terça-feira, 21 de junho de 2016

3 Things #14


Que tal a felicidade em forma de gatíneos, fofos, queridos, resgatados dos terrores da rua? Eles perturbam, querem atenção (ao menos os meus), arranham, acabam com os móveis, mas dão amor incondicional e fazem do meu dia algo especial.

Se você quer mais amor na sua vida, salve um bichinho da rua ou vá a um abrigo e adote um gatinho, um cachorrinho, não precisa ser filhote. Nunca mais sua vida será a mesma e mudará para melhor :).






Bisous.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Rumos



Este ano de 2016 está muito complicado em vários aspectos, e sim, vocês já me leram escrevendo sobre isso por aqui algumas vezes, mas talvez não da maneira que escreverei agora. 

O país está passando por uma das situações políticas mais delicadas desde a Ditadura, uma presidenta (sim, é presidenta) honesta e eleita democraticamente, afastada por um golpe midiático, organizado numa aliança bizarra de gente de espírito míope, e nesse meio incluo os incautos de camisa da CBF também. Uma crise econômica real, que a gente que é pobre e come arroz com feijão sente de verdade. E, o que me parece mais grave, um sentimento fascista patente, em que seus filhos colocam a cara feia para fora das sombras, contagiando toda uma série de pessoinhas frustradas, que odeiam os diferentes e fragilizados por alguma instância, mulheres, negros, LGBTs e ainda, quem luta pela democracia e por um mundo mais justo e igualitário, sobrando até para vegetarianos e ciclistas. De modo que não está fácil viver.

A gente que lida com público, com pessoas no dia a dia, talvez seja quem mais sente isso de perto, na carne. E a gente que sente e reage, alerta, brada, retruca, está passando pelo penoso processo de silenciamento, quando não se está num ambiente que respalde e que permita autonomia de pensamento. E é triste. Silenciar quem defende os direitos humanos e dar voz a quem tem o ódio como resposta, é muito triste.

Mas eu acredito que dias melhores virão (a coisa além do arco-íris talvez). Talvez, na verdade é certeza, que tudo isso deixe sequelas no país e nas pessoas como um todo. mas olha, cicatrizes são marcas de luta que deixa lembrança que ela esteve por aqui, e que marcou. A gente olha pra elas e pensa: eu vivi e lutei, e ganhei.

Inté.

Imagem: do fotógrafo Johnny Joo, Land of Oz, parque temático sobre os livros de L. Frank Baum, mas que está fechado faz um tempo, os moradores do local nem sabem que ele existe, mas existe.


domingo, 19 de junho de 2016

Dark Side of the Rainbow



Vocês já ouviram falar na relação entre Dark Side of the Moon, da banda Pink Floyd, e do filme O Mágico de Oz (1939)? Não? Por onde você andou, seu tolinho? É quase uma lenda urbana, envolta em mistérios bestas e negações da banda e tal, o que deixa a coisa mais legal ainda. E eu confesso que já fiz, sincronizou e é muito maneiro, simplesmente por ser.

Para quem não conhece o fenômeno, Dark Side of the Rainbow (O Lado Sombrio do Arco-íris alusão ao filme e álbum) é o nome dado ao efeito criado ao tocar Dark Side of the Moon (1973) simultaneamente com o filme de O Mágico de Oz. O efeito consiste no fato de que há diversos momentos em que uma obra corresponde a outra, seja por parte das letras das músicas ou pela sincronia áudio-visual. Como já expliquei, o nome do efeito vem da combinação do título do disco The Dark Side of the Moon seria O Lado Sombrio da Lua, uma metáfora para ilustrar os conceitos de lado negativo da mente e da vida, e da icônica canção do filme Over the Rainbow (Além do Arco-Irís).

