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segunda-feira, 26 de maio de 2014
Tim Walker do dia ♥
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Tim Walker
Zodíaco Fashion - Gêmeos
Signo da versatilidade e da comunicação (oi Yan, meu filho).
Os geminianos são comunicativos (demais) e muito expressivos. Adoram trocar informações, estando sempre em busca de novos conhecimentos (pobre da minha biblioteca...).
São adaptáveis e possuem grande agilidade mental. São um tanto avoados, tadinhos, abirobados, lerdos. Mas é um charme. Não se chateiem comigo, minha ascendência é gêmeos ;) . Regente Mercurio.
São adaptáveis e possuem grande agilidade mental. São um tanto avoados, tadinhos, abirobados, lerdos. Mas é um charme. Não se chateiem comigo, minha ascendência é gêmeos ;) . Regente Mercurio.
Bisous.
Confiram o Astro/Vogue que é um luxo.
Fonte: Dicionário Básico de magia e exoterismo, de Irene Monteiro, com lindas ilustrações de Renata Vilanova. Imagem: Sign Vogue, by Tim Gutt.
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domingo, 25 de maio de 2014
Dimanche au cinéma - Repulsion
Sim, eu tenho nojinho do Polanski, mas continuo gostando bastante de seus filmes e um dos filmes que mais gosto deste sujeito nojentinho, porém genial, é Repulsion, que em português ficou Repulsa ao sexo. O filme faz parte de sua conhecida "Trilogia do Apartamento", composta ainda por Rosemary's Baby e The Tenant.
Basicamente, a estória é sobre uma moça esquisita, que não curte gente, muito menos gente homem, que se vê em um fim de semana sozinha no apartamento da irmã e daí começa a surtar, porque ela quer matar todo mundo, amiga eu te entendo. Sério, já me identifiquei muito com Carol Ledoux, a manicure surtada (a linda da Catherine Deneuve), mas hoje em dia me identifico ainda mais.
Alguém pode se espantar e pensar como sou doentinha ou algo que o valha. E quem não é?
Cousas que só Lacan explica: paranóia, falta de compaixão, desintegração de personalidade, etcetra coisa e tal.
Carol, vazia de toda expressão, por trás do rosto de anjo, uma dimensão doente, realçada pelos gestos mecânicos. Nos 105 minutos do filme, o espectador acompanha o processo de desfragmentação de Carol, a forma como ela suprime suas pontes com o mundo e se isola na doença que a leva ao crime.
Alguns críticos gostam de discutir se Repulsa ao Sexo é tão ou mais assustador do que Psicose, porque Polanski cria um filme de terror, cujo objetivo deliberado não é assustar, mas chocar.
Um filme desconsertante.
Bisous.
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sábado, 24 de maio de 2014
O Vestido de noiva e a Rainha Victoria
Quando comecei a me envolver na organização de casamento (eu passei por esta fase), por conta da minha índole curiosíssima, comecei a querer saber de todos os pormenores e, adivinhem por qual me fascinei mais? O vestido de noiva. Porque o vestido de noiva é a grande metáfora de tudo, porque é quando todos vêem a noiva, que tudo se torna verdade, eis ali o casamento todo representado em cada ponto, em cada nervura e detalhe do vestido, que para nossa cultura herdou a cor branca.
E de onde veio isso?
Sobre a origem do vestido branco, em termos de datas, não há um consenso. Registros históricos dão o nome da Rainha Mary Stuart da Escócia como a primeira a usar o branco para se casar, isso no século XVI.
Mas se formos avaliar de forma mais profunda, a história do vestido de noiva está ligada à própria história do casamento, que entendo mais como uma necessidade de cumprir etapas e de erigir símbolos.
Óbvio que tem toda uma questão nada romântica na raiz das coisas, é sempre assim, mas a necessidade de cumprir etapas me parece ser o legado mais forte. Certo que existiam e existem até hoje casamentos combinados, arranjados, por interesse político e/ou material, a história dos dotes que esteve presente entre nós ocidentais até dia desses, todo mundo sabe disso.
No início de tudo, as tradições de casamento exigiam flores e suntuosidade nos vestido (coisa que nos acompanha até hoje), que haveriam de ser diferentes de um vestido comum, isto se falando da nobreza, realeza. As camponeses casavam-se com vestidos especiais também, mas sem luxos. As cores eram variadas, sendo que na Idade Média muito se usou o vermelho, o dourado e até o preto, pois era a cor certa para se apresentar perante o altar católico. O preto era a cor do respeito e da contemplação.
