domingo, 28 de dezembro de 2014

Book-a-day Challenge by Solilóquios



Vocês que me lêem e que me acompanham sabem o tanto que eu gosto de projetinhos fotográficos e o tanto, de forma meio torta, que tento realizá-los. Faz uns três anos que sigo o #fmsphotoaday da Fat Mum Slim. que já faz parte da minha vida de instagrammer - desculpa, mas 'instagramista' não fica bom, gente. Acho que meu IG ganhou mais vida e cores após as fotinhas temáticas. Fora que eu amo listas e o #photoaday é uma lista, só que imagética.

Ok, daí que neste mês de dezembro, que ja está acabando, comecei um outro projetinho fotográfico e livrístico, tudo ao mesmo tempo, que foi o Book-a-day da Penguin Books, que foi só até o dia 25, mas que adorei realizar, porque vocês sabem né, amo livros, amo fotinhas, e tudo junto é mais amor ainda.

Daí acabou. Senti um vazio, sabe? Então decidi criar o Book-a-day do Solilóquios e, logo aviso, teremos Book-a-day todos os meses!

O nosso Book-a-day de janeiro, como podem perceber, vem com uma homenagem  à Alice (Alice in Wonderland), porque janeiro é aniversário do Lewis Carroll, dia 27 (reparem que dia 27 em nosso Book a Day o tema é Alice).

Para se juntar ao Book-a-day Challenges é bem fácil e divertido. A primeira regra é que não tem regra, gente. É uma lista para se orientar e tirar fotos com/sobre livros da forma mais criativa que conseguirem. Todo mundo está convidado a participar, via Instagram, via Facebook, Twitter, Flickr. Por favor, usem a tag #soliloquiophotoaday e #bookaday.

Explicando:
 3. Fantastic/Fantasy (aniversário de J. R. R. Tolkien) e eu ficaria muito feliz se as fotos fossem uma homenagem a ele;
19. Edgar (aniverário de Edgar Alan Poe);
22. Ultra-romantic (aniversário do Byron);
25. Feminist (aniversário de Virginia Woolf).

Adendo: Dia 09 é aniversário de Simone de Beauvoir, só que entre ela e Virginia, escolhi Virginia para o tema feminismo. E dia 12 é aniversário de Charles Perralt (francês maluco dos contos de fadas) e do Rubem Braga.

Bisous.



Contagem regressiva para 2015 - Vidas ao Vento ♥



4

♥♥♥♥


sábado, 27 de dezembro de 2014

Os melhores de 2014 segundo meus solilóquios


Eu nunca havia feito isso, então decidi fazer este ano. Quais foram as coisas mais legais que eu assisti em termos de filmes, séries, as músicas que ouvi e que me marcaram, os livros que li, a revista mais linda, o evento mais bacana que fui, etcetera coisa e tal.

Filmes 2014 (que estrearam de 2013-2014, mas que eu assisti em 2014)

Fui muito ao cinema este ano, teve muita coisa boa, mas estes foram os que mais me tocaram.

Clube de Compras Dallas - Sensacional, Jared e Mathew arrasaram, mereceram demais o Oscar, as críticas positivas, tudo.

Ninfomaníaca 2 - Gostei. Complementa o 1. Acho que o povo não entendeu. Ou não quis entender. Falei algo sobre bem aqui ó.

Her - Lindo, adorável, tocante. De doer o ♥.



Hobbit, The Battle of the Five Armies - Quase chorei, gente. Eu sou muito fã do Tolkien, do Jackson, que nos transporta para a Terra Média a cada filme, e mais um ciclo acabou. Fica um vazio quando acaba. Todo o meu amor pelo Hobbit.

Hotel Budapeste - Acabei de assistir, muito Wes Anderson. É um deslumbre. Um  passeio pelo cinema, sobre teoria das cores, presente em todo os trabalhos do Wes Anderson. Fora o humor refinado, a elegância dos enquadramentos. Lindo.

Maleficent - Amei a versão da história contada por Malévola, que eu amo, que sempre foi a minha personagem favorita da Disney. Escrevi aqui sobre.

X-Men, Days of future past - Gostei muito, especialmente a solução que deram para a antiga trilogia fiasco. E o Apocalipse do pós-créditos?

Planetas dos Macacos, o confronto - A trama é muuito boa e a sequência não desapontou.

Amantes Eternos - Tom Hiddleston e Tilda Swinton apenas. É uma história de vampiros completamente diferente dos vampiros fadinhas de Crepúsculo. É tipo um conto de fadas sombrio. E é bonito, a trilha é incrível, Tem o Tom Hiddleston rs.

Afflicted (em português Infectado) - E por falar em vampiros, Afflicted foi um dos melhores filmes de vampiro que assisti nos últimos tempos, especialmente em contraste com a leva de porcaria lançada na última década, que vai de Anjos da noite, chegando até a refilmagem hor-rí-vel de A Hora do Espanto. Crepúsculo já citei e todos sabem do minha aversão.

A Girl Walks Home Alone at Night - Acabei de assistir super na clandestinidade e amei. A.M.E.I.. Havia lido algo sobre, mas tinha me reservado. Ficar quietinha às vezes é bom. Na verdade, na maioria das vezes é salutar. E nesse caso então... minha experiência com filmes iranianos não é boa. Mas foi excepcional! Sem dúvida, o melhor filme de vampiros, desde o Deixe ela entrar.