Apesar de famoso, a origem do efeito é misteriosa, bem como as ocorrências que levaram à sua descoberta. Eu ouvi falar disso a primeira vez conversando com um amigo (que depois veio a se tornar meu marido -agora ex), que havia lido sobre na internet, em 1994, no grupo de discussão sobre Pink Floyd, algo como um fórum. Ninguém sabia de quem foi a ideia de combinar as duas obras, mas virou cultura popular, virou manchete de grandes jornais, vários fãs começaram a criar sites onde descreviam suas experiências, procurando catalogar os momentos de sincronia. Teve o DJ de uma rádio de Boston que discutiu o fenômeno no ar, levando a mais uma série de artigos na mídia e um segmento no MTV News, que eu acompanhei inclsuive, muito grávida da minha erê caçula, Carolyne. Em 2000 um canal a cabo exibiu O Mágico de Oz com Dark Side como uma trilha-sonora opcional, e quase na mesma época Family Guy fez menção ao efeito. 



E a coisa virou uma mania estranha entre os fãs de Pink Floyd, just like me, Lily girl *_*. O ano que eu fiz a sincronia foi 2005 e olhe, funcionou e eu fiquei bem histérica. è muiito maneiro observar "balanced on the biggest wave" ("balançado na maior das ondas") de Breathe ser cantada no exaro momento em que Dorothy balança em cima de um muro, ou  "Brain Damage" passar enquanto o Espantalho aparece, e ainda, as batidas de coração ressoarem enquanto Dorothy encosta seu ouvido no peito do Homem de Lata. Esse efeito de sinergia foi descrito como um exemplo de sincronicidade, definido por Carl Jung como um fenômeno onde eventos coincidentes parecem relacionados, mas não podem ser explicados pelos mecanismos convencionais de casualidade. 

Os membros do Pink Floyd negam tudo, insistem que o fenômeno é pura coincidência. Contudo, no álbum ao vivo P.U.L.S.E.(Editado em 1995), cujo set-list incluí Dark Side of the Moon na íntegra, traz algumas referências à sincronia. A fala masculina em Great Gig In The Sky, que originalmente dizia I never said I was frightened of dying (Eu nunca disse que tinha medo de morrer), mudou para I never said I was frightened of Dorothy (Eu nunca disse que tinha medo de Dorothy). A ilustração da capa - um disco imitando um globo ocular, com um sol sendo eclipsado substituindo a íris - traz escondida algumas imagens referentes ao filme, como uma ilustração de uma garota com sapatos vermelhos e a silhueta do Homem de Lata. Aí né? Pois é.

Eu acredito que é um desses mistérios  magníficos do ocaso, que tornam a vida menos vulgar, mais absurda e inigmática. Sim, eu sou besta rs.

Inté.

Domingo em movimento - Fellow the Yellow Brick Road ❤


O Leão é meu favorito rs *_*.

Bisous.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Filmes guilty pleasure



Semana passada me perguntaram quais filmes eu amo e ao mesmo tempo, tenho vergonha de amar rs, e daí eu tive a ideia de trazer pra cá minhas vergoinhas cinematográficas, como fiz com o post Séries guilty pleasures.

Rocky - E não só o primeiro ( Rocly, O Lutador) que ganhou Oscar (roubou o Oscar do Taxi Driver do Scorsese) e tudo, eu gosto de todos. Tá, gosto menos do IV e do V, mas até o III é amor incondicional e eu sei que é brega, mas eu amo. Toda vez que assisto, sofro nas lutas do Rocky, mesmo sabendo que ele sempre vai ganhar rs.

Máquina Mortífera - Amo rs! Típico filme policial americano, com uma dupla composta pelo policial bonzinho (Danny Glover) e o pirado (Mel Gibson). É muito piegas, divertido, lugar comum, me amarro rs.

Karatê Kid - O antigo mesmo, com Daniel San e Mestre Miyagi e aqueles golpes de karatê que não existem e tal rs. Eu torcia contra o Daniel San, tinha vontade de bater nele e torcia pro louro rs.

Se beber não case - Sim, é de profundo mal gosto, é apelativo, é ridículo, mas eu adoro, especialmente por causo do barbudo do Alan. Eu queria ser amiga dele e enchê-lo de beliscões. Eu gosto de mazelas.

Crepúsculo - Eu odeio essa série de livros e os filmes são terríveis, mas eu confesso que sempre assisto o filme um, o Crepúsculo, porque nem acho tão ruim assim e acho a cidade de Forks legal. Ah, e eu amo a cena do jogo de baseball maneira, muito por causa da música do Muse *_*.