Aí entram os casos peculiares, do primeiro uso do branco que, digamos, reverberou de fato, que não foi a "precursora" Mary Stuart, mas sim a jovem Maria de Médice. O branco era uma cor vetada, acredito também por remeter a certos rituais pagãos em que as sacerdotisas se vestiam de branco. Foi um ato de rebeldia. E ela só tinha 14 anos mal completos. Por sua pouca idade, alguns artistas da Renascença atribuíram o branco à sua pureza de quase criança.
Porém, a história mais famosa, acredito que muito por força desta figura e por toda a aura de romantismo da história, atribui-se o vestido branco de noiva à Rainha Victoria, um verdadeiro mito, uma existência incrível da Inglaterra, séc. XIX. Ela foi talvez a primeira nobre a se casar por amor, inclusive ela quem fez o pedido de casamento ao seu primo, príncipe Albert. É que ninguém podia pedir a mão da rainha, daí né?
Ela escolheu um lindo e doce vestido e véu brancos, tendo a cabeça adornada por flores e sem coroa, o que foi uma coisa completamente nova.
Esta história de soberania do amor, correu as cortes, as rodas de conversa e de repente todas queriam imitar a Rainha Victoria e se casar de branco.
Tanto a rebelião corajosa da Rainha Maria de Médice, como a força da personalidade e do amor da Rainha Victoria são elementos que super atribuem aos vestidos de noiva, herdeiros destas mulheres, uma carga afetiva riquíssima.
Bisous.
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
Behind the hatred there lies
Engraçada a maneira como as coisas mudam, como a vida parece tão arbitrária e que, se pararmos para avaliar, nada faz muito sentido. E como a gente pode se atormentar muito e muito por essas coisas todas.
Há um ano atrás eu estava casada, vivendo uma vida mediana, sem grandes sobressaltos. Se a cartomante da Macabéa (Google está aí para isso ;)) me encontrasse e me dissesse que, em cerca de um ano, eu estaria separada, de volta ao Ceará, morando em um ap da Avenida João Pessoa, de volta às salas de aula, criando um segundo gato (gata) xerox autenticada do Miu, eu (primeiro surtaria, porque né, a cartomante da Macabéa) acharia tudo muito divertido e, completamente absurdo. Porque eu me considerava casada com o cara mais incrível do mundo, confiável e incapaz de mentir, enganar, trair. Porque voltar ao Ceará me remetia a um monte de coisa que eu queria esquecer. Porque nunca, nunquinha me imaginei morando na esdrúxula Avenida João Pessoa - eu já me imaginei morando no José Walter e nunca na Avenida João Pessoa. Porque eu tinha absoluta certeza que jamais voltaria a dar aula. Mas a parte do outro gato sempre quis, só que o contexto de tudo junto ao mesmo tempo é muito bizarro.
Porque a vida mudou completamente e muitas coisas vêm acontecendo e tornando as mudanças ainda mais difíceis. Porque mudar é difícil. Viver é difícil. Na verdade, conviver com as pessoas e lhes aceitar o todo de suas existências, ora complexas ora patéticas, é tão, tão complicado.
Porque lidar com garotos de 12 anos que se acham muito maus pois preferem o você ao senhora (e ambos são pronomes de tratamentos) é enfadonho. Porque observar gatinhos que sobrevivem e envelhecem em lixões, enquanto um outro criado com água de coco morre agonizando, é cruel. Porque se desiludir com pessoas deveria ser a exceção, mas é a porcaria da regra.
Viver, e apenas viver, em toda a sua arbitrariedade.
Inté.
Imagem: Tim Walker.
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Hoje é dia de Morrissey ou The boy with the thorn in his side
01. vixi, eu fiz as contas aqui e descobri que ouço Morrissey faz uns 26 anos;
02. primeiro com Smiths, lá nos idos de 1986, ouvindo dos meus vizinhos ruivos que estudavam no Farias Brito, eu tinha uns 8 aninhos;
03. depois já adolescente, peguei a carreira solo do Morrissey na rádio. e ouvi mais Smiths;
04. vi Renato Russo com camiseta do Morrissey e quis muito uma;
05. vi Morrissey com camiseta do Oscar Wilde e quis muito uma;
06. eu li Oscar Wilde por causa do Morrissey;
07. a gente que é fã mesmo ouve um dos álbuns de cabo a rabo sem enjoar, tipo, The Queen is Dead (e o que é a capa?) com músicas incríveis como There is a light that never goes out (de doer), mas minha música favorita é This charming man. não sei, acho que é o gritinho;
08. todo mundo que é fã de Smiths, de verdade (não os tais indies amantes do 'brit rock' coisa e tal que idolatram Johnny Marr - que é um grande guitarrista sim, é verdade) sabe que a alma da banda sempre foi Morrissey, sua persona, voz, letras e o flerte com as artes, muito Smiths, que a gente nota em todas as capas e referências, todas da cabeça do Morrissey. amen;
09. da carreira solo do Morrissey a música favorita, por conta da nostalgia, é Suedehead. linda;
10. sabe amor? pois é.