Séries 2014 (que estreiaram de 2013-2014, mas que eu assisti em 2014)

Amo séries, acompanho muitas, mesmo quando estão sem graça, tipo Big Ban Theory, New Girl. Mesmo quando a série só tem um personagem legal, tipo Gotham e seu Penguin impecável. Mesmo quando não sei ao certo se gosto ou se me dá preguiça, tipo Girls.

True Detective - Impressionante, arrebatadora. Mais ou menos uma resenha aqui.

Hannibal - Descobri este ano, assisti tudo num impulso de dois dias intensos. Incrível.

Game of Thrones 4ª temporda - Intensa, cada temporada melhora, apesar de adaptaram muito e frustrarem a gente (Stoneheart), mas a série continua incrível.

Penny Dreadful - Foi surpreendente. Aqui minha primeiríssima impressão.

AHS, Freakshow - Não estreiou no Brasil, mas estou acompanhando online e estou amando.




Dupla Identidade - Grata surpresa.

Constantine - Brilhante, parece que o ator nasceu pra fazer Constantine.

The Orange is the new black - Acompanho online e foi a coisa "leve" que assisti este ano, em termos de série. Ri muito, gente.

Música

Este ano descobri Chrvches e amei. E este ano eu parei pra ouvir bem direitinho Lana Del Rey, Birdy e St. Vincent e gostei bastante. Fiquei viciadinha. Inclusive a capa do álbum da St. Vincent (St. Vincent) foi escolhido pelo Miojo Indie como das mais lindas e o álbum um dos melhores. Tipo bicha poderosa.

Aliás, aproveitando as capas de álbuns mais bonitas do ano, os mais lindos na minha opinião foram estes.


Artista: J Mascis Disco: Tied to a Star (2014, Sub Pop)



Artista: Karen O Disco: Crush Songs (2014, Cult)



Artista: Swans Disco: To Be Kind (2014, Mute)


Artista: The Pains Of Being Pure At Heart Disco: Days of Abandon (2014, Yebo)

Os livros que li este ano. Sem contar os que reli:

The Melancholy Death of Oyster Boy, Tim Burton; 
Autobiografia do Stephen King On Writing; 
Autobiografia do Morrissey; 
Battle Royale (que inspirou Jogos Vorazes); 
As vantagens se ser invisível; 
Clarice Lispector Pinturas (que comprei na Bienal do Rio 2013); 
A Festa de Delirium.
O Pianista, Wladislaw Szpilmn;

Os livros que reli:

Seção Stephen King:
Carrie, A estranha;
O Iluminado;
Christine, o carro assassino;
A espera de um milagre;
It;
Seção Clarice Lispector:
Água viva (reli várias vezes este ano);
A Hora da Estrela;
Sopro de vida;

Iracema, José de Alencar;
Dom Casmurro, Machado (eu releio todo ano);
O Silêncio dos Inocentes, Thomas Harris;
Orgulho e Preconceito, Jane Austen (outro que releio todo ano);
Jane Eyre, Charlotte Brontë;
Drácula, Bram Stoker;
Alice in wonderland, Lewis Carrol
Laranja Mecânica, Burgess;
The Bell Jar, Sylvia Plath (releio todo ano também);
Miss Dalloway, Virginia Woolf (sempre releio);
1984, Orwell.

Fora os livrinhos adaptados para as aulas de paradidático da escola.

A capa de revista preferida, mais bonita:


Frankie Issue 55


Evento mais legal do ano, pra mim, foram as exibições de filmes na Villa das Artes. Especialmente Studio Ghibli



Então, apesar de que 2014 foi um ano de duras cargas emocionais, mimimi, por um lado foi um ano que, culturalmente, aproveitei bastante.

Bisous.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

2014, pode ir, viu?



Ano passado fiz uma postagem com algumas considerações sobre 2013 e os desejos para 2014, aqui ó. Praticamente não fiz nada do que eu queria, foi um ano bem difícil que está demorando consideravelmente para acabar. Acaba, peste!

2014

O Gongo

- Romantizei muito a minha volta para Fortaleza. E romances são lindos, mas são ficção. Lembrava de uma Fortaleza quase pacata, da infância dos meus erês, tardes com cheiro de bolo, numa rua com jambeiros. Voltei para uma Fortaleza diferente, metida a ser metrópole sem a inclinação espiritual necessária. Fortaleza provinciana, parece uma menina assustada. Não voltei para uma rua com jambeiros, mas para uma rua órfã de árvores, cuja mangueira centenária mataram até as raízes, como a minha relação com a minha mãe;

- Também romantizei um reencontro de paz com a minha santa mãe, que não aconteceu. Foram alguns dos meus piores capítulos desse meu retorno. Foi tipo ver alguém querido morrer;

- E eu me desiludi com tanta gente em 2014, mais do que já havia me desiludido em 2013. E foi o ano todo, as mesmas pessoas me chocando durante o ano todo, e uma surpresa ruim com alguém em quem eu ainda confiava quase que todos os meses. Lidar com gente é tão difícil, porque o que se quer é confiar no ser humano e ele não deixa. Estou assim, tão mexida, que estou evitando reencontrar as pessoas. Na verdade eu estou meio que fugindo;

- Nós estamos em Fortaleza, mas nossos corações estão no Rio. É muito difícil, sabe? Não é questão de adaptação, estamos adaptados, mas falta algo;

- Não voltei a estudar inglês, não voltei a estudar francês, não exercitei fotografia, não saí toda semana para ver o mar, não pintei uma parde de azul, não comprei vitrola, La Coloriste está na mesma, reencontrei os amigos ao acaso.

