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terça-feira, 30 de junho de 2015

50,5 perguntas joutjoutísticas ❤




Que eu não resisti e tive que responder conforme assistia o vídeo e que precisei compartilhar por aqui, porque é o cúmulo de tão legal e divertido.

Cheat Sheet da Jout Jout: 

1 - Gosta de pudim? 
Sim (versão Ceará: gosta de bole mole? Não, o.d.e.i.o.!)

2 - Qual a sua série favorita? 
No momento True Detective 2.

3 - Prefere Vogais ou Consoantes? 
Não se pergunta isso para alguém que estudou linguística.

4 - Já ganhou no jogo War? 
Nunca.

5 - Celular para tocar ou vibrar? 
Vibrar.

6 - Sente prazer em espremer cravos? 
Que nojo.

7 - Já brincou de ping ping ping ping pooooing ping ping poing ping ping ping ping? 
Que porra essa?

8 - Gosta de Romero Britto? 
Não odeio, apenas acho tudo que ele faz sem graça.

9 - Gosta de Jorge Vercilo? 
Aí rola um ódio.

10 - e de Ana Carolina? 
Não gosto, mas não sinto raivinha.

11 - Se pudesse parar idade, qual idade seria? 
Queria parar com 60, aparentando 20 anos menos, tipo a Jessica Lange.

12 - Se parece com Dwight
Eu acho que sim.

13 - se sim, num nível saudável? 
Eu acho que não.

14 - Embaixo da sua cama tem Box ou bi-cama? 
Tem chão.

15 - hidrata o Cotovelo com cuspe ou hidratante? 
Hidratante, demência.

16 - Escova o dente antes de tomar café da manha? 
Sim. Pior do que comer com gosto de menta, é comer com gosto de cabo de guarda-chuva na boca.

17 - se sim, porque faz isso? 
Porque gosto da sensação de boca limpinha antes de comer e sujar tudo, pra depois escovar de novo. Me deixa.

18 - Tem cicatrizes? 
Todas.

19 - A cama da sua Barbie era uma cama de Barbie pequenininha ou um aglomerado de fita VHS? 
Eu odeio Barbies, sempre odiei.

20 - Abre olho de baixo d'agua no mar? 
Sim. Dói.

21 - Qual seu Signo? 
Áries.

22 - e Ascendente? 
Gêmeos.

23 - e Lua? 
Touro.

24 - Sabe o que isso significa (Ross elbow)? 
Não.

25 - e isso (Ross fist bumps)? 
Não mesmo.

26 - Se uma pessoa que você ama está deitada numa rede, pede para juntar a ela? 
Ownn *_*, claro que não, a rede é minha.

27 - No seu Miojo vai só o tempero ou algo mais?
Algo mais (cebola, cebolinha, coentro, shoyo)

 28 - Filtro preferido no Instagram? 
Rise

29 - Vídeo de gato preferido? 

30 - Gosta de Jout Jout? 
Amor sincero.

31 - Quantas vezes por dia carrega telefone? 
No mínimo 3.

32 - Falar Píxar ou Pixár? 
Píxar (com 'p' aspirado)

33 - Qual filme favorito da Pixar (ou Pixár)? 
Up

34 - 7 a 1 foi pouco? 
Foi feio rs

35 - Que time é teu? 
Nenhum.

36 - How you doing? 
Really?

37 - Leva ou deixa a mantinha no avião? 
What?

38 - Quão rápido consegue falar seu nome ao contrario? 
Não consigo.

39 - Se enxuga do banho de baixo pra cima ou de cima pra baixo? 
cima pra baixo.

40 - Dobra a roupa assim (...) ou assim (...)? 
Dobro. Apenas.

41 - Já ligou pra final de Você Decide? 
Não.

42 - Acredita na energia de cristais? 
Sim.

43 - Com que frequência faz tatuagem de Hena? 
Nunca fiz e nem pretendo.

44 - Já viu o filme "Arvore da vida"? 
Pela metade.

45 - Gostou? 
Deixei pela metade.

46 - Tem escudo contra vacilão?
Super.

47 - Já leu O segredo? 
Não.

48 - Conhece a Inês Brasil? 
Amo!

49 - Qual sua opinião sobre ela? 
Rainha da humanidade!

50 - Valeu a pena, ê, ê? 
Não, véi rs...


Nhoin. façam também!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

2014, pode ir, viu?



Ano passado fiz uma postagem com algumas considerações sobre 2013 e os desejos para 2014, aqui ó. Praticamente não fiz nada do que eu queria, foi um ano bem difícil que está demorando consideravelmente para acabar. Acaba, peste!