Garota Infernal - Eu gosto, os diálogos são maravilhosos rsrsrs.

Arraste-me para o Inferno - É horrível e divertidíssimo, uma mistura nada bem dosada de terror clichê e comédia pastelão (o bode dançando rs).

Hellraiser - Falei dele aqui rs. 

Olhos famintos - Eu tenho medo e uma história pessoal bem terrível com esse filme. Foi o último filme em VHS que aluguei e na cena final, que a coisa meio que veste a roupa corpo do rapaz lá, o videocassete quebrou e cuspiu a fita e foi um susto danado, meus erês todos chorando. 

Sonâmbulos - Falei dele aqui.

Inté.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

3 Things #13


Dia lindo de céu azul, com Sol nem tão lindo assim, porque não gosto de Sol; detesto suar, detesto calor, quentura, mormaço e coisas que o valham. Mas o certo é que é inegável: a luz de dias assim é incrívelincrívelincrível. 

E se for tempo de morangos? Com bolo de rolo e um café passado na hora?





segunda-feira, 13 de junho de 2016

My Mad Fat Diary



Descobri a série ano passado e estou reassistindo agora (passa no iSat toda sexta-feira) e é daquele tipo de série de adolescente disfuncional que pega a gente, especialmente quando a gente foi (é) adolescente disfuncional.

Ambientada em Lincolnshire (Inglaterra) de 1996, a série conta a trágica e bem-humorada história de uma adolescente obesa, cheia de problemas, Rae (Shaaron Rooney). Ela acabou de sair do hospital psiquiátrico, onde passou quatro meses depois de uma tentativa de suicídio. Ela então retoma sua amizade com Chloe (Jodie Comer) e seu grupo de amigos, que desconhecem os problemas de Rae com sua própria imagem. 

Rae é uma das melhores protagonistas de série do gênero já criadas. A estória é baseada em um diário de uma garota real chamada Rachel (ou melhor, Rae), “My Mad, Fat Teenage Diary”. Para aproximar o estilo dos episódios com o diário, usaram o recurso da narração em off e também desenhos, rabiscos e frases, como se a Rae estivesse escrevendo sobre a tela. Isso faz com que o público crie uma empatia com a personagem desde o começo, como se a narrativa estivesse se desenvolvendo naquele minuto. Rae é maravilhosa, é muito fácil gostar da protagonista, porque você sente que aquilo que está assistindo é genuíno. MMFD é uma série que trata de temas que pedem uma carga dramática forte, mas ela não fica só nisso, já que a Rae traz também um humor muito interessante para a história, e a gente fica querendo ser amiga da Rae.

Outro ponto forte da série é a dignidade com que os adolescentes são tratados. Uma coisa que me incomoda em algumas séries, livros e coisas do gênero para o público YA é a visão deturpada das coisas, da vida de um adolescente. Tratam como se adolescentes não fossem exatamente pessoas, como se todas as suas atitudes fossem impensadas e inválidas, já que crescerão e se tornarão pessoas superiores. MMFD, no entanto, fugiu disso. E os problemas são discutidos e mostrados sem suavidade, do jeito que tem que ser: drogas, sexualidade, gravidez, etc. Nada é tratado como tabu. 

E aquele grupo de amigos? Rae ao sair do hospital vai logo atyrás dos amigos, mas as cosias estvam estranhas. Chloe, que antes era sua melhor amiga, está mais distante e anda com pessoas descoladas. Rae se aproxima deles, mas é difícil provar que é legal o suficiente para entrar em um grupo de amigos, ainda mais quando se está passando por uma fase delicada, tipo um pós-suicídido que ninguém sabe (todos pensam que ela estava na França). Mas ela se torna parte da turma. O desenvolvimento das relações, mesmo que em apenas seis episódios, é muito legal. A amizade entre eles é tão complexa e forte que em vários momentos você vai querer fazer parte daquilo. 

Assistam.