Bisous
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domingo, 18 de maio de 2014
Dimanche au cinema - Nascido para matar
Ao contrário de todos os fãs de Stanley Kubrick que já conheci, euzinha considero Full Metal Jacket seu melhor filme. Sim, tem 2001, Dr. Jivago (detesto De Olhos bem Fechados), Iluminado, Laranja Mecânica (depois escreverei sobre as adaptações de obras literárias por Kubrick), mas eu prefiro Nascido para matar.
A maioria dos filmes que mais amo assisti sem saber do que se tratava e foi isso que aconteceu com este filme em questão. Aluguei num feriadão, faz muito tempo, nem sabia direito quem era Stanley Kubrick, basicamente só conhecia 2001 Uma odisséia no espaço, que eu havia gostado consideravelmente e que havia me perturbado - é que curto experiências perturbadoras.
Nascido para matar era completamente diferente. Os primeiros 20 minutos parecem com qualquer filme razoável sobre a Guerra do Vietnã e os fuzileiros americanos, uma instituição yankee: tem o engraçadinho, o melhor amigo do engraçadinho, o esforçado, o débil e o sargento durão desumano, Sargent Hartman, um ícone da história do cinema, que só dura a primeira parte do filme. Depois há a reviravolta e nos deparamos com a linguagem kubrickneana e suas desconstruções. É terrível e por isso, muito, muito bom.
Bisous.
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
Tim Walker o dia
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
Tim Turton by Tim Walker ♥
Não poderia me esquecer deste editorial para a Harper Bazaar (2009), fã dos dois (o diretor Tim Burton e o fotógrafo Tim Walker) que sou. Baseado no universo criativo de Burton, o editorial traz cenas e personagens icônicos da cerreira do pai de Jack Skeleton.
Confiram.
Bisous.
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terça-feira, 13 de maio de 2014
Esfumando o cérebro
Muita coisa pequena me irrita, porque eu sou uma pessoa irritadiça por natureza. Às vezes eu digo que é essa coisa de ser ariana, outras vezes acho que é índole, genética, idade, sei lá, o certo é que eu me irrito facinhofacinho. Não tentem isso em casa, por favor.
Contudo, nunca me julguei o centro do universo, portanto sempre observei a reação magoada das pessoas por alguma cavalice minha, indelicadeza que seja. E isso é feio. Meu pai sempre me dizia que, se não há nada de bom a ser dito, o certo é ficar calado. E eu reforço, se até sua cara entorta de feiura incomodada com algo, ajeite-a porque ninguém é obrigado a aguentar sua falta de paciência congênita. Fora que dá ruga, né?
Não vou fazer a hipócrita e afirmar para vossas mercês que super me controlo todo-o-tempo-o-tempo-todo e não rola um coice de leve, mas mesmo que seja uma ironia no lugar certo (e Rilke que me perdoe), porque acontece, minha gente. Mas eu me esforço. E como.
Uma das coisas que super me provoca a vontade de ser grossinha é alguma coisa que para mim seria o mau uso da última flor do Lácio (que bonitinho, seu Bilac), a língua portuguesa. Judiam da bichinha, inclusive eu mesma, apesar do título de professorinha de português. Acontece com todos nós, talvez com exceto do Bechara, mas não vem ao caso.
Irrita gente que inventa uns encontros consonatais, umas semi-vogais acentuais (eu inventei isso), gente que floreia sem saber, que imita sem ter brio de assumir. Irrita. Mas eu me calo.
Daí vez por outra eu leio alguma coisa em relação ao esfumar e o esfumaçar, que alguém afirma de pés juntos que o certo é esfumar, sei lá por causa da tradução, de que sei lá quem especialista (enteda maquiadores) dizem que este é o certo, etctera coisa e tal. Olha, talvez exista (e talvez exista mesmo) um dicionário de maquiagem (talvez exista até mais de um, cheio de imagens, como não deve ser um dicionário sério), mas no dicionário da língua portuguesa e podem consultar os três principais, esfumar é sinônimo de esfumaçar e tenho dito. Portanto, deixem de besteira e vão comprar ao menos um Michaelis (edição completa, por favor), antes que a sombra preta esfumace/esfume pra dentro da cachola.