2014

O Gongo

- Romantizei muito a minha volta para Fortaleza. E romances são lindos, mas são ficção. Lembrava de uma Fortaleza quase pacata, da infância dos meus erês, tardes com cheiro de bolo, numa rua com jambeiros. Voltei para uma Fortaleza diferente, metida a ser metrópole sem a inclinação espiritual necessária. Fortaleza provinciana, parece uma menina assustada. Não voltei para uma rua com jambeiros, mas para uma rua órfã de árvores, cuja mangueira centenária mataram até as raízes, como a minha relação com a minha mãe;

- Também romantizei um reencontro de paz com a minha santa mãe, que não aconteceu. Foram alguns dos meus piores capítulos desse meu retorno. Foi tipo ver alguém querido morrer;

- E eu me desiludi com tanta gente em 2014, mais do que já havia me desiludido em 2013. E foi o ano todo, as mesmas pessoas me chocando durante o ano todo, e uma surpresa ruim com alguém em quem eu ainda confiava quase que todos os meses. Lidar com gente é tão difícil, porque o que se quer é confiar no ser humano e ele não deixa. Estou assim, tão mexida, que estou evitando reencontrar as pessoas. Na verdade eu estou meio que fugindo;

- Nós estamos em Fortaleza, mas nossos corações estão no Rio. É muito difícil, sabe? Não é questão de adaptação, estamos adaptados, mas falta algo;

- Não voltei a estudar inglês, não voltei a estudar francês, não exercitei fotografia, não saí toda semana para ver o mar, não pintei uma parde de azul, não comprei vitrola, La Coloriste está na mesma, reencontrei os amigos ao acaso.

Foi bom

- Eu li muito, gente! Muito! E foi muito bom, Comprei livros com todo o dinheirinho que sobrava. Livros novos nas livrarias bonitas da cidade, tipo a Cultura, Lua Nova e Leitura. Livros velhos no querido sebo do Seu Geraldo, na Arte e Ciência;

- Voltei a dar aula;

- Não saí para ver o mar toda semana, mas saí para vê-lo sempre que dava. E foi bom;

- Passeei muito pela cidade e pude reencontrar o Passeio Público revigorado, pronto para piqueniques. O Museu da Indústria reformado, lindolindolindo. Coisinhas lindas como a Doceville, a Sucré, o Estoril de volta à vida, gente;

- Assisti muitos filmes, no cinema, em casa. Revi clássicos. Ah, e o Cine São Luíz voltou todo lindo, o cinema da minha vida.

Sobre as espectativas para 2015. Não quero muito, mas é tudo segredo. Se der certo eu conto pr'ocês daqui há um ano.

Inté.

Imagem: No post do ano passado postei a foto de uma casa que era meu sonho de consumo aqui em Fortaleza. Fica na Avenida Santos Dumont. Dia desses, faz pouco tempo, passei em frente a dita casa, que virou restaurante de comida árabe e mexeram tanto na estética, tiraram os azulejos portugueses, cortaram a árvore da esquina, que quase não reconheci. Por isso, para ilustrar este post, escolhi uma fotografia do Tim Walker que enfeita a parede do meu apartamento, um palacete europeu que nunca se tornará um restaurante de comida árabe.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

24th



Acordei cedíssimo, como de costume, mas não, não era para vestir a camiseta de professora e ir dar aula, mas para fazer rabanada para o café da manhã, um dos prazeres dessa época do ano. Uma rabanada com pão de coco, porque aqui em Fortaleza não tem pão para rabanada, daqueles que vende no Rio. E ficou bom, viu?

Estou aqui pensando no que escrevi quase há um ano atrás. Não fiquei na casa da minha mãe, por motivos de que a gente não se dá bem, simples assim. Imagine uma relação difícil mais filhos adolescentes, gato, cachorro, quer dizer. Sinto falta da geladeira azul.




Mas estou contente no meu apartamento cercado de pinheiros de praia, em plena avenida João Pessoa. Às vezes eu quase fico feliz.

Pois é, passarei um natal cercada por filhos, livros, gatos, tomando chocolate morno (quente não dá) com marshmallow, floresta negra, tâmaras, damascos e rabanada feita com pão de coco. Comprei uma toalha azul lindalinda para a ceia. Também um espumante cor de rosa e uma camisola amarela com passarinhos. Natal de camisola e marshmallows ♥.

Bisous.

Imagens: 1. uma casa linda em algum lugar dos Estados Unidos, creio que em NY. Guardo a imagem para um dia fazer igual; 2 e 3 aqui em casa, com todas as luzes possíveis.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Madonna - Rebel Heart



Não costumo resenhar discos. Nem antigos, tampouco recém lançados como Rebel Heart da Madonna. E sim, discos. É que nunca me libertei dos discos de vinil, desculpe os muito sensíveis. Mas então, isso aqui nem será uma resenha. É apenas a minha opinião.