Foi bom

- Eu li muito, gente! Muito! E foi muito bom, Comprei livros com todo o dinheirinho que sobrava. Livros novos nas livrarias bonitas da cidade, tipo a Cultura, Lua Nova e Leitura. Livros velhos no querido sebo do Seu Geraldo, na Arte e Ciência;

- Voltei a dar aula;

- Não saí para ver o mar toda semana, mas saí para vê-lo sempre que dava. E foi bom;

- Passeei muito pela cidade e pude reencontrar o Passeio Público revigorado, pronto para piqueniques. O Museu da Indústria reformado, lindolindolindo. Coisinhas lindas como a Doceville, a Sucré, o Estoril de volta à vida, gente;

- Assisti muitos filmes, no cinema, em casa. Revi clássicos. Ah, e o Cine São Luíz voltou todo lindo, o cinema da minha vida.

Sobre as espectativas para 2015. Não quero muito, mas é tudo segredo. Se der certo eu conto pr'ocês daqui há um ano.

Inté.

Imagem: No post do ano passado postei a foto de uma casa que era meu sonho de consumo aqui em Fortaleza. Fica na Avenida Santos Dumont. Dia desses, faz pouco tempo, passei em frente a dita casa, que virou restaurante de comida árabe e mexeram tanto na estética, tiraram os azulejos portugueses, cortaram a árvore da esquina, que quase não reconheci. Por isso, para ilustrar este post, escolhi uma fotografia do Tim Walker que enfeita a parede do meu apartamento, um palacete europeu que nunca se tornará um restaurante de comida árabe.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Now the jingle hop has begun ♥


A ceia de natal da nossa família não é bem uma ceia de natal típica do Brasil. Ou do Rio. Ou mesmo do Ceará. É que fui assimilando coisas de gente bacana que passou pela minha vida, tipo a Dona Mozarina, minha vizinha mineira de Brasília. Já contei a história da rabanada, que praticamente, só eu fazia do meu círculo de amizades. 

Sempre achei estranho quando alguém me perguntava onde eu iria passar o natal. Porque quase todo mundo ia pra casa de alguém no interior, ou na serra ou simplesmente no bairro da avó. E eu não tinha avó ou avô ou tia. 

Quando eu era criança, bem pequena, os irmãos do meu pai passavam parte do dia lá em casa. Faziam galinha guisada, ao molho pardo e um peru. Lembro da farofa de miúdos e de muito vinho e uvas em caixas de madeira. E as rabanadas. Quando meu pai morreu, não tinha mais nada. Era um frango de churrascaria, uma farofa básica e uma cidra. Eu comia fingindo que era uma ceia, assistindo os especiais de natal da tv, a casa com cheiro de tinta nova, porque todo mundo pinta a casa pras festas de fim de ano. 

Mais velha eu comecei a fazer a ceia, e a primeira que fiz teve galinha assada e creme de galinha. Creme de galinha que não sabia fazer direito no primeiro natal. Já no outro, finalmente fiz peru, arrumei a casa com pisca-piscas e acertei o creme de galinha. Não sei se as outras família cearenses fazem creme de galinha para o natal, mas a gente aqui em casa faz. E a minha receita afrancesada, que não leva amido de milho e é feita com creme de leite fresco. Há anos a ceia é a mesma: peru assado no vinho e manteiga (manteiga, margarina não), farofa de bacon defumado e passas, salada russa e creme de galinha. Muito panettone, chocottone, porque amamos chocolate. Sempre faço cookies, rabanada e uma floresta negra, que entrou para o cardápio natalino aqui em casa desde o século XIX. No Rio acrescentei tâmaras, castanhas portuguesas (que não encontrei em Fortaleza), damascos e cerejas frescas. 

No Rio comemorava natal e ano novo com uma família imensa, as comidas frias, o chester borrachudo, os presentes sem graça. De volta à Fortaleza nossa ceia é ao redor de nós mesmos, novamente. Manhãs de marshmellow e pijama. Especial dos Simpsons. Nada de Roberto Carlos, graças. Esqueceram de mim. Pão de coco é bom e dá uma rabanada exótica. Jingle bell rock.

Inté.


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

24th



Acordei cedíssimo, como de costume, mas não, não era para vestir a camiseta de professora e ir dar aula, mas para fazer rabanada para o café da manhã, um dos prazeres dessa época do ano. Uma rabanada com pão de coco, porque aqui em Fortaleza não tem pão para rabanada, daqueles que vende no Rio. E ficou bom, viu?

Estou aqui pensando no que escrevi quase há um ano atrás. Não fiquei na casa da minha mãe, por motivos de que a gente não se dá bem, simples assim. Imagine uma relação difícil mais filhos adolescentes, gato, cachorro, quer dizer. Sinto falta da geladeira azul.




