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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Imagem do dia - Victorio


Como o meu antigo blog, o Reverbera, começou como um diário de noiva, sou meio que apegada a essa coisa bridal: amo vestidos de noiva. 

E eu gosto de todos, não tenho assim um estilo favorito. Amo vestidos dramáticos, com texturas e camadas, de cetim de seda pura. Amo vestidos românticos, com rendas, tecidos leves e esvoaçantes. Acho lindo vestidos vintage ou retrôs, inspirados no modelo do vestido da avó. Acho lindo quem se casa descalço, na areia da praia. Quem casa em igrejas deslumbrantes, usando quilômetros de véu. Quem faz casamento petit comité e usa birdcage.

O mais interessante da minha história com vestidos de noiva é que eu mesma nunca usei um rs.

Bisous.

Imagem: Victorio Lucchino Bridal 2015.

sábado, 1 de novembro de 2014

Oscar de la Renta ♥



E o mundo da moda ficou menos interessante em outubro com a morte do querido Oscar de la Renta.

Bisous.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ABC da Moda - S (Seda)


Deixa Monsieur Dior falar, que ele sabe das cousas, e como sabe, né?

 "A rainha de todos os materiais. A mais adorável, a mais feminina, com todas as qualidades que a natureza dá às coisas que não conseguimos nós mesmos fazer." 

 Precisa falar mais? 

 Bisous. 

 Imagem: vestido de seda Dior by Galliano.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ABC da Moda - P (Plissado)



Plissados ou plissés (do francês) são pregas feitas à máquina, que atribuiem textura a cousa. É um pregueado regular criado por penses costuradas ou prensadas no tecido. O plissado é usado desde o século XIX na confecção de vestidos de baile. Tornou-se particularmente popular nas décadas de 20 e 50 e eu acho lindo.

 Bisou. 

 Imagem: Vera Wang, a musa dos plissés.

terça-feira, 29 de julho de 2014

ABC da Moda - H (História)



Uma coisa que é verdade para todos que apreciam moda é que alguma peça do nosso armário deve ter história, ou melhor deve contar uma história. E fica ainda mais bonito se for uma peça vintage.

 Então, vintage significa a melhor safra, a mais excepcional ou ainda, em sentido figurado, um clássico. (vide Oxford, Cambridge). Na Grã-Bretanha o termo é muito usado para falar de carro antigo, como os Black Cabs. 

Tenho algumas peças com história, mas uma das mais especiais é o meu vestido de noiva da década de 1930, que comprei num brechó.  É testemunha de um estilo próprio, representa um instante de moda. Não sofreu nenhuma transformação, alteração, está intacto, não perdeu nenhum botão, não há nenhum rasgo, o que atesta a qualidade do cetim (de verdade, não sintético; na verdade nem existiam sintéticos na época) e o carinho com que foi guardado. 




Bisous.

Imagens: acervo (ui).

sexta-feira, 25 de julho de 2014

ABC da Moda - C (Cetim)



Na minha opinião (e de Monsieur Dior) é o tecido mais glamuroso de todos. Um vestido de cetim de seda pura não deveria faltar na vida de quem sabe das cousas. Mesmo que seja um vestidinho camisola, sem marca (e dai?), feito pela costureira danada de boa do seu bairro. Contudo, que seja de cetim de seda pura.
Bisous.

 Imagem: Vera Wang.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Sapato Branco


Eu não gosto muito de sapato branco e houve época que odiei, de verdade. Acho uma peça complicada, que tende para o brega, até para noivas. Aliás esta coisa da noiva é lugar fértil para a breguice, porque sim, tem como errar muito em termos de vestido (e sapato) de noiva.

Adendo - em Fortaleza, na época em que eu estava às voltas com grinaldas e tule, descobri que existia um sapato específico para noivas que era moda na cidade. Vinha junto no combo aluguel de vestido mais acessórios - Nossa, que legal. Não, não é - Se o sapato fosse ao menos um scarpin básico, mas não, era um sapato de plataforma, meia pata e salto quadrados e de borracha (ou plástico, sei lá). O horror, péssimo e horrendo. E era isso que a maioria das noivas achava adequado. Medo.

O certo é que, já usei muito sapatinho branco na vida. Passei a infância toda usando carinhas de boneca da Pampili e, salvo engano, meu primeiro saltinho era justamente branco. Um salto 8 cm, bico arredondado, bem mocinha. Eu tinha então uns 14 anos. E até gostava do sapato que usei durante muito tempo. Dai veio minha fase full black e comecei a detestar sapato branco. 

 Os sapatos são uma espécie de adorno final, é mais ou menos como o acabamento final de uma tela, errando a mão, a gente pode estragar o trabalho todo. No caso do sapato, não é necessário solvente e borracha, é bem menos radical: é só tirar o sapato.

O sapato não é um mero acessório, é peça fundamental de um look, tem que se harmonizar (e não necessariamente combinar), e é uma peça que fica na base da cousa. A escolha deve ser feita com carinho e cuidado. E qualquer um que tenha um pouco de noção de estilo sabe da importância do sapato.

 Peças brancas, em geral, são mais complicadas. A gente tem que se dispor a pensar com carinho e calma. Homens de sapato branco, invariavelmente, (menos Julian Casablancas) me dão vontade de rir, mas mulheres de sapato branco, por vezes me dão vontade de chorar. Ou voltar para a época do apedrejamento: euestoubrincando.

Então a que conclusão chegamos? Nenhuma. Sério. Depende de você, do que você entende de você mesma enquanto ser que se expressa (ou não) através da roupa e acessórios. Há quem fique chic de sapato branco e há quem fique ridículo, tipo bicheiro. Então, né, bom senso e canja de galinha não faz mal a ninguém.

Bisous.

Imagm: Elizabeth Messina, minha xará e favorita fotógrafa de casamentos. Mas nem em seu acervo virtual encontrei alguma imagem legal de sapato branco. A maioria das noivas de Elizabeth Messina usa brilho. Ou cor. Ou seja.

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