Eu ouvi as seis faixas liberadas de Rebel Heart. Eu achei estranho. Aquele reggae safado. O que é aquilo? Ao mesmo tempo que parece um pouco com tudo que Madonna já fez, não parece. Portanto achei bem Madonna. Porque Madonna se reinventa na coisa de se encaixar nas entrelinhas da música pop. E até gostei. E um pouco mais do que gostei de MDNA. MDNA que de princípio, achei sofrível, produto de mulher em crise da meia-idade, que se veste de líder de torcida com um bebê de plástico para se sentir mais legal ao lado de uma menina de plástico, Nicki Minaj. Mas tive que ouvir MDNA insistentemente, com todo o meu amor e boa vontade, porque eu amo Madonna, até ser conquistada por I'm addicted. Mas não é meu favorito. E nem tão maravilhoso como Confessions of dance floor. Mas sei que MDNA tem um algo, um ao menos, alguma mensagem por trás, que eu não consegui decifrar bem, dado que a forma era meio vergonhosa. Mas Madonna sempre traz algo nas entrelinhas, nem que seja o delírio. E talvez tenha sido o caso.

Mas veja bem, apesar da quase irrelevância dos últimos trabalhos de Maddie, ainda estamos falando sobre ela, numa tentativa de ler e reler, reencontrar o mito Madonna. Na verdade acho meio cansativo essa coisa de exigir do artista que ele reinvente a roda a cada suspiro e descanso de sua lira criativa. Acho perverso, desumano. E olha, acho meio que mau-caratismo mesmo. A impressão que tenho dos fãs da Madonna, alguns ao menos, é que estão na espera de que ela falhe, ignorando tudo o que a persona fez durante décadas de reinvenção no sofrido cenário pop.

Lembro duma comunidade no saudoso Orkut - Madonna, volte a ser puta - na época do Ray of Light, em que Maddie vivenciava uma fase espiritual, cabalística, que eu e a crítica amamos. Ganhou um monte de prêmios, todos merecidos. Eu amo Ray of Light. Foi uma fase completamente diferente de tudo o que Madonna havia nos mostrado até então. Super criativo, ousado, musicalmente rico, mas alguns fãs - alguns muitos fãs - pararam diante à estranheza de Shanti Ashtangi. Música que meu querido Luis Anderson diz ser minha cara. Por sinal, é a minha música favorita.

A sensação que fica é de que todos querem a mesma Madonna lucky star, boderline, everybody. A Madonna erotica pra sensualizar na pista. E só. E eu acho que está aí a rebeldia de Madonna. Porque ela nunca faz o que a gente quer ;).

E fiquemos com Music, em que ela já se declarava Rebel.



Bisous.


domingo, 21 de setembro de 2014

Domingo em movimento - Mia


Mia Farrow em O Bebê de Rosemary, do Polanski, porque né, Dona Mia sempre soube escolher muito bem as suas companhias. Começando pelo Sinatra, que eu amo, mas que era um bandidão, passando pelo Polanski e um certo cineasta de Manhattan.

Sou da opinião que O Bebê de Rosemary é um presságio da vida de Mia Farrow, em meio a uma seita sinistra de adoradores do capeta, criando nas entranhas a sua própria desgraça.


Bisous.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sobre Machado de Assis


Fiz o exercício de vir aqui para escrever este post coletando todos os comentários injuriosos que já ouvi e li sobre Machado de Assis e olha, foram muitos, cada um pior e mais injustificado que o outro. O último ouvi de um colega de profissão, que não identificarei, mas que se julga um grande leitor, por ter lido por volta de 50 livros, o que lhe daria discernimento completo para avaliar a obra machadiana como ruim, porque é difícil. Algo assim, gente, sei lá.

Meu filho de 19 anos leu mais de 400 títulos então eu nem entrarei no mérito da questão, porque minha outra filha de 17 leu muito menos e adora Machado de Assis. Então, né? Não é uma questão de ler muito ou pouco, é uma questão que tem mais a ver com os leitores de modinha, um mal da nosa época.

E gente pensará que enlouqueci de vez, porque Machado é reconhecido, na verdade um dos poucos escritores brasileiros reconhecidos por sua qualidade literária e gênio por críticos do mundo todo. É o único escritor brasileiro citado n'O Cânone Ocidental do Sr Harold Bloom, livro odiado, porém referência nessa coisa toda de clássico, cânone, etcetera coisa e tal. 

 É, Machado é tudo isso, e muito mais do que citações de nomes estrelados da crítica literária. Mas isso tudo não mudo o fato de que Machado é odiado e bastante odiado pelos leitores brasileiros. De fato, acho que só perde para José de Alencar. 

