco. Calada. O que devo confessar, não é do meu feitio. Eis que me perguntei se realmente era isso mesmo, se o correto como postura de vida seria viver essa vida sem estimar as ações de ninguém, talvez só as nossas (?).

E isso me pareceu muito idiota. Ao menos para mim enquanto criatura humana besta, sonhadeira e cultivadora de lindezas, as pessoas estão sim por aqui e por ai para nos inspirar em suas grandezas e baixezas. Para mim a vida seria infinitamente mais parca e vazia sem a possibilidade de me encantar com o outro e, decerto, me desencantar. Aquela coisa de aprender com os erros. Pois é. 

 Então parei para pensar mais um pouco e cheguei à conclusão de que Coco Chanel é das vivências, que já passou por este mundo, que mais encantamento e desencantamento causaram nas pessoas. Que de qualquer maneira, até as moçoilas descontentes de Chanel usam calças, cardigans, componentes da imagem da mulher moderna que Chanel ajudou a construir. Quando até quem jura não gostar de você literalmente se veste em sua defesa, a coisa do ídolo e da inspiração fica incontestável. 

Todo dia é dia de Chanel. 

 Bisous.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

ABC da Moda - T (Tailleur)



Tailleur é a palavra francesa para alfaiete, literalmente. Contudo, em termos semânticos, o que a maioria das pessoas quer dizer e pensa quando fala, ouve ou lê tailleur é no conjunto feminino de saia e casaco ou calça e casaco de alfaiataria. 

Em francês seria 'un tailleur pour dames'. O traje começou a ser adotado em 1880, mas foi popularizado por Chanel, na década de 1950. Ela simplificou o corte da roupa, que virou o uniforme da mulher moderna e chic. Um tailleur bem cortado, de ótimo material e de caimento perfeito é atemporal. Um tailleur Chanel é herança. 

 Bisous.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

ABC da Moda - K (Karl Lagerfeld)



O Kaiser da Moda. 

 E o que é Kaiser?

 Termo alemão que significa "imperador". Vem do latim Cæsar, por empréstimo do ditador romano Júlio César, da mesma maneira que o título eslavo Tsar, grafado czar e o húngaro Császár. Trata-se de um título monárquico soberano do mais alto nível. No popular kaiser era e é usado para nominar os chefes de família ou senhores de terras, nobres. Bem a calhar o titulo de Kaiser para Karl Lagerfeld. 

 Bisous.

ABC da Moda - J (Jérsei)



O Jérsei é um tecido de malha com construção simples, sem direito ou avesso, a mesma coisa de um lado ou de outro. Usado na lingerie, foi introduzido no vestuário, lato sensu, por Mademoiselle Chanel, com quem, particularmente, sua história e evolução se confundem. 

 Em 1916 Chanel começou a fazer roupas em jérsei, que era barato e possibilitava uma série de modelagens, mais simples e que davam à mulher mais movimentos, exatamente como a roupa masculina. O sucesso foi tamanho que Chanel começou a fabricar jérsei e outro tipo de malha (kasha) para seus cardigans e twinsets. De lá pra cá é um Deus nos acuda de inspiração.

 Inté. 

 Imagem: Chanel em jersey e pérolas.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

ABC da Moda - C (Chanel)



O que me faltou  falar de Chanel que não falei no Reverbera, querida! ? Como diria meu professor de Teoria do Verso, Rafael Sânzio, sempre se tem algo pra se falar sobre alguém ou alguma coisa, porque nada está completamente fechado. 

 A cada desfile da Chanel que pude acompanhar neste tempo todo que me interesso por moda o recado foi dado. Na escrita de coisas como Os signos de Chanel e Chanel, uma megera histórica, mais coisas foram deixadas ai, para se ler e saber. E, pela leitura do lay out do blog, em que coloco a imagem de uma Gabrielle já idosa e com sua famosa postura de pessoa insuportável (que eu acho ótima) em que subscrevo 'maman, que ninguém sabe', já deixo todas as pistas dos meus sentimentos em relação a esta pessoa incrível. E até agora, desculpa ae, sem precedentes.

 Foi o primeiro nome da moda que eu ouvi falar, tive contato, muito criança que eu era, sem uma figura feminina pra me agarrar. Não deu outra. A menina cresceu e quanto mais buscava Chanel, mais se apegava ao mito, às histórias, à mulher e a coisa toda. Por mais que eu tenha certeza que ela seria uma mãe demoníaca, não é esta imagem de mãe ipsi literis que eu me apego, mas sim de panteão, de musas, de deusas. 

 Chanel não criou apenas uma roupa super inteligente de tecido barato, que as mulheres, de fato, precisavam usar. Chanel não apenas entendeu o seu tempo, enganou a história, traduziu sua geração para as vindouras, em códigos que Lagerfeld decifra e antropofagiza. Chanel é o meu símbolo mor de que do mais absoluto nada, uma órfã lascada e mal paga que poderia ter terminado num cabaret, pode sim sair do lugar comum. Ela é o símbolo. 

 Qualquer outra coisa que vocês queiram saber sobre Gabrielle, leiam aqui e se divirtam com suas megerices rs. 

 Bisous. 

 Imagem: Gabrielle bem jovenzinha, acho que ainda no internato.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Ah, Chanel...










E ontem enquanto selicionava e editava as imagens para este post, a única coisa que me ocorria era que o Kaiser Lagerfeld é alemão. Vixi rs. Adendo: Se você ler este post alguns meses depois, ou sei lá, anos, procure no Google a data 08-07-2014.

E o desfile foi lindo.

Incrível como Lagerfeld ainda consegue pontuar sua marca pessoal, renovoando-a, agregado a tudo o que identificamso como Chanel. Lagerfeld e Chanel, amalgamando-se através das décadas.

It's Haute Couture without the Couture, afirmou Lagerfeld e foi o que se viu, glamour, trabalho artesanal de alto nível, modelo após modelo, criações que só poderiam sair de um atelier de Haute Couture.

Bisous.

Imagens: Style.com

terça-feira, 17 de junho de 2014

Editorial Alice in Wonderland Vogue


Todo mundo conhece a Alice de Lewis Carroll e quase todo mundo que gosta das modinhas conhece este editorial lindolindolindo da Vogue, registrado por Annie Leibovitz, com vários nomes da Alta Costura, como Lagerfeld, o Kaiser da moda, por exemplo.

E é óbvio que eu deixaria por aqui este editorial, como um dos mais bacanas que já vi. Ao menos nos últimos anos.













Bisous.

Imagens: Vogue.
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