Mas estou contente no meu apartamento cercado de pinheiros de praia, em plena avenida João Pessoa. Às vezes eu quase fico feliz.

Pois é, passarei um natal cercada por filhos, livros, gatos, tomando chocolate morno (quente não dá) com marshmallow, floresta negra, tâmaras, damascos e rabanada feita com pão de coco. Comprei uma toalha azul lindalinda para a ceia. Também um espumante cor de rosa e uma camisola amarela com passarinhos. Natal de camisola e marshmallows ♥.

Bisous.

Imagens: 1. uma casa linda em algum lugar dos Estados Unidos, creio que em NY. Guardo a imagem para um dia fazer igual; 2 e 3 aqui em casa, com todas as luzes possíveis.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Harrods e as princesas ♥


Todo mundo que me conhece sabe que o sonho da minha vida toda se resume a uma palavra, um lugar, uma cidade: Londres.

Nao é Paris, não? Não, é Londres.

E são coisas como a última da Harrods que alimentam ainda mais a minha (quase) utopia. Em parceria com grifes queridas como a Dona a Marchesa e o Sr. Elie Saab, a loja de departamento Harrods, muitomuitomuito londrina, criou uma coleção de vestidos inspirados nas princesas da Disney. 

Olha.








E eu aqui aos prontos.

Bisous.

Zodíaco Fashion - Capricórnio



Na mitologia pode ser associado a dois mitos gregos: Pã, filho de Hermes - homem da cintura pra cima, bode da cintura pra baixo - e ao da cabra Amaltéia, que amamentou e protegeu Zeus. De um dos seus chifres foi feita a cornucópia, fonte da abundância. Em Astrologia é o signo da realização. Os capricornianos são sérios, reservados, trabalhadores (Caxias), tenazes. 

 Absolutamente todos os capricornianos que conheci possuíam uma presença de espírito impresionante, fora o singelo fato de que as melhores pessoas que encontrei pela vida eram capricornianas. Uma palavra para defini-los: caráter. Eu queria ser capricorniana, mas meu céu é uma pobreza de capricórnio. Contudo, tenho duas capricornianas em casa que me ensinam todos os dias a ser um pouco mais gente nesta vida. 

 Gente linda de capricórnio, fora Kelly e Vivi minhas erês, Dona Iledina, meu amigo Luis Anderson, tem Mike Stipe (REM), Viginia Woolf, Lynch, Portinari, Anthony Hopkins, Elvis, Jeanne d'Arc, Marlene Dietrich, Martin Luther King ♥. 

Bisous.

 Confiram o Astro/Vogue que é um luxo. 

Fonte: Dicionário Básico de magia e exoterismo, de Irene Monteiro, com lindas ilustrações de Renata Vilanova. Imagem: Sign Vogue, by Tim Gutt.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Domingo em movimento - Xmas!




Estão de recessinho de natal? Pra mode comer rabanada, panettone, panquecas americanas gordinhas com geléia caseira. E dormir (dormir *_*).

Bom, né?

Bisous.

Madonna - Rebel Heart



Não costumo resenhar discos. Nem antigos, tampouco recém lançados como Rebel Heart da Madonna. E sim, discos. É que nunca me libertei dos discos de vinil, desculpe os muito sensíveis. Mas então, isso aqui nem será uma resenha. É apenas a minha opinião.

Eu ouvi as seis faixas liberadas de Rebel Heart. Eu achei estranho. Aquele reggae safado. O que é aquilo? Ao mesmo tempo que parece um pouco com tudo que Madonna já fez, não parece. Portanto achei bem Madonna. Porque Madonna se reinventa na coisa de se encaixar nas entrelinhas da música pop. E até gostei. E um pouco mais do que gostei de MDNA. MDNA que de princípio, achei sofrível, produto de mulher em crise da meia-idade, que se veste de líder de torcida com um bebê de plástico para se sentir mais legal ao lado de uma menina de plástico, Nicki Minaj. Mas tive que ouvir MDNA insistentemente, com todo o meu amor e boa vontade, porque eu amo Madonna, até ser conquistada por I'm addicted. Mas não é meu favorito. E nem tão maravilhoso como Confessions of dance floor. Mas sei que MDNA tem um algo, um ao menos, alguma mensagem por trás, que eu não consegui decifrar bem, dado que a forma era meio vergonhosa. Mas Madonna sempre traz algo nas entrelinhas, nem que seja o delírio. E talvez tenha sido o caso.

Mas veja bem, apesar da quase irrelevância dos últimos trabalhos de Maddie, ainda estamos falando sobre ela, numa tentativa de ler e reler, reencontrar o mito Madonna. Na verdade acho meio cansativo essa coisa de exigir do artista que ele reinvente a roda a cada suspiro e descanso de sua lira criativa. Acho perverso, desumano. E olha, acho meio que mau-caratismo mesmo. A impressão que tenho dos fãs da Madonna, alguns ao menos, é que estão na espera de que ela falhe, ignorando tudo o que a persona fez durante décadas de reinvenção no sofrido cenário pop.