Desde o meu tempo de escola até os dias de hoje, já reuni uma série de idiotices que ouvi sobre Machado: linguagem antiquada, (cê jura?), linguagem datada (pior), difícil de acompanhar, de entender, conteúdo pobre (oi?), folhetim pra senhoura ou, novela mexicana. Essa última ouvi em sala de aula de introdução à filosofia. O professorzinho, um completo imbecil, contou uma lorotinha de que sei lá quem pegou um conto qualquer do Machado, assinou e levei para uma editora, que se recusou a publicar por achar o conto ruim. E que diabos de editora é essa que não descobriu que era Machado de Assis? É, porque as editoras pesquisam para evitar plágio, quer dizer, um estapafúrdio completo. Até hoje sinto ódio desse episódio, que aconteceu dentro do curso de letras. Fiquei tão indignada que saí de sala. Nos meus primeiros anos de faculdade eu era conhecida como a "Machadiana" então imagine aí o quanto este episódio foi terrível.

 Se procurar em forúns sobre literatura ou redes sociais tipo Skoob (que não consigo levar a sério, desculpe) sempre vai aparecer alguém para falar mal da literatura de Machado de Assis. E por quê? Primeiro porque Machado pede maturidade, não de anos vividos, mas de livros (bons livros) lidos. E algum conhecimento ou simpatia por filosofia. Antigamente, no meu tempo, o primeiro contato literário sério que se tinha na escola era com Machado (e Alencar). Uma garotada boba, acostumada com Turma da Mônica, super não compreendia os olhos de ressaca, dentre outras metáforas machadianas. Fora a coisa da alma, porque certos livros pedem uma certa inclinação e isso acontece com Machado, que pede um leitor devoto, sem medo dos abismos e do não compreendido. 

Quando li Machado me encantei justamente pelo o que não conhecia, pelo o que eu não conseguia entender, aquilo me fascinava. Anotava todos os livros e filósofos que encontrava em seus livros, como quem anota as dicas dum professor querido. Machado foi meu pai literário e eu tenho pena de quem o despreza ou odeia. Qualquer bom leitor reconhecerá a qualidade do texto machadiano. A coisa do gostar, isso depende do que cada um é feito. 

 Para ler Machado recomendo: 1ª uma boa coletânea de contos (sempre recomendo contos de um autor, porque serve como uma espécie de amostragem da escrita, é mais rápido e dá para se ter uma ideia do geral); 2ª Helena, o povo fala muito mal da fase romântica do Machado. A impressão que tenho é que não leram direito; 3ª Memórias Póstumas de Brás Cubas, porque é sensacional. Pirandello e Sterne versaram sobre o mesmo tema, mas Machado, ah Machado, leva a cousa para outra esfera. Seu Brás Cubas é encaixado no Realismo por mera convenção. Como um livro em que um defunto narra suas desventuras pode ser considerado realismo? Sabe como? ;) Meus livros antiguinhos do Machado.





Inté.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

No final, eu não gosto de Woody Allen



Não será surpresa alguma caso tenha decepcionado alguns de vocês, caros leitores, com a minha sincera e miúda opinião em relação ao Woody Alen, tão querido e aclamado por todos, mas a obra exposta está aberta a todas as leituras e interpretações. E eu aqui para as espinafrações que virão, decerto.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Consultorinho sentimental - the animal instinct in me



Inaugurando no bloguito uma seção que será uma espécie de terapia, porque afinal escrever para mim já é uma terapia - dia desses me sugeriram análise, pague que eu vou - o consultorinho sentimental.

A gente vai se deter por aqui nos pormenores do coração. Olha só que brega, não é mesmo? Pois é, mas vamos tentar ao menos rebuscar a nossa breguice existencial, vamos transformar em algo kitsch, né? Pois então. Dizem por aí que todo apaixonado é brega e eu sempre fiquei pensando, já que o apaixonado, com todos os seus clichês, é brega, o corno é o quê? É kitsch, olha só que coisa linda.

E o feminino de corno? Poderia ser Elizabete facilmente, mas vamos tratar por corna, aceitando o morfema da língua.

Ao longo dos meus quase quarenta anos (eu tenho 37), tive apenas dois relacionamentos sérios, que resultaram em uniões estáveis e que terminaram em traição do desgraçado do respectivo. Ou seja, eu sou um fracasso. Óbvio que eu tive outros relacionamentos, quando eu era mais erê, amorzinhos platônicos, o primeiro beijo depois do show da Legião Urbana, mas nada sério, na verdade eu sempre fui meio esquisita, meio gauche nessa coisa de relacionamentos. E é para você, querida leitora (ou leitor, né? vai saber) gauche na coisa de se relacionar que eu escrevo.

Vamos falar sobre a Outra? Que, vamos combinar, filosoficamente é a Única. Você, querida traidinha é que é a outra, com letra minúscula. Você passa a não ter significado e importância relevantes.Você é alguém que precisará de ajuda, e quem precisa de ajuda, atrapalha. Ainda mais um lindo casal em começo de vida romântica, não é? Você é um estorvo. E, se precisar de ajuda financeira, chérie, você é O Estorvo, e a Outra o bálsamo.