Inté.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
Segunda ♥
domingo, 11 de maio de 2014
Domingo em movimento - Ainda Persona
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Tim Walker do dia ♥
quinta-feira, 8 de maio de 2014
I was happy in the haze of a drunken hour
Passei algum tempo da minha vida me planejando para morar na Inglaterra, por um tempo, para estudar. E, se desse certo, ficar por lá mesmo, confesso. Não, eu não sou ufanista, patriótica, não acho que o Brasil é o melhor lugar do mundo, não morro de amores por arroz e feijão. Mas amo Guaraná Antarctica ;) .
O plano era conseguir passar nos testes específicos para estudantes que pretendem vaga em universidade britânica (no meu caso pós-graduação), e esticar um pouco mais pelo tal velho mundo. Essa parte, à época, era até fácil (hoje, completamente destreinada em inglês, estou praticamente analfabeta). 'Difirci' seria juntar "o caução", a quantia estipulada para deixar como segurança, por conta do investimento que o Governo, no caso britânico, faria em você. É assim na Europa toda. Pois é, esse negócio de bolsa de estudos com tudo pago e beijinho na testa é mito. Tudo bem, existe o ciências sem fronteira, bolsas sanduíche para cursar metade da pós por aqui, metade por lá, mas cada uma tem a sua dificuldade.
Pois então, e já me correspondia com um grupo de pesquisa de lá, gente linda que citava Virgina Woolf como um devoto cita a bíblia. Um sonho. Que se desmanchou quando tudo na minha vida deu uma reviravolta e fui parar no Rio, deixando toda uma vida de planos e expectativas para trás, até passar por outra reviravolta e voltar para cá, Fortaleza, again.
Hoje, quando me perco em meus pensamentos durante o trajeto até o trabalho, uma escola do outro lado da cidade, em que dou aula para 12 turmas, não consigo deixar de reparar na ironia das cousas, porque uma parte do trajeto é quase o mesmo que percorria antes, indo estudar francês, pensando em invernos e ruas antigas, cercada por um idioma que não o meu.
Mas sabe que não desisti? Talvez não uma pós-graduação inteira fora do país, mas, quiçá, um mês aprimorando o inglês, com tempo para Primark, Camden, que não canse muito esta senhoura na idade da loba ;).
Acho que o segredo está em não se fugir de algo, mas encontrar um rumo sem fuga.
Inté.
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
The Forest Magazine
Editorial lindolindolindo que encontrei recentemente, The Forest Magazine.
Em clima de contos de fadas noir, a nudez velad e os tons pastel invadem a alcova desta pequena novaiorquina, em devaneios imagéticos.
Bisous.
Imagens: The Forest Magazine
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domingo, 4 de maio de 2014
Hoje é dia de Audrey ♥ !
Em um quatro de maio como hoje, com Sol em Touro, nasceu uma das inspirações de vida desta owner que vos escreve, Audrey Hepburn. Sim, esta criancinha lindalindalinda que aparece no topo desta postagem é a Audrey que todos vocês etão mais acostumados em ver na pela da Bonequinha de luxo.
Estava pensando um dia desses que Audrey deve ter sido, possivelmente, uma das primeiras magras a ser largamente reverenciada, amada e copiada. Óbvio, em princípio, com alguma intolerância, porque era a magrela de pés grandes, desengonçada, muito fora do padrão de beleza da época, as baixinhas de formas mais curvilíneas e de olhos claros. Ou seja, foi uma precursora de uma outra leitura de beleza, porque ela, a beleza, vive exatamente na pluralidade e não no uníssono emburrecedor.
Mas com o talento e a elegância que sempre teve, Audrey roubou a cena para si e tomou de assalto os nossos corações, não só por sua beleza, sua doçura, seu talento revelado em filmes icônicos, como My Fair Lady, meu favorito.
A musa de Monsieur Givenchy, uma existência maravilhosa que foi um exemplo de ser humano, de postura e de humildade. Foi embaixadora da UNICEF, uma incansável idealista que lutou pelos direitos infantis.
Por isso tudo este dia merece ser lembrado e comemorado como dia de Audrey. Até o Google ficou mais lindo hoje.
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Bisous.