Lembro duma comunidade no saudoso Orkut - Madonna, volte a ser puta - na época do Ray of Light, em que Maddie vivenciava uma fase espiritual, cabalística, que eu e a crítica amamos. Ganhou um monte de prêmios, todos merecidos. Eu amo Ray of Light. Foi uma fase completamente diferente de tudo o que Madonna havia nos mostrado até então. Super criativo, ousado, musicalmente rico, mas alguns fãs - alguns muitos fãs - pararam diante à estranheza de Shanti Ashtangi. Música que meu querido Luis Anderson diz ser minha cara. Por sinal, é a minha música favorita.

A sensação que fica é de que todos querem a mesma Madonna lucky star, boderline, everybody. A Madonna erotica pra sensualizar na pista. E só. E eu acho que está aí a rebeldia de Madonna. Porque ela nunca faz o que a gente quer ;).

E fiquemos com Music, em que ela já se declarava Rebel.



Bisous.


sábado, 20 de dezembro de 2014

Soft kitty. Warm kitty. Little ball of fur



happy kitty sleepy kitty pur pur pur... ownn how sweety, isn't it?

Então, fazia um certo tempo, estava com a ideia de vir aqui escrever sobre gatinhos, já que nos últimos anos (especialmente nos últimos 11 meses) me tornei especialista em felinos. Tudo bem, não é para tanto, mas já resgatei tantos gatinhos e fui tantotanto ao veterinário, e li tantotanto o livro dos gatos, que acho que posso dar alguns conselhos sobre criação de gatinhos caseiros etcetera coisa e tal.

Primeiro de tudo, não compre, adote. Criadores de gatos (e cachorros) são invariavelmente pessoas sem escrúpulos que exploram as fêmeas e depois as descartam quando estão muitomuito judiadas. Faça uma procura rápida que vocês encontrarão coisas absurdas, criminosas.

Ah, e não venha aqui me encher o saco com cretinices do tipo "o Brasil tem tanto problema sério, pra se preocupar com gato e cachorro". Vá lavar uma louça. Aparar os pêlos das ventas que é melhor. 

Nos Estados Unidos existe um departamento especial que cuida dos animais. De verdade. E funciona. Faz inclusive prisões, que levam a julgamentos. Ah, é associado à clinicas veterinárias, daí cuidam de casos de maus tratos, abandono e negligência. Resgatam os animais, cuidam, tratam e daí encaminham para a adoção responsável. E sim, a terra do Tio Sam tem muitos muitos problemas, como qualquer outro país capitalista, tipo o Brasil. 

Se você vir um filhote de gato na rua e quiser resgatar, leve-o ao veterinário. Só um profissional pode fazer os exames certos e saber se o filhote está bem. Não dá para levar ao veterinário tão rápido? Leve para casa e dê um banho com sabão neutro (sabão em barra). Pode ser shampoo Johnson's ou sabonete Dove natural. O adequado mesmo é um shampoo específico para filhote de gato, por volta de R$ 10,00. Veja se o gatinho não está com infestação (pulgas e carrapatos). Retire manualmente. Sim, eca. Bichinhos dão trabalho, ora. Geralmente, após o banho, em dois ou três dias de boa alimentação, as infestações somem como mágica. O filhote é muitomuito novinho? Nada de banho. Algodão úmido no máximo. E daí não tem jeito, tem que levar ao veterinário, que ele ensinará como proceder. Mas avisando, muito dificimente um filhotinho tão novo sobrevive sem a mãe. 

Comida? Ração, gente. Os patês em lata, uns R$ 5,00, cerca de uma colher de sopa umas seis vezes ao dia. E água. Se o gatinho não beber água sozinho, compre uma seringa e dê água para ele, seis seringas ao longo do dia. Tem que segurar ele sentadinho, nada de dar líquidos com o filhote de barriga para cima, pois os líquidos vão todos para o pulmão e o bichinho morrerá. Ah, puxe a pele dele delicadamente. Se demorar a voltar, é sinal de desidratação. Dê água de coco, umas 4 seringas ao longo do dia. Com o tempo ele vai beber água sozinho no potinho, basta estimulá-lo.

A bacia de areia é o banheirinho de gato. Gatos são muitomuito higiênicos e por instinto procurarão areia, ou algo que o valha, para cavar e enterrar sua sujeirinha. Sem a bacia de areia, ele procurará um vaso de planta, um pano de chão, um tapete, que pode ser o da sala. Pois é, arranja o banheirinho do bichano. 

"Ah, eu tenho quintal, jardim, moro em casa, fica mais fácil." Agora vem o aviso sério: não deixe seu gatinho sair de casa (ou do apartamento) sem você por perto para ensiná-lo a não fugir ou seguir outros gatos. Ou mesmo ser roubado. Não deixa, gente! Gato tem que ser criado em casa, dentro de casa. Gato não tem que sair pra passear, isso é mito. Gato que passeia, é gato de rua. O seu gato faz parte da sua vida ou é um gato de rua que você alimenta? Na rua eles estão expostos a toda uma série de doenças graves, e sem cura, tipo FIV (aids felina), FELV (leucemia felina), toxoplasmose, que inclusive afeta os humanos e mata. Fora a maldade humana. Os gatos são a principal vítima de gente doente pelas ruas. A cultura ocidental prega o ódio aos felinos. Até aquela senhorinha "simpática" que te dá bom dia, é capaz de jogar água quente num gato. Cuidado. Reforçando: não deixe seu gatinho sair de casa. Ponto.