A Outra nunca será odiada, não adianta. A Outra é a romantizada, que vira personagem para Meryl Streep, É a mulher a ser conquistada, é a mulher a ser amada, porque ela se entrega de corpo e alma. E você, querida? Você é apenas você. Então se apegue ao que você é.

Adendo: tem vezes que a gente é o amor que sente pelos filhos, pelo gato, pelo cachorro e não há nada de errado nisso.

E o ex? O ex, às vezes, é a pessoa que você amou. Às vezes porque acontece de você entrar numa relação sem amor. Aconteceu comigo, quando era muito jovem e julguei que amizade seria suficiente. E não foi. Já senti isso que chamam de amor e também não bastou. Aquela coisa do fracasso que já falei.

Não espere que o ex seja crucificado, a gente acha que merece, mas não é assim. Muitas vezes a existência é santificada, porque, apesar de tudo o que você fez (você foi traída, mas você fez muita coisa errada, viu?)  ele te ajuda. E, se ele ajudar sem vocês terem filhos, é santo canônico. Ah, e você é uma bruxa.

O que resta é você se apegar com você mesma, tentar voltar a se bastar e mudar a realidade, como na música do Cranberries, so take my hands and come with me, we will change reality. Acho que foi um dos motivos internos de ter pegado minhas tranqueirinhas e filhos e ter fugido do Rio.




Bisous.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Contratem a Confiança Mudanças e Transportes



Acabou de me acontecer uma coisa muito chata, recebi um e-mail num tom de ameaça judicial, de uma outra empresa que contratei para fazer minha mudança, por conta de um post que escrevi aqui para o blog. Como eu tenho mais o que fazer, tirei a postagem do ar, apesar de me sentir novamente constrangida e coagida por conta das ações desta empresa.

Mas a gente sempre tem que tentar extrair as coisas boas, e o que ficou de bom foi exatamente a lembrança do serviço de outra empresa do ramo, a Confiança Mudanças e Transportes. Os serviços não saem por uma bagatela, mas valem cada centavo gasto. Quando fiz minha mudança de Fortaleza para o Rio os contratei e olha, só tenho coisas boas a dizer. Pontualidade, rapidez, seriedade por parte de todos os funcionários, começando pela equipe que monta e desmonta os móveis, passando pelo motorista e chegando até a pessoa que faz o seu orçamento. No contrato se estabeleceu 30 dias (não me lembro se úteis) para a mudança chegar. Mas chegou em apenas 21 dias. Montaram os móveis tão rápido que nem vi. E tudo chegou intacto, mal parecendo que havia viajado tanto e de caminhão. Uma vez no Rio, os rapazes da empresa ao término do serviço - feito com muita rapidez - pediram apenas um copo d´água cada um.

Portanto contratem a Confiança Mudanças e Transportes, empresa sensacional!

P.S.: não contratei a Confiança da última vez, porque tentei economizar. Acredito que dê para notar que não foi uma ideia bacana.

Bisous.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O apartamento da João Pessoa


Se alguém se propusesse a escrever a minha biografia um dos possíveis títulos seria Vida de Cigano, porque olha, não é fácil.

Mudança de casa foram inúmeras: a gente perdeu o sítio para o governo do estado fazer o açude Gavião (outras pessoas também perderam suas terras), daí moramos no Excelsior Hotel no Centro de Fortaleza uns seis meses. Chic, né? Meu pai era chic. Daí veio a casa em que cresci e morei até os 13 anos, até perdermos por motivos de que a vida é osso. Então vieram algumas casas em que moramos de aluguel. Cresci, fui morar em Brasília, a minha casa "definitiva" por lá era um casarão branco, com um baita quintal com goiabeiras. Voltei para Fortaleza, já mãe de erês e passamos por algumas casinhas, umas bonitinhas, outras nem tanto. Fui para o Rio e descobri o que era morar em apartamento. Custei, mas me adaptei. O último lugar que morei era meu xodó, com papel de parede, pinturas minhas, vidro, pedra, madeira.

E voltamos para Fortaleza, para morar num muquifo, porque não há nada de ruim que não possa piorar, já dizia uma pessoa bem ali. E daí eu me mexi, consegui com ajuda este apartamento em que estamos, que já é o meu xodó, por mais que euzinha não tenha propriamente um quarto meu. Mas tem uma sala iluminada, uma parede vermelha Amélie Poulain que enchi de espelhos, um cantinho para desenhar, com muita luz e uma cozinha fofa. Os quartos dos filhos estão muito-muito lindinhos. Xodó.

E cenas de minha vidinha




























Uma lembrança da casa antiga.


Inté.

Imagens: feitas por mim com uma T2i.