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Dimanche au Cinéma - Ingmar Bergman
Bergman é dos meus diretores favoritos, pela profundidade da obra, cheia de perguntas e mais perguntas, daquelas basilares, de cada um de nós, que teima em se perguntar e querer saber os porquês da vida, da morte, da condição de tudo isso, que é a solidão.
A imagem e o vídeo destes escritos é de Persona, filme de Bergman, que nunca foi indicado a nada, o que não quer dizer grande coisa, porque Persona é um marco, dos filmes que destrincham a psique feminina (seja lá o que diabos isso for) como algo estranho, confuso e lindo. O poema inicial, feito em imagens, é a premissa de tudo. A cena que escolhi é, contudo, uma das mais lindas que já vi no cinema e na vida.
Obrigada Bergman.
Bisous.
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sexta-feira, 2 de maio de 2014
Eu decidi que gosto de Lily Allen
Durante algum tempo eu nutri sentimentos confusos em relação a Lilly Allen. Ora amava, ora sentia abuso, sei lá. É que às vezes parece que ela saiu de um episódio de Geordie Shore. Ela fala demais e acaba falando besteira. Mas sabe, eu decidi que gosto dela. E também tenho raiva. Apesar de tudo.
Seu último clip, uma paródia crudelíssima a pessoinhas como Rihanna, cuja letra, na primeira pessoa, é ótima. Usa argumentos fracos para justificar o tudo-por-dinheiro, que é a atitude de fofas como Miley Cyrus e desculpa, Beyoncé. Mas vamos combinar que também é a atitude de Britney (nossa Neide) que Lily Allen tanto ama.
Começa com Lily fazendo uma lipoaspiração.
O empresário coroa critica: você está toda gorda! Lilly explica, eu tive dois filhos... e teve mesmo. O clipe segue com Lily fazendo propaganda descarada de produtos diversos, cercada de bundas gigantes sacudindo pra lá e pra cá. O horror.
Não que Lily não tenha posado nua. Nem que Lily seja careta. É uma garota inglesa bem nascida, politizada, desbocada, mas que se deu ao trabalho de firmar o pé no chão. valoriza mais expor sua opinião do que suas coxas e eu super respeito isso. Então eu decidi que gosto de Lily Allen. Ela faz um tipo de música que, não sei explicar, mas é chic. A voz suave, os temas cáusticos, a atmosfera delicada... ela é muio inglesa, deve ser isso.
Fora que a autora de Smile é no mínimo uma gênia, porque, né: at first when I see you cry, yeah it makes me smile
Fora que a autora de Smile é no mínimo uma gênia, porque, né: at first when I see you cry, yeah it makes me smile
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Tim Walker e o simples direito ao sonho ♥
Engraçada a maneira como certas coisas nos marcam. Lembro muito bem da sensação ruim que senti, certa vez que ouvi de alguém, na fila para O Senhor dos Anéis - As Duas Torres, que simplesmente não gostava de filmes como aquele que estava prestes a assistir, mas que estava ali a convite, contra a sua vontade. A pessoa odiava o tema fantástico e viria a assistir exatamente um filme de realidade fantástica, apenas o Senhor do Anéis, com suas 3 horas de duração. Vai entender, eu que não tentei à época, muito menos agora.
Dia desses a mesma sensação percorreu o meu corpo, quando li por aí alguém afirmando o.d.i.a.r conto de fadas e coisas do gênero. ODIAR. Como assim odiar contos de fadas? Foi o que pensei e não me julguem, porque eu não estou julgando quem não gosta ou mesmo odeia estórias de fadas, é que eu, muito versada em pó de perlimpimpim não consigo entender. afinal, meu e-mail pessoal é La Petite Fée, então, né? Pois é.
Como por aqui ninguém odeia contos de fadas, muito pelo contrário, fiquemos com Tim Walker nosso de todo o dia (que eu lembrar). Porque sempre é bom ver as belezices de Tim Walker ♥
Esta imagem está até hoje no header do meu antigo blog Reverbera, querida!, do tanto que amoamaoamo Tim Walker.
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
Tea Party Editorial
Um hábito antigo do RQ era sempre mostrar algum editorial diferente, lindo, incrível ou até mesmo bizarro, porque o bizarro, pode ser lindo também.
Pensando nisso, por enquanto, deixarei por aqui, toda semana (sempre que lembrar) um desses editoriais.
O da semana é este da ogue Korea para moçoilas, cousa mais lindinha.
Bisous.
Imagens: Vogue Girl Korea, 2007.
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