Vermifugar. Tem que vermifugar. Gatos filhotes são muito frágeis e suscetíveis a morrer por conta de verminoses, etcetera. Levando ao veterinário, ele indicará o vermífugo e dosagem adequados. Tem que fazer isso logo, o ideal é em até três dias. Às vezes o gatinho aparenta estar super saudável, está bem alimentado e daí começa uma diarréia que em 48 horas o mata. Eram os parasitas esperando o organismozinho do bichano se fortalecer, pra daí atacar. Sério, gente. A dosagem para filhotinhos de um mês: líquido 1\2 ml; comprimido menos que 1\4. Os melhores vermífugos do mercado: Vetmax e Panacur. Atenção, tem o específico para gatos, tem um cachorrinho e um gatinho na caixa. Por volta de R$ 30,00.

De novo, leve ao veterinário! As consultas variam pelo Brasil, mas já paguei quantias entre R$ 50,00 e R$ 100,00.

Você está adotando uma vida, um gato não é um brinquedo, é um ser vivo que vai exigir cuidado, atenção e dedicação. Seja responsável.




Purr.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Diálogos e conversas estranhas - melhor que Renoir



Numa outra escola, num outro tempo. O certo é que sempre tem uma criança problema, não é? No caso, uma criança no cursinho, numa aula de redação para o então vestibular da Universidade Federal do Ceará. Sempre tem um.

Uma aula linda, modéstia a parte, em que levei uma figura dum quadro do Renoir, para que os alunos fofinhos treinassem descrição.

Eu: Observem o trabalho com a luz, o trabalho com o claro e o escuro que o artista usou, é algo que podem incluir durante  a descrição.
Aluno (melhor que Renoir): que luz? - rindo, junto com os amiguinhos.
Eu: como assim? Não dá pra você enchergar daí? 
Aluno (melhor que Renoir): precisa não, dá pra ver que é ruim, mal feito, não tem luz nenhuma. A mão tá torta, inclusive.
Eu: como é, meu filho?
Aluno (melhor que Renoir): isso mesmo, é uma porcaria.
Eu: tudo bem, mas a aula é sobre a tela de Renoir, independente da sua opinião, é inspirado na tela que você deve criar uma descrição.
Aluno (melhor que Renoir): então vou falar mal.
Eu: ah, eu não duvido. Pois comece.
Aluno (melhor que Renoir): eu faço melhor do que ele.
Eu: É? Pois venha aqui no quadro e faça melhor do que Renoir - estendi a mão com meu pincel roxo lhe oferecendo a oportunidade.

Bem, é claro que a criança nem se levantou e nem voltou mais para aula nenhuma, tampouco seus trabalhos, que consistiam em grafites péssimos, vingaram como referência de arte contemporânea, como Banski, por exemplo.

Apesar do ocorrido eu não desisti de trabalhar com arte em sala de aula. Este ano levei Picasso e Klimt para falar de estrutura verbal e desenhei um olho humano para falar da raiz verbal. E foi lindo ó.

Bisous.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Vida em imagens - I'm getting old and I need something to rely on


Faz tempo que não posto fotinhas do IG. Eu e minha disciplina, né?

Como já falei, minha casa está muitomuito natalina, cheia de luzes por dentro e por fora. E eu gosto disso. Prometo que as de fora sairão dia 06 de janeiro. Já as de dentro de casa... acho que não. Até porque não tem mais ninguém pra me azedar, reclamando dos bibelôs, luzinhas e fofurices.


Lugar encantador a Encetur. Tem rendinhas, tem doce de caju, tem biritas e tem André, meu querido ♥



Este mês meu IG está muito livrístico por conta do #bookadaychallenge da Penguin Books UK. Depois explico.



Portas lindas por aí. Essa é bem ali, pela Praça do Ferreira. Vocês conseguem passar pela Praça do Ferreira e resistir ao pastel do Leão do Sul? Com uma coca das brutas, que nem diz Mariana Marques. Mariana resiste ao pastel do Leão do Sul.


A primeira foto natalina de 2014.


Que foi, gente?


Iluminação


Prédio navy. Próximo ao Lourenço Filho do Centro.


Justine e as luzinhas


Mais La Coloriste pela parede de casa


E mais luzes


mais


E mais ♥


I like warm hugs ♥


Já falei do tanto que amo minhas luzinhas de coração? ♥


Um dos feitos da Bienal


Mini & Midi ou Eu e Yan ou A dança dos dragões pocket e versão normal. Como queiram.

...

Bisous.

domingo, 14 de dezembro de 2014

I Hate Valentine's Day



Está longe do dia 14 de fevereiro e ainda mais longe do dia dos namorados tupiniquim, dia 12 de junho, mas eu passei a minha vida toda odiando dia dos namorados, seja em fevereiro, em junho, tanto faz. Sempre odiei, mesmo quando estava com alguém.  Acho um dia sufocante, em que pessoas sozinhas são ridicularizadas, como se fosse alguma piada vivenciar a experiência humana in loco, que é a solidão. E as acompanhadas forçadas a presentear e ser presenteadas, às vezes sem a menor vontade de fazer algo do tipo. Porque amor não significa nada disso.