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Fortaleza, 6 meses.



E já faz seis meses que voltamos e, se me perguntarem, não, eu não estou feliz. O certo é que as coisas nunca - nunquinha - são do jeito que a gente imagina. Às vezes são melhores, às vezes são piores, depende do contexto e da vida. No meu caso, sempre tem uma ajudinha de Murphy, para que tudo fique ainda mais difícil. Nestes seis meses eu tive que me reinventar, que me reconstruir. Começou por conseguir emprego de professora e voltar a enfrentar os desafios diários da profissão. Depois encontrar um cantinho para chamar de lar para mim, meus erês, Benji, Miu e o novo membro da família, Justine.

E não, não voltei a estudar francês, nem inglês, não está dando para ir ao cinema todo o mês, mas estou lendo muito. Fotagrafando, nem tanto. O recomeço de uma pós-graduação é a parte mais engraçada. Além de nenhum dos telefones da federal e estadual do Ceará parecerem funcionar (ao menos para mim), quando entro em contato com algum professor, possível orientador, a criatura simplesmente me ignora, às vezes de forma grosseira, como o fez uma certa professora muito bem vestida do CH. Ao menos não é brega feito a outra, que foi me (des)orientadora. Sim, estou sendo fútil. Ver o mar, nem sempre dá. Desenhar, estou aos poucos. La Coloriste está empoeirada, confesso. Mas estou aproveitando todo o tempo livre possível para ficar com meus filhos, meu cachorro, meus gatos, ou seja, meus amores. Exercícios que tenho feito: equilíbrio carregando livros em ônibus lotados, longas caminhadas, faxinar meu apartamento, subir e descer escadas ad infinitum.



A coisa boa disso tudo é que só agora é que me dei conta do tanto que o Rio me fez bem, o tanto que fui feliz por lá. Óbvio que fui feliz por ajuda não apenas do lugar incrível em que morava, mas também por conta das pessoas. Aconteceram coisas muito ruins, mas olha, fui tão feliz, a vida foi tão boa que, passada a minha confusão mental, sobrou foi saudade e um monte de memórias boas (e ruins também). Hoje eu entendo quando meu pai dizia que o Rio de Janeiro é uma dádiva. Quem mora no Rio sabe que a grande estrela do Rio é ela mesma, o Rio é a atração, o Rio é o personagem principal.

E Fortaleza? Bem, vinte dias após nossa chegada, escrevi alguma coisa sobre, as primeiras impressões do retorno e olha, as impressões só pioraram. A cidade em si está maltratada, com obras pela metade. Ah, pois é, querem (e parece que vão) destruir a Praça Portugal, um dos cartões-postais da cidade, uma das almas da Aldeota. Estão removendo algumas árvores centenárias da Avenida Santos Dumont, o Centro da cidade está hor-ro-ro-so e a impressão sobre as pessoas de Fortaleza, impressão que só se reforça, é que se endureceram, se desumanizaram, talvez por conta deste rebuliço pela cidade, que está lhe rasgando as entranhas e evanescendo a sua alma.


Inté.

Imagens: por volta de 2006, feitas por mim com uma câmera mega amadora.



terça-feira, 15 de julho de 2014

100 Unhappy Days - Blame it on the black star



Perder alguém dói. Dói muito. E não falo apenas da perda pela morte.

Imagine-se convencido de que é realmente especial para alguém, alguém que se ama. Este alguém te envolve com metas, planos e situações e te entorpece em uma sensação de segurança, de bem querer, algo que você entende como felicidade. Mas aí, um dia, de súbito, sem avisar - não aviso audível e notório ao menos - o tal alguém te diz adeus. 

Após o choque, a descrença, a negação, vem a procura dos 'porquês' e dos 'comos'. A visão turva, o chão some, o horizonte fica trêmulo, o mundo fica nublado e a sua vida entra no caos de uma tempestade existencial, que se prolonga em uma noite fria e desoladora, sem alguém que pareça te entender.

E apesar de tudo isso, é preciso voltar para a vida ou o que sobrou dela, e lutar, um dia após o outro, em um pesadelo sem fim.

Inté.





Imagem: minha, feita com uma Cybershot.

domingo, 13 de julho de 2014

Ghots World



Aquele filme que a gente sempre ouve falar e nunca aconteceu de parar na locadora para assistir. Pode ser por conta da babação de filme cult, underground, alternativo, esse monte de adjetivo que geralmente faz algo se tornar antipático. Tipo Beleza Americana, que é um filme chatíssimo, na minha opinião veja bem, e todo mundo acha o máximo. Ghost World (Mundo Cão em português) é diferente. 