Inté.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Os mortos que andam, um morto que não andará, Lucille e toda essa tralha



Um título enorme, eu sei.

E lá vem mais spoiler, aprendam a lidar, crianças, que a noite é escura e cheia de terrores.

Eu estou completamente traumatizada com o final da última temporada de The Walking Dead. na verdade eu já estou traumatizada com a série desde o começo de tudo, porque eu não sei se já contei pra vocês, mas um dos meus maiores medos é justamente de zumbis. Não é que eu tenha medo da imagem dos zumbis, ou de gente fantasiada como tal, eu tenho medo da ideia terrível dum apocalipse zumbi, ou seja, o enredo de The Walking Dead. Por mais absurdo e irracional que pareça, eu tenho medo disso ao ponto de perder o sono. Pode rir.

Por isso mesmo tive uma resistência terrível em assistir a série, eu sei do que se passa porque meu filho lê a HQ e eu aqui e ali dou umas lidas, daí sei que a série adapta muita coisa; por exemplo, Carol já morreu faz tempo, não existe o Daryl, dentre outras coisas. E (não leia a partir daqui se você não gosta de spoiler), sabemos que quem morre a golpes de taco de baseball (ou Lucille) é o Glenn :(. Muita gente não acredita que seja o Glenn que morra na série, porque todos já esperam isso e os roteiristas vêm alterando os fatos como já citei acima. Mas já pensou se eles mantém o Gleen, justamente porque ninguém espera que seja o Glenn? Não quero rs.

Inté.

Imagem: Fantástica, né? Norman Reedus e Twisty The Clown.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Outcast do capiroto ou algo assim



Alerta: sai que lá vem spoiler!

Vocês viram que tem série nova de terror? Outcast, do mesmo filho da mãe de The Walking Dead, Kirkman (precisamos falar sobre isso também), já estava disponível há um tempo na Fox on, mas eu assisti na estreia na tv, morrendo de medo, porque né, sou dessas.

Até agora o que a gente sabe sobre o enredo? Sei mais agora do que antes, porque me passaram um monte de informações erradas, falaram de alienígenas, do Cthulhu (até que faz sentido). Eu não sei de nada, estou pior que John Snow, mas pelo o que li por aí, a trama de Outcast acompanha Kyle Barnes, um homem que é atormentado por essas coisas do capiroto desde a infância. Agora que já passou o primeiro episódio a gente ao menos já sabe que não, não é ele que é endemoniado (ao menos, não da forma que entendemos que isso acontece), mas que sim, ele sofre com pessoas próximas a ele que passam por possessões (ou algo que o valha) a mãe (que parece a criatura de REC), a mulher e a criancinha do trailer do primeiro episódio. Há algo tretoso no sangue e nas lágrimas de Kyle e eu, particularmente, achei a sobrinha dele u-ó no sentido demoníaco, mas vamos aguardar.

Bem, teremos mais 9 episódios pra tentar entender - ou não - o que se passa em Rome e com Kyle Barnes. É, você não leu errado, o nome da cidade onde a treta toda se passa é Rome, ou Roma, como a capital da Itália, só que a cidade fica em algum lugar whitetrash americano. Mas é curioso reparar que Kirkman escolheu o nome da capital ocidental do catolicismo para ambientar sua estória de demônios.

Inté.


terça-feira, 7 de junho de 2016

3 Things #12

Sim, eu sei, estou deixando o blog meio que largadinho, mas como disse das outras vezes, este ano de 2016 está se configurando como um desafio em todas as instância,s a começar pela minha sanidade. Mas eu estou resistindo e o blog há de resistir também. Não abandonei nenhum dos meus sonhos, como publicar textos meus num livro ou algo que o valha. Não sei se vou conseguir organizar e se alguém vai querer publicar (ou mesmo ler), mas né, a gente vai tentando rs.

Flores, flores e flores! Flores pelo caminho, flores que ganhei, flores que comprei: flores. Amo! Minha vida já foi mais florida, quase como o projeto fotográfico florístico Florigrafia (já viram?), mas ah, eu ainda amo flores. E pretendo cultivar um jardim cheio delas *_*.





Bisous.
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