E tem este filme, I Hate Valentine's Day, que sempre evitei assistir, mas que daí assisti dia desses e fiquei comovida por uma cena em especial. Não que o filme todo não seja bom, é muito bom, bom demais para o gênero, comédia romântica boba. Mas voltando, a cena do cara da entrega, Tim, quando ele responde para Genevieve o que é o amor, mais ou menos assim: minha mulher estava na cozinha fazendo panquecas, de roupão, o cabelo amassado, com bafo de espantar gambá, as crianças correndo pela casa. Sem ela ver, roubei a calda das panquecas e escrevi Happy valentine's day em seu prato. Ela chorou. Amor é isso.

Engraçado que Tim passa o filme todo reclamando da sua vida de casado com duas hipotecas, filhos correndo e berrando e a mulher, que também berra. Mas é isso, sabe, que o realiza. Tim é o cara. E eu sou como a mulher do Tim, eu sou exatamente como ela, mas sem o Tim. Ah, e o Tim é completamente secundário para a história, que é sobre Genevieve e Greg. Genevieve que é dona de uma loja de flores, onde trabalha um monte de gente legal do Brooklyn (aliás, tudo se passa no Brooklyn), que fatura um monte no dia dos namorados e que arquitetou um plano para nunca se envolver com ninguém, daí não sofrer: os cinco encontros e pronto, acaba. Até conhecer o Greg, e todo aquele clichê, porque afinal é uma comédia romântica. E por que Genevieve criou este plano? Porque ela viu todo o sofrimento de sua mãe, ao descobrir que era traída pelo marido, pai da Genivieve, e ela não queria passar por aquilo. Ela queria se proteger de chorar na frente de alguém que a traiu e magoou. Aliás, a cena em que Genevieve vai ao encontro do pai e fala tudo isso, de maneira muito plácida e lúcida, é tocante.

Mais um adendo, amei Genivieve. Ela é descrita por Greg, quando eles brigam, como se vivesse nos créditos de um filme francês. E ela ama filmes franceses. Bem, sou exatamente assim também, minha vida é assim, minha casa é assim. Um dia uma aluna me parou, eu estava ouvindo música. Ela me pediu meu fone para saber o que eu estava ouvindo. E eu estava ouvindo a trilha da Amélie Poulain. A aluna não conhecia Amélie Poulain, mas achou muito francês e achou a minha cara. E podem acreditar, desperto raiva de algumas pessoas por ser exatamente como sou, alguém que chora com mensagens escritas em pratos e que parece ter saído dos créditos de um filme francês.

Bisous.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Indicados ao Golden Globe


Esta semana foi anunciada a lista de indicados aos Globos de Ouro e não foi surpresa alguma que Interestellar do Nolan foi basicamente esnobado. E como o Globo de Ouro é uma espécie de prévia do Oscar, já sabemos mais ou menos o que irá acontecer. 

E o que isso quer dizer? Nada. Persona do Bergman, uma das obras primas do cinema, não tem indicação e nem prêmio então, né? Pois é.

E os indicados? Tirando as séries, não assisti nada. Só Interestellar, que eu amei, mas que não está concorrendo, como já expliquei. No mais, estou torcendo para True Detective, American Horror Story, Big Eyes do Tim Burton e Grande Hotel Budapeste do Wes Anderson.




Ah, tem Boyhood, o filme que levou mais de uma década para ser filmado. Festival de Berlin gostou do filme. Obama também. Aguardemos.

E segue a lista de indicados. Ah, com ♥ são os meus preferidos, que têm a minha torcida.

Melhor Filme (Drama)
 Boyhood: Da Infância à Juventude 
 Foxcatcher: A História que Chocou o Mundo 
 Selma 
 O Jogo da Imitação 
 A Teoria de Tudo 

 Melhor Filme (Musical / Comédia) 
 Birdman 
 O Grande Hotel Budapeste ♥
 Caminhos da Floresta 
 Pride 
 Um Santo Vizinho 

 Melhor Ator (Drama) 
 Steve Carell – Foxcatcher: A História que Chocou o Mundo 
 Benedict Cumberbatch – O Jogo da Imitação 
 Jake Gyllenhaal – O Abutre 
 David Oyelowo – Selma 
 Eddie Redmayne – A Teoria de Tudo 

Melhor Atriz (Drama) 
 Jennifer Aniston - Cake ♥
 Felicity Jones - A Teoria de Tudo 
 Julianne Moore - Para Sempre Alice 
 Rosamund Pike - Garota Exemplar 
 Reese Witherspoon - Livre 

{Adendo rapidinho: comentei pelo Facebook que estava super feliz pelas críticas bacanas que a Aniston recebeu por sua interpretação em Cake. Estou na torcida. Mas não, eu não sou #TeamAniston. Sou Team gente linda e talentosa}

 Melhor Ator (Musical / Comédia) 
 Ralph Fiennes - O Grande Hotel Budapeste ♥
 Michael Keaton - Birdman 
 Bill Murray - Um Santo Vizinho 
 Joaquin Phoenix - Vício Inerente 
 Christoph Waltz - Grandes Olhos ♥