 Talvez porque a gente consegue sentir a linguagem de gibi (o filme é baseado no gibi homônimo), porque o discurso da trama está meio que desconstruído, dai todo o sentido do título do filme (em inglês, porque, né). Porque a Enid (personagem de Thora Bird, que é a filha esquisita de Beleza Americana também, olha que coincidência) é o máximo, as roupas, o desgosto com tudo, a sua quase apatia perante o mundo e sua relação com as aulas de arte do curso de verão, que ao menos para mim, fazem todo o sentido.

Adendo: tentando mudar minha opinião sobre Beleza Americana. Estou reasssistindo. Dia desses peguei pela metade no Cult. Não me incomodou tanto. vamos ver a próxima vez, tentarei assitir do começo.

 Fora a Enid tem o Doug, personagem do David Sheridan, que todo mundo super conhece dos clips do Red Hot Chilli Pepers. Figura altamente bizarra. Aliás o conhecimento de mundo e cultura pop faz a gente pensar que só tem Doug em Los Angeles. 

 Ghost World ainda rende uma das cenas mais legais de tão hilariantes e terrivelmente simples, só pelo patético da situação: o não-diálogo entre Seymour e Joe. Não pode ficar pior. Dai que fica bom. 

 Inté.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

The Leftovers




Vocês que me lêem e gostam de acompanhar séries de tv para ocupar o vazio de suas vidas no fim de noite com a vida social troando - só que não - sentem, por certo, uma baita de uma sensação de incompletude quando aquela série que a gente espera o ano todo acaba, como o término da 4ª temporada de Game of Thrones, por exemplo. O que faremos agora, o que será das noites de domingo? Café, insônia, ler Adorno e Benjamin para a pós? Não sei a sua resposta, mas a minha veio em um arrebatamento, literalmente em termos de mote, com a estreia de The Leftovers. 

Sim, minha gente, a série da HBO baseada no livro de Tom Perrota sobre o tal arrebatamento bíblico.

Mas você se assusta com o tema? Bem, se vossa mercê foi criado sob a fé cristã - católica, protestante. especialmente a protestante com a coisa da recompensa divina por ser cristão temente - certamente teme a coisa do Apocalipse e o fim da pataquada, caos instaurado no mundo, ainda mais cão. 

Contudo, o que se trata na série The Leftovers é ainda pior, o arrebatamento é apenas um detalhe, a trama gira em torno do vazio que fica com a falta dos arrebatados, a melancolia, a latência de alguma coisa, o nó na garganta, o desnorteamento do abandono súbito dos entes amados e, de Deus, afinal, fomos deixados para trás. E por quê? Pois é.




Inté

segunda-feira, 30 de junho de 2014

100 Unhapy days - Insônia, Exupéry e Dickens (6)


Eu tenho insônia faz alguns anos. Passei períodos em que só conseguia dormir duas horas por dia, coisa que alguns amigos duvidavam, porque, ao que parece, tem gente que gosta de fingir que é doente, triste e medicada com receita azul e tudo. Bem, eu já tinha toda a atenção que eu precisava, então, né? Amigos.

Talvez porque eu não aparentava a melancolia que carregava. Era sempre a pessoa verborrágica, dos despautérios que fazia todos rirem, a agitação encarnada. E olha, eu me cansava de mim mesma. Estas máscaras sociais que a gente usa para sobreviver em um grupo. Ou para sobreviver ao grupo.

O tempo passou, e eu me apaixonei, vamos dizer, pela vida. Voltei a desenhar e pintar, usar cores. Fui morar no Rio, mais ou menos em uma época dessas, que é inverno de verdade, de fazer frio, usar cobertas e moletons quentinhos. E voltei a dormir. Muito. E como era bom. Era muito bom estar feliz e sem máscaras. Até que aconteceu, a vida e suas reviravoltas e cá estou eu de novo, há um ano sem dormir direito. E sem inverno, mesmo que fosse o do Rio.

Quando me vejo perambulando pelo apartamento iluminado pela luz azul da tv, em que todos dormem, os erês, Miu, Justine, Benji, eu me pergunto se voltarei a dormir direito um dia, por mim mesma, sem ter mais nada como um motivo de tranquilidade e alívio do fardo que às vezes é viver. Mas sabe, a culpa é toda minha, porque aquela idiotice de frase da raposa no Pequeno Príncipe Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé (Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas) é uma besteira sem tamanho, porque ninguém tem culpa pela decepção que sentimos, a culpa é das nossas expectativas e esperanças.

Dickens em Grandes Esperanças tinha a exata noção dos nossos mais profundos dilemas, nascidos das nossas obsessões e ilusões: Suffering has been stronger than all other teaching, and has taught me to understand what your heart used to be. I have been bent and broken, but - I hope - into a better shape.

Bisous.