Melhor Atriz (Musical / Comédia) 
 Amy Adams – Grandes Olhos ♥
 Emily Blunt – Caminhos da Floresta 
 Helen Mirren - A 100 Passos de Um Sonho
 Julianne Moore – Mapas Para as Estrelas 
 Quvenzhané Wallis - Annie 

Melhor Ator Coadjuvante 
 Robert Duvall– O Juíz 
 Ethan Hawke– Boyhood: Da Infância à Juventude 
 Edward Norton - Birdman 
 Mark Ruffalo - Foxcatcher 
 J.K. Simmons– Whiplash: Em Busca da Perfeição 

 Melhor Atriz Coadjuvante 
 Patricia Arquette – Boyhood: Da Infância à Juventude 
 Jessica Chastain – A Most Violent Year 
 Keira Knightley – O Jogo da Imitação 
 Emma Stone - Birdman 
 Meryl Streep – Caminhos da Floresta 

Melhor Diretor 
 Wes Anderson – O Grande Hotel Budapeste ♥
 Ava DuVernay - Selma 
 David Fincher – Garota Exemplar 
 Alejandro González Iñárritu - Birdman 
 Richard Linklate – Boyhood: Da Infância à Juventude 

 Melhor Roteiro 
 Wes Anderson – O Grande Hotel Budapeste ♥
 Gillian Flynn – Garota Exemplar 
 Alejandro González - Birdman (Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo) Richard Linklate – Boyhood: Da Infância à Juventude 
 Graham Moore – O Jogo de Imitações 

Melhor Filme em Língua Estrangeira 
 Força Maior
 Gett: The Trial of Viviane Amsalem 
 Ida 
 Leviatã 
 Tangerines 

Melhor Longa Animado 
 Como Treinar Seu Dragão 2 
 Os Boxtrolls 
 Operação Big Hero 
 Festa no Céu 
 Uma Aventura LEGO

 Melhor Trilha Sonora Original
 Alexandre Desplat - O Jogo da Imitação
 Jóhann Jóhannsson - A Teoria de Tudo
 Trent Reznor – Garota Exemplar 
 Antonio Sanchez - Birdman 
 Hans Zimmer - Interestelar 

 Melhor Canção Original 
 Big Eyes – Grandes Olhos (Lana Del Rey) ♥
 Glory – Selma (John Legend, COmmon) 
 Mercy Is – Noé (Patty SMith, Lenny kaye) 
 Opportunity – Annie 
 Yellow Flicker Beat – Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 (Lorde) ♥

Melhor Série (Drama)
 The Affair - Showtime 
 Downton Abbey - PBS
 Game of Thrones - HBO ♥
 The Good Wife - CBS 
 House of Cards - Netflix 




Melhor Atriz em Série Dramática 
 Claire Danes – Homeland 
 Viola Davis - How To Get Away With Murder
 Julianna Margulies - The Good Wife 
 Ruth Wilson - The Affair 
 Robin Wright - House Of Cards 

Melhor Ator em Série Dramática 
 Clive Owen - The Knick 
 Liev Schreiber - Ray Donovan 
 Kevin Spacey - House of Cards 
 James Spader - The Black List
 Dominic West - The Affair 

Melhor Série (Comédia / Musical) 
 Girls - HBO 
 Jane the Virgin - The CW Orange is the New Black - Netflix 
 Silicon Valley - HBO
 Transparent - Amazon Instant Video 

Melhor Atriz em Série Musical ou de Comédia 
 Lena Dunham - Girls 
 Edie Falco - Nurse Jackie 
 Julia Louis Dreyfus - Veep 
 Gina Rodriguez - Jane the Virgin 
 Taylor Schilling - Orange is the New Black ♥

Melhor Ator em Série Musical ou de Comédia 
 Louis C.K. - Louie
 Don Cheadle - House of Lies 
 Ricky Gervais - Derek 
 William H. Macy - Shameless 
 Jeffrey Tambor - Transparent 

Melhor Minissérie ou Telefilme 
 Fargo – FX The 
Missing - Starz 
 The Normal Heart - HBO
 Olive Kitteridge – HBO
 True Detective - HBO ♥


{aqui pr'ocês que esnobaram Interestellar}

 Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme 
Uzo Aduba - Orange is the New Black
 Kathy Bates - American Horror Story: Freak Show ♥
 Joanne Froggatt - Downton Abbey 
 Allison Janney - Mom 
 Michelle Monaghan - True Detective ♥



Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme 
 Matt Bomer - The Normal Heart 
 Alan Cumming - The Good Wife
 Colin Hanks - Fargo 
 Bill Murray - Olive Kitteridge Jon Voight - Ray Donovan 

Melhor Atriz em Uma Minissérie ou Telefilme 
 Maggie Gyllenhaal - The Honorable Woman 
Jessica Lange – American Horror Story: Freak Show ♥
 Frances McDormand - Olive 
Kitteridge Francis O’Connor – The Missing 
 Allison Tolman - Fargo 

Melhor Ator em Uma Minissérie ou Telefilme 
 Martin Freeman - Fargo 
 Woody Harrelson - True Detective 
 Matthew McConaughey - True Detective ♥
 Mark Ruffalo - The Normal Heart 
 Billy Bob Thornton - Fargo

Bisous.
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