Imagem: Helena Bonham Carter, como uma das personagens mais assustadoras da literatura, Miss Havisham.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

When the world is cold


Dia desses, assistindo de novo o meu filme bobo favorito, O Pai da Noiva, em que me acometem as mais diversas sensações, desde a alegria risística até a emoção que leva às lágrimas, me dei conta de que nunca casei propriamente dito. Sabe como é, com festa, padrinhos, daminhas, lista de presentes, todas as coisas que identificam uma festa de casamento, este símbolo da nossa civilização. Adendo - me deu vontade de escrever um 'idiota' ali antes de 'símbolo', mas né?

E eu escrevi um blog de noiva, foi como nasceu o Reverbera, que depois virou outra coisa, até que eu encerrasse a sua publicação quando me separei, ano passado.

Não sei ao certo o que sinto em relação a coisa festa de casamento hoje em dia. Só sei que sinto algo, que não é bom e nem ruim, mas está em algum lugar.

Talvez eu me sinta um pouco enganada neste aspecto, não por uma pessoa em específico, mas, quem sabe, até por mim mesma, por ter embarcado em uma coisa que há muito já havia descartado, como algo fugaz e completamente desnecessário (no meu contexto de vida), para entrar em uma fantasia digna da Disney, sonhando com saias de tule de point d'esprit, bem casados, álbuns de fotos artísticos e filmagem em super 8. Aos 30 anos, em minhas condições, tão peculiares, foi de uma ingenuidade imbecil. Talvez eu seja mesmo uma maldita ingênua imbecil.

Mas eu acredito em finais felizes, em casamentos lindos, que prosseguem para além da festa. Mas também acredito que tudo tem o seu tempo e o meu tempo já se foi. Pensar diferente é que foi o meu engano, acho que por isso me sinto enganada.

Alguém me lembra de processar a Disney?

Bisous.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Cabelo Cacheado



Eu tenho cabelos cacheados e eu gosto deles assim. Nunca alisei, nunca fiz nenhum tratamento químico que não fosse pintar. E sim, eu recebi e recebo algumas críticas, não tem legais, por conta de ser cacheada, porque vamos lidar com um fato, a maioria das pessoas gosta é de cabelo liso.

E eu acho bonito cabelo liso. E cabelo crespo. E cabelo cacheado. São todos lindos, se bem cuidados. Não vejo problema algum em quem opta por alisar os cabelos ou sei lá que outros tratamentos existam. Eu apenas me abstenho de viver a vida encarando o dueto secador & chapinha tout le jour. Fora que né, tem que se gastar uma quantia absurda para ficar, de verdade, bonito e eu sou professora, gente, então né, não tenho orçamento para gastar um salário mínimo com cabelo por mês. O que sai mais barato é o que me deixa mais feliz, usar produtinhos bons que alegrem os meus cachinhos. Fora o que me sinto livre, sem medo de chuva, desculpaê.

Bisous.

Imagem: Elizabeth Messina

terça-feira, 24 de junho de 2014

Blogueira lookbook


Houve época em minha parca existência que fotografava o meu lookdujour. Pois é. Durou quase um ano esta minha fase. Mas não, não se anime que não era para ir ao ar em um blog. As fotos me serviam para avaliar, desenhar à época. E eu sempre soube expressar minha persona através das minhas roupinhas. O pessoal até pensava que eu era das Modas, sempre rolava uma frustração e tristeza quando eu respondia que não, era das Letras.

E sinceramente, não havia (e não há) nada demais na maneira como eu me visto, apenas tenho noção, o que falta em 90% das blogueiras tipo lookbook, que são as mais idiotas. O fato de saber usar cores, estampas, de ter um guarda-roupa recheado de peças e acessórios com personalidade, e label desejo aqui e ali, não faz de mim, ou de qualquer uma, uma stylist, uma estilista ou uma referência. Por isso nunca faço lookdujour, mesmo sendo conhecida entre os meus como alguém que poderia. 

Sendo bem sincera, acho isso tudo ridículo. Mesmo a pessoa se vestindo bacaninha, tomando cuidado com o fundo da foto, e mais, com a qualidade da foto (e não falo de photoshop), invariavelmente eu sinto vergonha alheia. E mais, não sei se é minha chatice congênita ou minhas leituras junguianas, mas super acho que há uma carência, uma falta em algum aspecto da vida dessas pessoas, porque é muita necessidade de exposição. Como se já não fosse exposição demais criar um blog e escrever sobre a vida, sobre si mesmo ou fazer cosplay de crítico de alguma coisa por aí.

Eu não entendo estas moças.

Vocês encontrarão nos links que indico alguns blogs de lookbook, os únicos que aprecio. Aqui no Brasil tenho um carinho enorme pela Ana e pela Mica. E só. Contudo, até entre os poucos que acompanho o único que gosto de verdade é o blog da Alix. Entra ano, sai ano e Alix, ou Cherry Blossom Girl, continua linda, diferente e chic, uma referência.


















Bisous.

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